Contos Eróticos

Contos Eróticos Reais

Contos Eróticos reais

Contos de incesto – Mãe e filha no motel

Andando pela rua de minha cidade, estava tomando uma e procurando algo em uma bela noite de sexta, para variar… (cidade pequena é difícil de achar loucuras).

Parei em uma praça no centro, lugar não muito movimentado, mas quem sai anoite aqui sempre passa por lá. Chegando no local me deparo com um grupo de pessoas, 2 mulheres e 3 homens. Na verdade eram rapazes entre 20 e 24 anos. As mulheres eram uma garota de uns 18 anos e uma mulher de uns 36 anos.

Parei o carro e puxei papo, conhecia um deles (isso é normal no interior), rapidamente percebi que todos estavam bebendo também e por ali fiquei. Digamos que a mulher chamava Fernanda e a moça Bruna para encenar melhor srsr. A conversa não estava boa, cabeça ruim dos caras, conversa de menino, daí minha cerveja estava quase acabando e falei:

– Vou na conveniência comprar mais cerveja.

– Preciso comprar um cigarro, falou Fernanda…Ela é uma morena clara, baixinha e com tudo encima, peitinhos médios, até bonitinha, ainda mais nessa noite que já era umas 23:00 e eu não iria rapar nada srsrsr…

– Vamos comigo, retruquei com uma risadinha saliente… voltamos agora…

Bruna não disse nada, achou meio esquisito, mas não rejeitou… O posto era na mesma avenida uns 2km de distancia.

Os caras não disseram nada e até pediram para eu comprar uma cerveja para eles, já percebi que eram só conhecidos, na verdade vizinhos de bairro.

No percurso fui logo jogando um papinho fora, comecei a imaginar traçando essa vadia, já estava no grau da cerveja e fui ficando mais soltinho até porque já percebia suas olhadas lá na praça.

Parei o carro de proposito longe do movimento, entre caminhões no escuro e fui rápido a conveniência comprei cigarro e bebidas. Entrei e dei uma latinha para ela.

– Reparei o quanto era linda lá na praça… ela deu um sorrisinho de lado e disse: – Obrigada, você também é atraente… realmente sou apresentável, não um lindo mas pegavel fácil na noite srsrsr…

Fui dar para ela uma bala e aproveitei a aproximação e segurei seu rosto e lasquei um beijo.

Ela era quente, chupava minha língua com tesão… aproveitei e coloquei sua mao em meu pau, que estava duro na calça… ela foi apalpando devagar e apertando a cabeça dele devagarinho…hummmmm. Desabotoei minha calça e coloquei a rola para fora, enquanto beijava e acariciava seus peitos pela blusa… ela estava de short jeans, já tinha acariciado todos suas pernas.

Ela começou a punhetar minha rola, logo logo começou a chupa-lo alí no carro, ainda bem que parei longe srsrsr

– Vamos para o motel…disse

– Só se for para ficar a noite, toda disse ela…dando um sorriso enquanto lambia a cabeça; – mas terá que comprar um ‘negocinho’ para animarmos….

Senti minha rola pulsar, meu coração acelerou e falei:

-Vamos, sei aonde compro para a noite toda….Aproveitei o lugar foi no auto-atendimento e peguei mais dinheiro, compramos e ela falou:

– Minha filha não pode ficar lá ela tem que ir… Aí sim senti calafrio srsrsr imaginei é hoje que faço a maior loucura de minha vida…

Dei a bebida para os caras e ficamos conversando um pouco, já tinha dado uma ‘animada’ dentro do carro e estava louco de tesão, Fernanda também e estava louca para ir para o motel.. ela chamou bruno no canto e ficou conversando. Percebi resiliência dela, mas depois de uma conversa cedeu… Elas eram só conhecida deles e inventou uma historia que iriam para casa e eu daria carona. Não contestaram.

No caminho do motel, descobri que era uma filha de criação e que as duas gostavam de usar juntas… (mas acredito que isso era a primeira vez ir para o motel com um homem)…

Chegando lá tentei quebrar o clima, conversando bastante e me mostrando ser um cara legal, elas já foram duas vezes e já chaparam logo, fui uma grande e o tesão subiu na hora…

Deitei na cama e rolava um pornô…Fernanda no clima e com tesão enorme deitou com a cabeça sobre minha barriga e começou a punhetar minha rola sobre a cueca… logo sacou para fora e chupava devagarinho vendo o pornô…

Bruna, acanhada, ficou na beira da cama olhando o vídeo…

– Nossa mae, disse envergonhada.– Fica tranquila, vem brincar um pouco…

Bruna recusou, sua mae pediu para ficar de sutiã e calcinha ela ficou meio chateada mas cedeu… era uma morena lindinha, toda lisinha, mas percebi que não iria come-la, apenas com os olhos srsrsr.

Cada vez que ela levantava para ir ao balcão para “usar” via aquela bundinha linda e meu pau pulsava cada vez mais… Fernanda percebia e adorava srsrsrsr.

Colocava Fernanda de quatro e chupava seu cuzinho desejando sua filha, Bruna percebia mas era irredutível, por volta das 4 da manha ela pediu para ir embora, chapada, não recusei e a levei…. não tentei nada mas queria viu srsrsr

Voltamos para o motel eu e Fernanda e transamos a noite toda com muito tesão, falava que queria comer bruna daquele jeito, chupa-la todinha, isso fazia Fernanda gozar cada vez mais…

Adormecemos era umas 13hs no outro dia….

Lésbicas Amadoras Selvagens

O coração batia forte, muito forte. Ela sentia-o com a mesma intensidade com que sentira aqueles dentes. A dentada. Tudo começara aí, tinha a certeza. “Não acredito em bruxas, mas que as há, há!” Na agitação em que se encontrava, não precisava nem conseguiria longos raciocínios. A adrenalina dá-nos certezas, e ela sabia, intuitivamente.

No mês passado tinha ido visitar os pais, no interior. Viviam numa fazenda uns bons cinco quilómetros afastados da casa mais próxima, e muitos mais, sabia bem, da vila, o primeiro verdadeiro sinal de vida em comunidade. As noites de verão eram convidativas, e sem companhia resolveu vagabundear pelas redondezas. Não que não fosse uma mulher atraente, no sentido em que atraía as atenções dos homens à sua volta, mas porque simplesmente não havia viv’alma, ou melhor, “jov’alma” ao seu redor.

Apesar de não haver iluminação nas fazendas, exceptuando a que rodeava as habitações e a estrada, ela não tinha medo. Uma das coisas que mais gostava quando vinha “à terra”, era que o crime ainda não chegara aqui. Também pouco havia de valor para o justificar nas fazendas à volta, que se calhar por isso mesmo, ninguém chamava de quintas, apesar da extensão. Demasiado pomposo.

O único verdadeiro perigo de passear à noite fora das estradas era o de não ver o caminho. Podia tropeçar numa pedra ou na raiz de uma árvore e partir um pé, ou até cair numa vala ou poço. Não seria a primeira. Mas hoje a lua cheia brilhava no céu e iluminava os possíveis perigos do caminho. E também as belezas. Sempre fôra uma rapariga da cidade, mas amava este cantinho de paz, seu refúgio. A lua só não iluminou o verdadeiro perigo desta noite. No entanto, tinha sido avisada. Ouvira os longos e angustiantes uivos desde que perdera de vista as luzes da casa.

Ele estava emboscado atrás de um largo carvalho. Ela devia ter adivinhado, mas como podia? A única coisa que sabia era que se sentia aliviada por ter deixado de ouvir aqueles uivos enervantes. Mas ao abeirar-se do carvalho ouviu resfolegar. Pensou tratar-se de um cão, talvez até um javali perdido. Movida pela curiosidade, eterna inimiga da prudência, avançou para determinar a sua origem, e mesmo quando ia rodear o obstáculo para poder ver, viu. Ele. Aquilo. Não, era decididamente um ele.

Na verdade, ela não viu muito. Apenas uma massa escura, dentro da qual brilhavam dois globos brancos. E os dentes. Caninos afiados, longos. Os molares pareciam outras tantas presas animalescas. A melhor analogia teria sido uma serra, contida dentro de uma boca monstruosa. Uma serra afiada. Viva.

Ela viu-a bem. Era só o que conseguia ver enquanto lutava desesperada contra o seu assaltante. Aquele terrível reflexo do luar nas presas ameaçadoras. Era quase hipnótico. Mas ela era uma lutadora. E a certa altura teve a sua oportunidade.

Enquanto aquela boca resfolegava nos seus ouvidos, procurando feri-la, quem sabe devorá-la, pedaço por pedaço da sua carne quente e palpitante, ela sentiu as pernas livres. O monstro abrira-lhe as coxas de jovem enérgica e saudável para a imobilizar com o seu peso, o seu corpo. Mas libertou as coxas o tempo suficiente. Atirou o joelho para cima e atingiu algo suave, apesar de firme. O assaltante, surpreso, sentiu a agressão onde menos esperava. E acusou o toque. Com um golpe de coxas, atirou-o pelo ar. Não era leve, mas o golpe fora terrivelmente forte, desesperado.

Ele caiu e rebolou no chão em agonia, uivando fúria impotente. As mãos agarrando as virilhas revelaram que fôra atingido num ponto fraco. Impressionada com a forma como eliminara a ameaça, ela não se moveu. Os pés pregados na terra dura. Até ao novo ataque. Selvagem. O salto de um terrível predador, sem piedade. Ela levou um pé atrás. As pesadas botas de campo eram uma arma de respeito. E ela usou-as. Mas não antes de ser derrubada e sentir o braço dilacerado por aquela besta em fúria.

Desta vez atingiu-o pleno no rosto. Ele voltou a simplesmente não cair, rebolava em frustração e dor. Foi então que ela viu o sangue escuro. Não nele, todo o seu inimigo não passava de uma mancha escura. O sangue no seu braço. Irreal. Toda aquela quantidade de sangue se escoando do seu corpo e ela ainda mantinha a consciência. Olhou apavorada para o assaltante e viu sangue também nas únicas porções visíveis do seu corpo. Os olhos injectados e nos dentes. O monstro escorria sangue. Muito sangue. O sangue dela. Mas não sabia que tinha ganho a batalha. Estranhamente fugiu, num misto de cambalear com o galope enérgico de um animal carnívoro. E desapareceu no escuro, rosnando, envolto no mesmo mistério do seu aparecimento repentino.

Manteve-se imóvel, alerta. Esperava novo ataque. Mas não se repetiu. Até o resfolegar deixara de se ouvir. E ela aos poucos deixou de poder contar com a adrenalina para a manter de pé. Sentia as pernas bambas. Para evitar cair no chão e na inconsciência, forçou-se a andar. Apesar de lhe parecer arrastar-se vagarosamente, em pouco tempo já estava de volta, um caminho que lhe levara um bom par de horas no anterior passo descontraído de passeio.

Os pais assustaram-se quando a viram, uma mancha de sangue se alastrava do peito às ancas e ainda lhe cobria todo o braço. O ferimento devia ser horrível, mortal. Mas depois de lavada, resumia-se a duas marcas. Nem por isso menos assustador. Faltava um pedaço de carne do braço e do antebraço. Nada de muito fundo ou largo, mas mesmo assim alarmante. Principalmente quando, já depois do inicial curativo, já no hospital, o médico observava os ferimentos. Tinham ganho uma cor esbranquiçada. Mau augúrio. Sinal de infecção.

Agora, com o pulsar das artérias nos seus ouvidos… mais, sentindo por todo o corpo o bombear do sangue, tinha uma lembrança desses momentos. Não como uma memória. Mais como um sentido, uma intuição, algo mais primitivo.

A tensão acumulara-se para além do suportável. Ela sentiu a necessidade. Primitiva. As coxas tensas saltaram por vontade própria. Lançou-se com fúria para a frente. Não era nem bem uma corrida. Era um galgar. Como o dele.

Nos dias que se seguiram ao ataque, começou a sentir-se diferente. Estranha. Alerta. Demasiado viva, consciente do seu corpo. As feridas sararam mais rapidamente que imaginara. Até as cicatrizes se estavam a tornar imperceptíveis. A amiga comentou que o seu estado novo era natural. Tinham tentado fazer dela uma vítima, mas ela recusara. Lutara e ganhara. Ela quis acreditar. Mas sabia algo mais. Sentia algo mais. Surpreendia-se.

Um dia deu por si a farejar. Aquele odor atraía-a. Entrou no quarto da amiga e percebeu. Era o cheiro de um corpo. Quente. Suado. Intenso. Excitada… A amiga remexia-se num pesadelo e invadia-lhe as narinas. De repente percebeu. E fugiu, apavorada. Era o cheiro de um sexo de mulher. Húmido e excitante.

A tremer foi para o seu quarto. Masturbou-se freneticamente, com violência. Não era a primeira vez, mas não tinha o hábito. E nunca provocado por uma mulher. Nunca também com esta urgência. E pela primeira vez penetrando-se, com uma força quase dolorosa. Violentava o sexo com os dedos, e os dedos com o movimento das ancas.

Só na alvorada conseguiu o orgasmo. Forte. Violento. Mordeu uma mão com a boca, a outra com a vulva. E do fundo da garganta soltou um gemido rouco. Quase um uivo. Sentia agora o seu cheiro e sentiu-se aliviada. Não resistiu a lamber a mão, impregnada dos seus fluidos. Lambeu-a até conseguir na boca um sabor mais forte a sexo que na mão. Mas ainda não conseguiu dormir. Não enquanto a amiga não saísse de casa. Pela primeira vez teve medo de si própria.

A amiga, mal se levantara e vira que ela ainda dormia, preocupou-se. Normalmente ela já estaria de saída a esta hora. Ouviu a voz doce, sedutora, enervante, chamar o seu nome. Retraiu-se tensa na cama, fingindo dormir. Sabia que se a amiga a tocasse… nem podia pensar nisso sem os músculos se retesarem. Felizmente a outra desistiu. Passada uma hora ouviu com alívio o bater da porta da rua. Macerou uma última vez a vagina até ao esgotamento e dormiu.

Acordou à tarde pela primeira vez em anos. Desvairada de fome. Devorou o almoço. Quando acabou, o frigorífico estava quase vazio. Depois, a culpa. Faltara ao trabalho. E o medo. Devia estar doente. Nada disto era normal. Então porque se sentia cada vez mais viva? Ligou a televisão. Os sons e imagens incomodavam-na. Envolveu-se no silêncio, à espera. No sofá da sala. Pensando, mas não conseguindo reter um raciocínio.

De repente a porta abriu-se e ela soube por que esperava.

– Estás bem?

As narinas dilataram-se.

– Ainda estás de pijama? Faltaste ao trabalho?

Remexeu-se desconfortável no sofá. Fez uma expressão de incomodada com aquela presença. A amiga pareceu não notar.

– Estás doente? Deixa ver.

Acompanhou intensamente com o olhar a palma da mão estendida para a sua testa. Fechou os olhos relaxada ao seu doce contacto.

– Um bocadinho quente. Não devias estar assim, só de pijama… Fica aqui. Vou buscar-te um roupão. – a voz acalmava-lhe a perturbação.

Olhou agradecida quando a amiga a envolveu no roupão. Abraçou-a e sussurrou-lhe ao ouvido:

– Obrigada… já estou melhor.

Beijou-lhe o rosto, mas não como antes. Deu por si a repetir beijos, descer ao pescoço palpitante, ao seio que subia e descia, calma, pausada, hipnoticamente… De repente retraiu-se, envergonhada.

– Que foi? Que se passa contigo? – O tom de voz era o mesmo usado ara falar com uma criança, ou um animalzinho de estimação. Em resposta ao seu resmungo queixoso, a amiga tomou-lhe o rosto entre as mãos e deu-lhe um chochinho nos lábios. Ela quis-se aninhar naquele corpo quente. Mas a amiga levantou-se, aconchegou-lhe a roupa e foi-lhe preparar a sopa dos doentes.

Nessa noite deitou-se cedo. De novo, não conseguiu dormir. Perturbada, evitava masturbar-se, porque pensava na amiga. Quando percebeu que esfregava as coxas uma na outra, levantou-se, irritada. Deu por si emboscada no quarto da amiga. Lutando contra aquele desejo. Que aumentava, a ameaçava. E a impelia para aquele corpo. Dormia de barriga para baixo, coxas entreabertas. Só de cuequinhas.

Fugiu para o seu quarto e cedeu. Masturbava-se desesperadamente, permitindo-se fantasiar livremente com a amiga. Atingindo orgasmo em cima de orgasmo. Penetrando-se e fornicando os seus dedos. De coxas cerradas. Até à dor.

Na noite seguinte, o susto. A amiga percebera as suas noites inquietas. Só não sabia a razão. Nem como ela passava as horas da vigília. E agravou tudo. Convenceu-a a dormir naquele quarto impregnado com cheiros quentes. A princípio estava calma, só levemente perturbada, concentrada no carinho e não nas paixões. Fechou os olhos e aconchegou o rosto no colo doce. Mas não resistiu a esticar a língua.

A amiga sobressaltou-se ao contacto húmido no seu seio. Por momentos suspendeu a respiração e os afagos no seu cabelo. Ela então sentiu a invasão. Feromonas agressivas. Foi compulsivamente atraída para a fonte. Não deixou cair a cabeça. Atirou-a, com vontade… Mas assustou a presa. Sobressaltada com o ataque íntimo, tremeu e gemeu, tensa. E quebrou o feitiço. Mortificada, a predadora recuou num salto.

– Desculpa querida, acordei-te!

Cravou os olhos na amiga até compreender. Estava ilibada. Era tudo sono. O desejo, o ataque, a fuga e o choque. Recusou os braços que mais uma vez se abriam para ela e fugiu para o seu quarto, para a frenética fornicação solitária. E não soube que a amiga húmida, olhando para as manchas nas cuecas, percebeu que só a debaixo era sua. No monte de vénus havia saliva. E se na consciência não se permitiu, envolta no sono atingiu um prazer asfixiante.

Ela voltou a acordar tarde. Saciada a fome, já não tinha esperanças de acalmar a perturbação. Passou o dia a esfregar-se. Poderia ter-se percebido a marcar o território. Por isso, na casa de banho foi atraída para o cesto da roupa suja. Encontrou a cuequinha manchada. Sôfrega, levou-a ao nariz e inalou. Insatisfeita, levou-a à boca. Sugava-a e masturbava-se. Depois levou-a abaixo e introduziu-a na vulva, rosnando de excitação. Perdeu a voz e a força das pernas num orgasmo longo, agonizante. Só quando acabou de se sentir latejar, tomou consciência de si. Nua no chão da casa de banho, enrolada no seu corpo, as duas mãos no sexo, de onde saía parte da roupa interior da amiga. Aterrorizada, fugiu.

Errou pela noite, tentando cansar o corpo. De madrugada avistou um jovem. Movia-se num misto de marcha felina e descontraída. Repugnada e simultaneamente atraída, perseguiu-o durante o dia, mas não teve coragem de o seguir para dentro do prédio. Voltou para casa no fim da tarde.

Quando a amiga chegou, ela soube que teria de ser hoje. Ignorou as perguntas e os protestos. A outra parecia uma amante traída, e seria assim que a trataria. Reconquistando-a. Manipulando-a para satisfazer as suas necessidades.

Seguiu-a nos calcanhares por toda a casa. Enquanto se refrescava, trocava de roupa e cozinhava. Recusou ir para a cama porque sabia que a amiga queria que dormisse. Só não resistiu ao seu carinho. No sofá trocavam beijinhos e acariciavam a pele arrepiada. Poderiam ser mornos mimos fraternais, mas por que então se sentiam tão quentes?

O olhar da amiga era medo e excitação. Ela soube-se predadora. E atacou, forçando-lhe os lábios e penetrando aquela boca. Chupava-lhe a língua e amassava-lhe o corpo. Empurrou-a, deitou-se por cima dela e prendeu-a com o seu peso. Já não a beijava, lambia-lhe a boca. Sufocava-a. Até que foi repelida. Os protestos começaram débeis, mas depois foi socada nos ombros. Para trás. E viu-a sentar-se muito direita. No extremo do sofá.

Fitou a amiga em desafio. Pronta para atacar. Ouvia-lhe distintamente o troar do coração. Via-lhe o medo nos olhos. E cheirava a excitação. Continuou imóvel, hipnotizante ao ver as palmas das mãos estendidas. A amiga acariciou-lhe o rosto muito docemente, implorando ternura, porque iria ceder. Decidida, retribuía a ferocidade com a firmeza do seu olhar. Pegou-lhe na mão, levantou-se e conduziu-a para o seu quarto. Aquele, onde ela não conseguira mascarar a presença da outra fêmea com o cheiro do seu sexo. Ela ia atrás e seguia-lhe o movimento das ancas.

Pararam em frente à cama. A amiga segurava-lhe o rosto com uma mão, o polegar traçando as linhas da sua face. Aproximou os lábios. Seguiu-se um beijo, sem língua, de ternura. A amiga fechava os olhos e esborrachava os lábios. Ela permitiu-a continuar. Esperava. A amiga foi-se baixando, sentando-se aos pés da cama, conduzindo-a. Romântica, parecia estar vivendo uma antiga e trabalhada fantasia. O beijo não se interrompera. Ela não deixara, levando o pescoço à frente, a cabeça à altura dos ombros em atitude predadora. De repente surgiu a língua. Só a pontinha, dançando, procurando a humidade por dentro dos seus lábios. Titubeante. Sondando. Enervante. Até que não aguentou.

Abriu a boca e devorou a amiga, que recuava timidamente. Ela não tinha paciência para fantasias românticas. Queria carne. Agarrou-a pela nuca e forçou-se na sua boca. Deitou-se sobre ela e forçou-se no seu corpo. Mãos, seios, coxas. Então mordeu-lhe o lábio. E afastou-se, contemplando o fio de sangue. Fascinante. Irresistível. Lambeu-o dardejando a ponta da língua, tingindo os quatro lábios de vermelho.

Depois foi descendo, aos chupões. No lábio, no queixo, na curva do maxilar. Abocanhou um seio e o mamilo duro enervou-a. Apertava-o entre a língua e o céu da boca. Enlouquecia a amiga, que lhe beijava o cabelo e a testa, agora com mais paixão. E excitação. Ela sentiu aquela atracção animal irresistível. E sabia como aumentá-la. Descendo em chupões pelo corpo da amiga, deixando um rastro abundante de saliva fresca na pele quente e mordida.

Chegou ao monte de vénus e puxou um tufo de cabelos com os dentes, suavemente, só para causar um dorzinha excitante. Tentou lambuzar todo o monte, levando-se a si e à amiga à loucura. Mas não resistiu àquela vulva molhada em baixo. Rodeou o clítoris, primeiro com a língua, depois com os lábios, mas sem lhe tocar. A amiga já meneava as ancas, impaciente. E por fim mergulhou. Enterrou o nariz nos pêlos e chupou a vulva babada da amiga, que se contorceu em êxtase pela primeira vez. Quanto mais gozava, mais sumo produzia, mais desejo provocava de ser bebida…

Assim que a amiga se recompôs, sempre romântica, afagou o cabelo dela, pagando o delírio com carinho. Pensava que tudo tinha acabado. Mas mal começara. Ela agora só cheirava, saboreava aquele sexo. Nada mais havia. Era impossível despegar-se de lá.

Um fio de humidade corria por entre as coxas até ao ânus. Ela teve que recolher tudo, buscando com a ponta da língua o que escorrera para dentro do orifício apertado da amiga. Assim que lhe aflorou o botãozinho rosa, um arrepio desesperado percorreu todo aquele inebriante corpo. Necessitava de uma penetração.

Primeiro a língua endurecida. Se lhe tivessem falado antes em linguar um ânus, toda ela revolver-se-ia em asco, mas agora sugava-o com a mesma urgência que a uma vagina. Aquele anel piscava-lhe na língua, implorava por fornicação. Desflorou-a com um dedo enquanto se voltava a dedicar à vulva cada vez mais sumarenta. A amiga voltou a desmanchar-se em um gozo esgotante.

– Mais não, por favor… mais não…

Aquele corpo já pedia tréguas mas ela não parou de atacar. Sugava com voracidade. Penetrava já dois dedos, até ao fundo. Lambia-os quando os sentia secos, magoando a amiga, depois sentia-os através das mucosas, dentro daquele corpo que só não lhe fugia porque lhe abraçara o rabo com a mão livre, forçando a sua invasão.

Ela cada vez mais se irritava com aquele botãozinho de carne inchada que se lhe esfregava no rosto. Abocanhou-o, lambeu-o, chupou-o, mordeu. A amiga perdeu o ar, desesperada, abrindo e fechando as coxas, batendo as ancas no seu rosto… Até que parou. Estremecia mas não se conseguia mexer. Um orgasmo longo, louco, doloroso, assassino.

Ainda assim ela não parou. A amiga recuperou o fôlego para gritar, ainda com as últimas ondas de energia a pulsarem forte. Começou a gemer num queixume doloroso, a carne demasiado sensível. O contacto era já insuportável. Ela nem se dava conta. Ou não queria saber. Só sorver. A amiga precisou puxá-la por debaixo dos braços, afastá-la do seu sexo.

– Mais não, amor… – repetia – mais não!

Envolveram-se num beijo molhado de orgasmos. Ela queria continuar a sugar. Agora a boca sumarenta. Mas amiga foi descendo por baixo dela, beijando com muito amor. Mas também com tensão sexual. Queria retribuir tudo o que ela lhe fizera. Mas deteve-se chuchando o seu seio, como uma criança. E embalava-se para dormir! Ela não podia permitir isso. Não agora. Precisava de copular. Com força. Já!

Começou a esfregar o sexo nas coxas da amiga. Mole, não queria agir. Mas cedeu à sua necessidade, e timidamente tocou-lhe os lábios vaginais. Ela avançou com as ancas para ser penetrada. A amiga separou-lhe os lábios com dois dedos, a cabeça de um terceiro entrava na sua vulva. Não era o suficiente. Claramente.

Agarrou-lhe a mão e esticou-lhe três dedos. Fitaram-se por breves momentos, antes de se empalar, mordendo o lábio. Ela tinha uma necessidade violenta que a amiga não compreendia. Não estava preparada para fornicar. Queria fazer amor.

Sentada no punho firme, ela cavalgava energicamente. Queria sentir-se cheia, completamente penetrada. Esfregada ao limite do ardor. A amiga fitava-a chocada e ela lançava olhares animalescos de fêmea a ser saciada. A amiga concluiu que ela precisava de amor. E voltou a chuchar-lhe os seios, evitando aquele olhar que a atemorizava. Porque até ela própria começava a sentir os mesmos desejos.

Empalando-se até aos nós dos dedos da amiga, ela atingiu um orgasmo. Não o alívio, apenas uma sensação procurada, cada vez mais. Não mudou o ritmo. Parou enquanto sentia a descarga, e logo depois continuou, em ritmo diabólico. A amiga já não lhe conseguia segurar os seios com a boca. Então baixou-se. Depositou beijos no monte, no clítoris. Não na vulva, lá estavam enterrados os seus dedos.

O despertar do prazer

Novinha puta boa de boquete

Novinha puta boa de boquete

Camila tinha dezenove anos. Era alta, morena, com um corpo muito bem modelado, os cabelos loiros em tom mel, longos e sedosos, que desciam até a cintura. Olhos verdes, sombreados por longos cílios escuros, que iluminavam um rosto clássico, de traços suaves. Optara por uma blusa branca, jeans e botas de pelica. O cinto largo de couro, com acabamento metalizado em prata, dava-lhe um toque ao mesmo tempo sofisticado e rebelde.

Porém, naquele momento, na sala-de-estar do apartamento elegante e aconchegante de Helena, sua amiga, toda a atmosfera estava carregada. Haviam retornado de uma festa, na qual Camila teve que ser muito polida para se desvencilhar da insistência abusiva de um homem que se julgava um irresistível conquistador.

“Não quero vê-la falando novamente com aquele homem. Ele tem uma reputação lamentável com mulheres. A ex-esposa o acusa de ser violento,” exclamou Helena.

Aos quarenta anos, Helena tinha o tipo físico extremamente atraente. Cabelos negros, espessos, ondulados e brilhantes, pele clara e corpo curvilíneo. Uma combinação de sensualidade e charme. Ela optara por um vestido de seda leve, justo e de corte oblíquo. Tinha um decote discreto, mas à medida que se movia, o tecido colava sinuosamente em suas curvas.

O contraste entre Camila e Helena era marcante. E intrigante.

Camila e Helena haviam se conhecido através da Internet, em salas-de-bate-papo. Tornaram-se amigas virtuais, depois começaram a sair juntas. Apesar da diferença de idade, e do fato de uma, Camila, ser estudante e da outra, Helena, uma arquiteta bem sucedida e celebrada, a amizade cresceu e floresceu tornando uma amiga íntima da outra.

Pelo menos, até aquele momento. Pois havia muita eletricidade no ar e o clima estava tenso, explosivo.

“Helena, desculpa, mas percebo que sempre avalia negativamente os homens”, Camila especulou em voz alta. “Não é pelo fato do seu casamento ter fracassado, não deixando filhos, que os homens sejam todos meros aproveitadores.”

No íntimo, Camila estava atordoada. Como Helena podia imaginar que ela sequer contemplaria a idéia de se interessar por um homem tão viscoso e insolente como aquele da festa? Era um insulto que não estava preparada para engolir.

“Camila, você é jovem demais para entender as armadilhas desses indivíduos,” alertou Helena, por entre os dentes.

“Não sou criança, se quer saber,” Camila respirou fundo, jogando os cabelos para trás, com impaciência.

“Não é mesmo?” Furiosa, Helena a agarrou pelos ombros.

Os olhos castanhos faiscavam com a intensidade das emoções, e Camila percebeu que a situação escapava ao controle.

“Aquele sujeito é um animal! Vi com ele olhava para você!” Helena contraiu os olhos fitando Camila.

“Não fiz nada para chamar a atenção dele!” protestou Camila, mas sabia que as palavras não convenceriam Helena. Algo novo e desconhecido a dominava e a tornava excitantemente possessiva e selvagem.

“Não seja cínica!” A força das mãos esguias e bem tratadas de Helena aumentou sobre a pele delicada do ombro.

“O que está querendo dizer?,” sussurrou Camila, registrando que Helena estreitava a distância entre ambas, o seios começando a se apertar nos de Camila, o brilho no olhar cintilando significativamente.

“Como se você não tivesse idade suficiente para entender,” Helena sussurrou.

Camila ainda tentou protestar, mas de algum modo as palavras se perderam. Não porque Helena se recusasse a ouvir, mas porque perdia o comando dos próprios lábios.

“Será que é incapaz mesmo de entender?” Helena a aprisionou de tal forma entre os braços que seria impossível fugir. “Pode sentir o que sinto?” Passou os lábios sobre os dela, provocando, seduzindo, dando origem a uma torrente de sensações que Camila não estava pronta para experimentar. “Ou é uma menininha indefesa e frágil?”

Ela passou a assaltar seus lábios com a língua. Camila tentava desesperadamente mantê-los fechados, não podia acreditar no que Helena estava fazendo, o que pretendia? Não poderia ser verdade, não! Mas ela continuava provocando-a, umedecendo-lhe os lábios com a língua úmida e atrevida.

Camila ficou totalmente confusa, tal o efeito daquelas carícias incitantes. Sentiu o coração disparar, a garganta seca, o corpo trêmulo. Transtornada, lutou contra as sensações que experimentava, as quais não devia sentir. Não, não devia sentir aquela atração, advertiu a si mesma, em pânico. Não por uma mulher!

De qualquer maneira, Helena parecia determinada. Aumentou a intensidade, o ardor das carícias com a língua sobre os lábios de Camila. Até que esta gemeu e os entreabriu. Mas Helena não parecia satisfeita ainda.

“Eu sei que me deseja. Como a desejo,” sussurrou, a voz aveludada e rouca, ao ouvido de Camila. Depois, mordiscou o lóbulo da orelha e, ousada, lambeu-a sensualmente. Camila precisou juntar todas suas forças para não derreter de prazer. “O seu corpo quer a satisfação sexual que sempre sonhou, pelo qual anseia e arde.”

Camila estremeceu ao reconhecer a verdade do que ela sugeria. Compreendeu, como se despertasse de um sonho, que desejava-a como uma mulher deseja sua bem amada. Desejava Helena como amante, não apenas como parceira sexual, para satisfazer uma necessidade física. Mas poderia amá-la? Seria possível? Mas amava. Aquela amizade foi apenas o início da combustão lenta e excitante da fogueira gigantesca e maravilhosa da paixão e do amor.

Apaixonara-se por Helena, reconheceu, mas pensou nos pais, nos amigos e amigas, na diferença de idade e no preconceito que existe na sociedade. Arriscaria toda sua vida por amor?

“Solte-me, Helena,” Camila implorou, num sussuro que era mais de rendição do que de protesto.

Num movimento felino, Helena colocou uma das mãos na nunca de Camila. “Não até admitir que estou certa e que você me quer,” desafiou ela. “Ou será que vou ter que provar?”

Camila encolheu-se ao sentir a mistura perigosa e sufocante de medo e excitação. De revolta e submissão dócil e incondicional, que ardia dentro de si.

Hesitante, tentou formular a resposta certa, a única resposta sã e sensata que podia dar, mas percebeu que demorara demais quando Helena avisou:

“Você se arrisca, Camila.” Ela acariciou-lhe os seios viçosos e tentadores, o polegar estimulando os mamilos já rígidos. “Sei que me deseja, por que não reconhece essa verdade para si mesma? Afinal, sente isso no seu corpo, não? Sinta, agora, no meu!”

Camila apoiou-se em Helena, abalada pelo choque quando esta a obrigou a encaixar a mão entre suas coxas e tocar sua feminilidade, e sentir a umidade atravessando o tecido fino da calcinha de renda. Se ao menos encontrasse forças para remover a mão e afirmar que não desejava a intimidade que ela impunha… No entanto, para seu desespero, percebeu que era fraca demais, que não havia como deter o desejo. Não podia perder a oportunidade que Helena lhe dava para tocá-la, explorá-la, conhecê-la… Conhecer-lhe o sexo intumescido, úmido, pronto para o prazer sensual, ansiando por mais, ansiando por ela. Era atordoante.

Camila emitiu um gemido fraco, tremula de luxúria. O coração de Helena pulsava com tanta energia que ela quase sentia a pulsação dela dentro do seu corpo. Os seios tão juntos…Camila estremeceu de prazer.

Ela desejava Helena, sentia fome dela. Fechando os olhos, imaginou-se obedecendo a cada comando, cada pedido dela, como sua escrava sensual, aprisionada para sempre. Gemeu novamente, um som agudo e breve que fez Helena exigir seus lábios novamente. Ela grunhiu, enlouquecida, o que também excitou Camila, que manteve os lábios entreabertos, permitindo livre acesso da língua de Helena à sua boca, deixando-a tonta de prazer.

“Você me quer… Você precisa de mim,” Helena riu baixinho, sabendo que Camila se submetia aos seus comandos, mesmo contra a vontade, agora. “Diga que sim, diga.” A luz do olhar, da expressão de Helena era por demais exigente, sequiosa e triunfante. Uma felina gloriosa cercando sua presa, pronta para torná-la sua, impiedosamente.

Camila sentia as palavras de Helena contra a pele, aquele corpo quente, dominador. Seu próprio corpo se saturava de emoções intensas em resposta. Aquilo era novo demais, e ela não tinha defesas.

Família, amigos, preconceito, tudo, enfim, ia se esvanecendo. Nada era importante. Tudo e todos. Tudo do que ela precisava… Tudo o que ela queria… Tudo o que desejara um dia estava bem ali a seu alcance.

Com um novo gemido, estremeceu ao sentir Helena desabotoar os botões da sua blusa, presa de uma urgência irresistível e selvagem. Excitante, e incrivelmente feminina. Só uma mulher sabe amar plenamente outra mulher, uma verdade que Camila não podia negar, apenas render-se à ela, pois a intimidade do corpo de Helena contra o dela tirava-lhe a habilidade de pensar racionalmente. Não havia lugar para a razão naquele mundo novo que passava a habitar.

“Quero você… Quero fitar seus olhos enquanto faço amor com você,” sussurrou Helena, despindo Camila da sua blusa, abrindo o fecho do sutiã rapidamente e expondo-lhe os seios, já pesados e receptivos.

Camila teve vontade de chorar de prazer e medo, de emoção e loucura, quando percebeu que Helena a livrava das calças e da calcinha. Suspirou, entregando sua nudez a Helena. O que acontecia entre ambas era com certeza o auge de sua existência, o motivo por ter nascido. Ali, nos braços daquela mulher maravilhosa, amor e desejo se confluíam em perfeição.

“Você é minha, Camila.” Helena se despia sensualmente, o vestido caindo como uma poça entre seus pés. “Apenas minha,” o seu tom de voz era resoluto. “Repita!” ela comandou, estreitando o olhar. “Repita!”.

Que felicidade ser de alguém, viver para uma pessoa, poder sentir-se absolutamente vulnerável e fraca, sem qualquer defesa. Entrega incondicional, é isso que o amor sempre exige da mulher. E Camila obedeceu seu instinto mais profundo e feminino. “Sou sua, Helena. Apenas sua!”

Helena tomou a mão de Camila na sua e a conduziu até o quarto, amplo e arejado, que obedecia a uma decoração descontraída mas refinada, e a deitou sobre os lençóis de uma magnífica e fofa cama de casal.

“Me ame!,” suplicou Camila ao sentir o mamilo rígido sendo acariciado, saboreado, pelos lábios de Helena. Camila estremeceu de prazer e angustia, contorcendo-se.

“Não quero apressar nada,” Helena negou-se a atender a suplica dela. “Quero levar tempo necessário para saborear cada instante.” Enfatizou a decisão passando a mão no seio que acabara de sugar, voltando a atiçar o mamilo com o polegar.

“Eu a quero tanto, Helena,” sussurrou Camila, desesperada. “Eu a quero…” Deteve-se, a visão prejudicada por uma mistura de ansiedade e incerteza. Ouvia o alerta de perigo na própria voz.

Era tarde demais para voltar atrás. Helena se inclinou sobre ela, apoiando-se nos cotovelos, o corpo esguio e sedutor, aos quarenta anos, era uma mulher belíssima e estonteante.

“Onde você me quer, Camila? Diga-me… Mostre-me…”

Mas Helena já sabia a resposta, pois já levara a mão para junto da feminilidade de Camila, a qual acariciava lentamente.

“Não respondeu minha pergunta,” Helena insinuou, traçando círculos delicados de prazer. Camila cerrava os dentes, certa de que desmaiaria com o calor e o desejo que ela lhe despertava.

“Diga-me… Diga-me o que quer,” insistiu Helena, ponteando cada palavra com beijos provocantes sobre o clitóris quente e macio de Camila.

“Eu te quero,” respondeu excitada. “Eu te quero, Helena. Eu…” Camila estremeceu, incapaz de dizer mais, pois os beijos e a língua de Helena se tornaram possessivas e passionais. Quando ela introduziu dois dedos pelo sexo de Camila, esta gritou sensualmente, fechando os olhos.

“Olhe para mim,” ordenou Helena. “Olhe nos meus olhos”, os lábios e a língua explorando o centro do prazer de Camila.

Hesitante, ela obedeceu, deparando com um brilho de fogo no olhar de Helena.

Devagar e com ternura, Helena passou a acariciá-la, a afundar e emergir os dedos dentro da umidade de Camila, e o ritmo dos beijos era mais abrasador, mais íntimo, mais feminino, e dominador.

E Camila perdia-se nas profundezas… Num oceano de amor, apaixonada por Helena.

Subitamente, ela parou de excitá-la. Camila não sabia o que fazer. Sentiu medo de desapontá-la. Mas sabia que Helena era uma mulher amorosa e dedicada. Cuidaria dela e a protegeria, e ela podia fechar os olhos e deixar-se conduzir.

Não estava errada em confiar em seu instinto. Helena agora acariciava-lhe o corpo todo.

“Calma, menina, teremos todo tempo que quisermos,” ela determinou.

“Mas eu a quero demais, Helena,” Camila protestou.

“Faça o que quero,” sussurrou Helena, beijando o seio de Camila, as mãos, que deslizam e envolviam-lhe o corpo delicado, revelando sua urgência crescente.

Vou morrer de felicidade, Camila pensou para si. O ar entre elas parecia estalar com a intensidade da paixão que ambas sentiam, com a movimentação de seus corpos sincronizados, numa perfeição permitidas somente aos verdadeiros amantes.

Helena ajoelhou-se ao lado de Camila, posicionou o corpo entre as pernas dela. Passou a perna direita sob a coxa esquerda da outra, e a perna esquerda sobre a direita. Sorriu e estreitou os olhos, os quadris se aproximando, os sexos se encontrando.

Camila oferecia sua corpo ao beijo que jamais imaginara ser possível. Instintivamente, ergueu e abaixou os quadris para amoldar sua feminilidade à de Helena, para senti-la em toda a sua glória sensual. Helena emitiu um grito rouco quando seu clitóris tocou o de Camila, roçou pelo seu sexo túrgido e úmido. E Camila ficou tensa só por um instante, mas logo se entregou ao prazer das sensações novas que ia descobrindo.

Helena arqueava os quadris em movimentos rítmicos, apoiada nos cotovelos, lamentando não poder abraçar e beijar Camila, a posição não a permitia. No entanto, seus olhos se banqueteavam ao absorver toda a beleza do corpo gracioso e belo da amada, que se rendia ao poder da sua sensualidade.

E Camila, ao sentir a carne quente envolvendo e deslizando sobre seu sexo, pôs de lado todos os pudores, permitindo-se viver e se satisfazer com a dança primitiva dos sexos. Deliciava-se a cada contração involuntária dos seus músculos mais íntimos e secretos, e aprendia a se conhecer enquanto mulher.

“Assim, assim… Ai, ai, ai!,” ela gritou, temendo que seu coração e pulmões explodissem conforme um estremecimento magnífico a conduzia ao êxtase final.

Então, quando todo seu ser explodiu, vieram-lhe as lágrimas, dando-lhe uma radiância ainda mais frágil, e bela.

Alguém estremecia. Seria ela? Ou ambas? Camila perguntou-se a si mesma. Ouviu Helena gemer naqueles segundos finais incríveis, e gritar seu nome de uma forma que a deixou arrepiada.

Respirando fundo, ainda atordoada, Camila procurou os olhos de Helena. Um sorriso iluminava-lhe o rosto. Já não era mais uma adolescente. Mas uma mulher cujo corpo gozara satisfação sexual em toda a plenitude e agora, orgulhosamente, queria proclamar o fato ao mundo.

Mas não era só a sensualidade que a inebriava. O caminho que via à sua frente ultrapassava os seus mais audaciosos sonhos. Finalmente, conhecia o amor, e tinha segurança que um compromisso edificado sobre bases sólidas surgia entre ela e Helena.

“Preciso dizer uma coisa,” Helena deitava-se ao seu lado, os dedos deslizando pelos fios dos cabelos de Camila, num gesto terno. “Não vou abrir não de você, nunca”, ela declarou, como se pudesse ler-lhe os pensamentos. “Estou tentando dizer com palavras o que minhas emoções, meu coração, minha alma e meu corpo já declararam, minha amada, minha preciosa amada.”

Camila balançou a cabeça zonza, sem ousar acreditar no que ouvia. Seu coração palpitava tomado de alegria e excitação. A mensagem de Helena não poderia ser mais intima e distinta. Também queria estabelecer um compromisso duradouro, eterno, com ela.

“Eu te amo!” confessou Camila, enlaçando o pescoço de Helena entre seus braços.

“Feia!” Helena riu. “Queria ter sido a primeira de nós duas a dizer essa frase: eu te amo!” Ela beijou Camila suavemente. “Te amo e para sempre vou te amar.” Finalizou ela, enquanto os corpos voltavam a reagir um ao outro, eroticamente.

É maravilhoso ser amada e poder construir um relacionamento com perspectiva de futuro, pensou Camila, mais tarde, o peito apertado, contemplando e vigiando o sono de Helena.

Ela decidiu passar a noite em claro, registrando na memória a imagem fabulosa da sua amada, para lembrar para sempre da sua primeira noite com ela. Seu coração batia compassado e forte. Sabia interiormente que ambas haviam descoberto uma estrela, que as conduziria à felicidade!

Tardes loucas de uma mulher casada

Gordinha chupando no trabalho

Gordinha chupando no trabalho

Olá, o meu nome é Dulce, tenho 36 anos e sou portuguesa.

Dei aulas de português durante doze anos, mas agora estou desempregada, tal como milhares de portugueses.

Desempregada! No dia que os resultados do concurso saíram, em agosto, e vi que não ficara colocada, fiquei para morrer; como iríamos dar a volta só com o vencimento do meu marido?

Nos dois meses seguintes, comecei à procura de trabalho nos classificados dos jornais, em sites online e em tudo quanto era empresa da minha região; e nada!

Uma amiga minha, editora freelancer, que mora em Lisboa, então propôs-me que viesse trabalhar com ela. Conhecemo-nos na faculdade, quando tiramos o curso, e ficamos as melhores amigas.

Ela, que começara a fazer aquilo como um part-time, mas desde que revira e editara a autobiografia dum jogador de futebol reformado, que mal sabia ler e fez dela um livro bastante agradável que teve um sucesso surpreendente de vendas, a editora passou a dar-lhe outros trabalhos. Só que a fama espalha-se e como ela nunca foi de deixara escapar oportunidades, aceitava outros textos de novos autores para rever. Por uma quantia mais ou menos significativa conforme o trabalho que fosse necessário, pegava no texto “cru”, analisava-o e depois dava-lhe a volta.

E já não conseguia dar conta do recado, por isso aqui estava eu. O primeiro que ela me passou foi muito fácil, era um livro que três irmãos escreveram para homenagear as bodas de ouro dos pais. Foi um teste. Ela confiava em mim, porque me conhecia e sabia que eu partilhava das suas visões e o resultado final era bastante similar ao que ela fazia. Ela gostou, os clientes adoraram e dos duzentos e cinquenta euros que ela cobrava, cinquenta foram para ela e o restante para mim.

Maravilha! Trabalhava a partir de casa, fazia o que gostava e ainda era paga. Muito bem paga por sinal!

A coisa foi correndo bem e no primeiro mês consegui ganhar mais do que ganhava no meu emprego. E então ela propôs-me um trabalho maior: um romance!

Aceitei o trabalho e recebi o original. Era a história real de Rosa, uma mulher que se redescobriu numa viagem interior pelo que mais a aquecia na cama.

Ela tinha-se apaixonado à primeira vista por um homem misterioso que vira uma só vez. Não lhe sabia sequer o nome, mas a partir desse dia nunca mais o conseguiu tirar da cabeça.

Ela percebeu que era um homem como ele que a fazia chegar aos píncaros do prazer, e não o banana do marido; separou-se e passou a, masturbando-se, viver as mais tórridas noites de prazer imaginando e relatando as mais fantásticas fantasias que eu alguma vez tinha tido conhecimento.

Conforme eu ia lendo, e me imaginava no seu lugar, foi ficando terrivelmente excitada. Vantagem de trabalhar em casa, estava com uma t-shirt velha do meu marido, comprida que em mim parece um vestido, e cuequinhas.

Eu sempre gostei de ler literatura erótica, mas nunca lera nada assim num romance. Era o mesmo erotismo forte de alguns, infelizmente poucos, contos eróticos que só se encontram online em sites especializados.

Fiquei em fogo! Não conseguia evitar, enquanto lia, sentir o mesmo que ela sentia enquanto fantasiava com aquele desconhecido, que como em toda a fantasia, era o mais perfeito Deus do sexo.

Já com a calcinha ensopada da minha excitação, não consegui evitar: puxei-a para baixo, até meio das minha coxas, e lentamente a princípio, comecei a tocar-me levemente enquanto, de olhos pegados no monitor sentia cada toque como o que lia que lha acontecia a ela na sua história. Vim-me rapidamente e pensava que, uma vez resolvido o assunto, podia voltar ao trabalho. Erro meu!

Aquele rápido e intenso orgasmo, em vez de me acalmar, ainda me incendiou mais!

Durante o resto do dia, por mais que me tentasse concentrar no que tinha a fazer, não consegui! Era simplesmente forte demais. Parecia que aquela mulher escrevera o livro dentro da minha cabeça, e cada situação que ela relatava era uma fantasia minha que eu desconhecia. Um dos personagens do romance era uma mulher que se vira envolvida pelo marido numa relação de cuckolding e a partir daí fiquei completamente descontrolada.

Fechava os olhos e via-me debaixo dum outro homem enquanto olhava nos olhos do meu marido, que deslumbrado via cada contração dos músculos do meu amante quando este se contorcia entre as minhas pernas abertas para o receber, quando ele se enterrava todo em mim. Sentia-me assada, dorida de tanto me esfregar, e nada me satisfazia. Fui ao quarto e da prateleira de cima do roupeiro, retirei a mala dos brinquedos que há muito não era desarrumada. Abri-a sobre a cama e salivei quando vi todos aqueles caralhos ali disponíveis, prontos e todos para mim.

Lembrei-me como o meu marido ficava alucinado quando os usava em mim. O seu preferido era um bem gordo, deliciosamente macio ao toque e comprido o suficiente para incomodar quando ele mo enfiava até ao saco se encostar nas bordas do meu rabo. Nem pensei duas vezes: seria esse mesmo o meu escolhido para a que foi a mais fantástica tarde de metição que eu alguma vez imaginei.

A ideia de outro homem a comer-me repetida e continuamente por horas e horas a fio, sem parar de se esporrar como um cavalo dentro de mim, deixava-me tresloucada, e eu imaginava a cara do meu maridinho, de boca seca e olhos bem abertos a ver tudo aquilo enquanto se fosse tocando e me desse o seu pinto à boca para me deixar saborear o seu leite morno de cada vez que se viesse, louco pela tesão de ver a sua mulherzinha a ser assim surrada sem parar por outro homem.

De cada vez que, de olhos fechados, via os seus olhos sentia-me iniciar nova espiral a pique que me levava à lua e para lá dela. Acabei por adormecer exausta.

Acordei com o chamado do meu marido quando entrou em casa. Peguei no dildo e enfiei-o debaixo da almofada mesmo a tempo de ele não o ver. Por sorte tinha deixado a mala do outro lado da cama. Ele ficou preocupado comigo, e eu não lhe consegui dizer o que se passara. Disse que tivera uma ligeira dor de cabeça mas que agora já passara.

Senti-me mal, por não lhe confessar. Mas era algo tão proibido, tão fora da nossa relação de amor sincero, que tive receio que ele pudesse entender mal e ficasse magoado comigo.

Mas ao mesmo tempo queria viver aquilo. Queria partilhar aquilo com ele. Agora percebia o que o levara, uns anos antes a comprar todos aqueles pintos falsos mas todos eles bem realistas, e a querer que eu os usasse para ter prazer e dar-lhe a ele o prazer de ver.

Teria que pensar bem em tudo aquilo, mas teria que meditar na melhor abordagem para aquilo que, tinha a certeza, seriam momentos de inesquecível prazer para nós dois.

***

Quando nos deitamos, e por mais que o meu marido me dissesse que estava cansado, eu simplesmente não quis saber.

“Amorzinho, eu quero-te!”

“Mas o que te deu hoje?”

“Nada. Estou excitada, deve ser por causa do texto que estou a analisar… toca-me e sente como eu estou!”

Quando ele me sentiu alagada nos meus fluídos espessos e viscosos, da minha tarde de suruba solitária, ficou doido. Quis ver mais de perto o que sentiu com os dedos. Desceu por dentro da cama, e eu — sabendo aonde ele ia, facilitei — abrindo bem as pernas. Quando ele me aproximou a cara da minha gruta, acomodou-se melhor como se me dissesse que não tinha intenção de ir a lado nenhum nos tempos mais próximos.

Primeiro cheirou-me, inspirando fundo o meu aroma de fêmea no cio. E eu imaginava como a mulher do texto que eu estava a trabalhar não se devia sentir ao dar a sua intimidade sagrada pelos votos conjugais, completamente arrombada e a vazar por fora de esporra farta e espessa do homem com que tinha passado a tarde num hotel de segunda categoria.

“Dulce?!”

“Sim amor?”

“Que se passa contigo? Que andaste a fazer esta tarde?”

“Porque perguntas?”

“Porque estás toda alargada e vermelha… como se tivesses passado a tarde inteira a foder…”

A voz dele tremeu-lhe quando o disse, mas ter tocado com a ponta da língua ao de leve no meu botãozinho completamente eriçado, assegurou-me de que não estava zangado. Arrisquei e desafiei-o.

“É mesmo amorzinho? E se tivesse? Se eu te dissesse que sim, que estive a tarde toda a transar, ficarias zangado?”

Aí fiquei realmente assustada. Ele parou e ficou a olhar para mim, tentando perceber o que se estava a passar. Puxei-o para mim, e os seus olhos deitavam fogo; mas o lume que lhe atiçava o seu mastro era ainda mais forte. Tentou evitar que eu lho sentisse, mas não conseguiu. Envolvi-o entre as minhas coxas e acomodei-me debaixo dele de modo a deixá-lo bem apontado à minha gruta dos prazeres que estava mais que pronta a recebê-lo. Quando assim o senti, empurrei-me contra o seu corpo e empalei-me toda até que só o seu saco ficou de fora, esparramado contra o meu ânus.

Ele fodeu-me com raiva. Veio com tudo o que tinha para dar. Pela sua cara parecia que estava rachar um tronco, enquanto me tentava rachar ao meio. Tentou a todo o custo tirar-me a cara de prazer sem limites que eu tinha por estar a ser assim tão bem metida. Ferrou-me os dentes no pescoço e fez-me vir com um berro que se deve ter ouvido ao fundo da rua. Aposto que todos os vizinhos ouviram.

Mas eu queria mais. Queria que ele se viesse com todo aquele tesão, como nunca lhe tinha sentido. Após ter-me vindo, fiquei ainda mais excitada. E aticei-o.

“Ai amor, assim matas-me de prazer. Todo esse tesão é porquê?” como ele não respondeu, continuei. “É por aquilo que te disse? É pela ideia de que eu possa ter estado com outro? Outro homem que passou a tarde a comer-me? À tua mulherzinha? É?”

Se não tinha respondido, aí é que não podia ter respondido mesmo; com uma última estocada que o levou mais fundo no meu corpo onde nunca fora antes, enterrou-se todo e parou: veio-se numa, e noutra, e noutra e ainda numa outra contração daquela que foi de longe a mais violenta ejaculação desde que estávamos juntos. Deve ter-se vindo meio litro de esporra dentro de mim.

Quando acalmou, tentou sair de mim, mas não deixei. Sussurrei-lhe ao ouvido:

“Eu amo-te. Nunca estaria com outro homem, e tu sabe-lo bem.”

“Eu também te amo…”

“Meu Deus! Tu ficaste louco, foi por aquilo que eu te disse?”

“N..não, não sei… talvez. Foi forte! Imaginar outro homem contigo magoou-me. Foi como um ferro em brasa dentro da minha mente.”

“Mas deixou-te assim como te deixou…”

“Mas onde foste buscar essa ideia?”

“É do texto que eu estou a trabalhar. Lê-lo deixou-me assim.”

Contei-lhe por alto a história e ele ficou curioso. Perguntou-me se eu estava assim tão alargada só da excitação e a aflição tirou-me o ar do peito; eu tinha que lhe contar.

“Não. Eu estava tão excitada que me masturbei; mas ainda foi pior. Eu precisava, precisava demais de me sentir bem comida, e fui buscar a nossa mala. Eu não estava em mim, de tão excitada que aquela história me deixou.”

“A mala? Mas tu nunca achaste grande graça aos brinquedos…”

“Nunca. E nunca pensei vir a fazê-lo. Mas como a R diz no seu livro, nunca se deve dizer nunca…”

“E como foi? Qual usaste?”

“O grande… aquele que me deixava desconfortável, mas que hoje, como eu estava foi o melhor que tu podias ter comprado para mim.”

Aí ele já estava pronto para me devastar novamente. Veio para cima de mim, e preparava-se para me penetrar quando eu o fiz parar. Pedi-lhe para me dar prazer com a boca; eu queria sentir a sua língua na minha vagina a transbordar de esporra. Ele engoliu em seco, mas mostrou-me como um homem faz o que um homem tem que fazer. Desceu por mim e recomeçou o que tinha deixado a meio antes de me ter arruinado as bordas da minha xavasca minutos antes.

Minha Nossa Senhora Dos Céus e dos Altares!

A sua fome assegurou-me de que aquilo era uma fantasia sua também. Não mo disse, mas também não precisou. Eu conhecia-o bem demais para saber que aquele caminho nos levaria por viagens intermináveis de prazer e tesão. Fez-me vir um sem número de vezes antes de, por fim, se ter arrastado para onde estava quando lhe pedi aquela incursão a sul: entre as minha pernas, e onde se enterrou — louco pela sensação que eu lhe proporcionei de tão aberta e esporrada que estava.

A sua boca, lábios e cara estavam recobertas dos nossos sumos de prazer, e ele partilhou-os comigo. Viemo-nos os dois ao mesmo tempo, e ficámos a olhar um para o outro; a ver o quanto aquilo nos tinha aproximado — ainda mais do que sempre fomos — e dado a certeza de que o nosso amor é à prova de tudo!

(continua)

***

No dia seguinte, pela primeira vez em muito tempo, acordei depois da hora. Foi um acordar lento, sentia-me dorida, mas a cada vez que me contraía e sentia toada a esporra com que o meu marido me tinha enchido na noite anterior, sentia um prazer indescritível.

Estava deitada de barriga para baixo, e deslizei uma mão entre mim e a cama até que me senti. Não admirava que me sentisse dorida, senti-me toda escachada, inchada de tanto ter dado nas últimas vinte e quatro horas. Estava toda encharcada e lembrei-me do que a língua do meu marido me tinha feito sentir.

Piorou!

Toquei-me com os meus dedos imaginando que era ele. Novamente, imagens do que imaginara ao ler o texto da R me assaltaram brutalmente. Eu estava a ficar doida. Eu queria aquilo, aquele sabor proibido, e queria muito!

Não aguentei mais e estiquei-me até à mesinha de cabeceira. Tinha lá enfiado o dildo na noite anterior e de olhos fechados, senti-o na minha mão. Nem de perto o conseguia abraçar com os dedos. Imaginei como o meu marido me teria sentido inevitavelmente alargada depois duma tarde inteira com aquele bacamarte enterrado até aos tomates que lhe serviam de base. Trouxe-o até à boca e lambi-o. Ainda sabia a mim, aquele sabor inconfundível a cona, e fez-me suspirar de desejo.

Sempre sem abrir os olhos, coloquei uma almofada debaixo de mim ficando com o rabo bem espetado no ar. Queria senti-lo assim a escorregar lentamente entre os meus lábios gulosos. Aproveitado o néctar de macho que ainda tinha dentro de mim, que eu sentira ser injetado direto dos colhões do meu maridinho, apontei-o e fi-lo entrar em mim até que a cabeçorra me fez suspirar quando me empurrou o cérvix, e forcei-o ainda mais um pouco: eu queria sentir o contacto dos tomates pesados da base a assegurar-me que o tinha todo metido, quando me tocaram nas bordas bem esticadas à volta daquele quilo e meio de prazer carnal — ainda que fosse a fingir!

Assim como estava, de rabo espetado no ar, imaginei o desvario de qualquer homem à face da terra, se me apanhasse. Experimentei larga-lo e a gravidade encarregou-se de o manter bem plantado sem sair. Nesta altura, a minha mão esquerda apalpava-me a mama esquerda e beliscava-me o mamilo com força. A outra, cheia dos líquidos que me deixavam assim molhada, trouxe-a à boca e esfreguei-a nos lábios. Enfiei primeiro um e depois dois, três dedos na boca e chupei-os como se fosse um outro caralho. Arrepiei-me de tesão imaginando que fosse o do meu marido doido de tesão por ver outro homem agarrado aos meus quadris, a mandar ver como se deve foder uma mulher doida por levar com ele como eu estava. vim-me como uma puta alucinada e valeu-me a almofada para me abafar os gemidos roucos que aquele homem imaginário e afortunado me provocaria. Estava exausta novamente quando me deixei ficar com o brinquedo enterrado até às bolas, e adormeci novamente, com a certeza de que estava efetivamente a ficar doida com aquele livro.

***

Sempre sem abrir os olhos, coloquei uma almofada debaixo de mim, que me deixou com o rabo bem espetado no ar. Queria senti-lo assim a escorregar lentamente entre os meus lábios gulosos. Aproveitado o néctar de macho que ainda tinha dentro de mim, que eu sentira ser injetado direto dos colhões do meu maridinho, apontei-o e fi-lo entrar em mim até que a cabeçorra me fez suspirar quando me empurrou o cérvix, e forcei-o ainda mais um pouco: eu queria sentir o contacto pesado dos tomates da base a abafar-me o clitóris.

Nada como essa sensação para me assegurar que o tinha deliciosamente metido! Quando lhes senti o toque nas bordas da minha vagina, bem esticadas à volta daquele quilo e meio de prazer carnal — ainda que fosse a fingir — deixei-me ficar o mais imóvel que a minha respiração descompassada me permitia!

Estava em comunhão com A entidade suprema; Aquele a Quem normalmente chamam de Deus. Estava finalmente em Zen. Podia continuar mas acredito que já me terão entendido. Percebi então o êxtase visível na cara das mulheres que se entregam ao fisting; ao prazer simplesmente tão intenso da extrema dilatação.

Se melhor não soubesse da espantosa elasticidade e capacidade de recuperação duma vagina, e teria certa a minha permanente e irreversível destruição como mulher para que homem fosse que de futuro me penetrasse. Mas a ideia, só por si, era arrasadora.

Tive receio, não do que podia acontecer, mas por me conhecer demasiadamente bem para ter a certeza de que o experimentaria: tocar-me lenta e saborosamente no clitóris e nos lábios a toda a volta daquele cavalar objeto de delírio que a gravidade me ajudava a engolir até mais não poder entrar.

Foi um orgasmo diferente. Quando digo diferente é porque foi incomparável com qualquer outro que em mais de vinte anos de sexo a solo ou acompanhada alguma vez experimentara. Comecei a senti-lo formar-se nos confins da minha mente pelo proibido do que estava a fazer, pelo risco de me lesionar, pela dor para lá do subtil, que implacável, tanto me empurrou para o abismo. Foi com uma série de beliscões ora num ora noutro mamilo, magistralmente sincronizados com os leves mas insistentes toques no meu clitóris obscenamente ereto que me deixei cair numa sucessão de orgasmos que me devastaram o corpo completamente deixando-me num farrapo.

No meio do turbilhão, naquele transe em que mergulhei e parecia eternamente aprisionada, visões da cena dos cavalos que a Rosa descrevera: de alguma forma senti-me como aquela égua bestialmente montada pelo garanhão que com o seu membro do comprimento, e grossura, do braço dum homem a emprenhara.

A falta da voluptuosa sensação de peso, que teria tornado aquele perfeito momento sublime, foi a última coisa de que me lembro antes de me ter apagado.

Voltei a mim minutos depois, com a perda de sentidos o dildo escorregara para fora e sentia-o encostado ao meu rabo. Mexi-me lentamente e rebolei, ficando de lado. Não me conseguia decidir se seria melhor enrolar-me em posição fetal, se com as pernas esticadas.

De cada vez que tentava mexer um músculo, toda eu tremia, e lá consegui encontrar uma posição meio-termo entre uma e outra que me permitiu recuperar daquele inesquecível orgasmo.

E era oficial. Nunca o reconheceria a mais ninguém, mas estava efetivamente doida. Tinha ensandecido, e não havia volta a dar.

Aquele Ribatejo Ardente era a mais potente das drogas para os mais exigentes viciados em erotismo.

E eu estava a ficar dependente! Dependente não, que é coisa de gente fina; eu estava mesmo era a ficar agarrada!

***

Com a libido apaziguada e as carnes doridas, a razão pôde enfim sobressair e deixar o bom senso governar um pouco. Levantei-me, esqueci por um dia a necessidade de economizar em tudo a toda a hora e enchi a banheira. Precisava dum longo e temperador banho de imersão, que se revelaria milagroso.

Depois do almoço, uma salada rápida, agarrei-me ao trabalho. Desta vez consegui abstrair-me o suficiente do conteúdo e focar-me na forma. Não foi propriamente fácil ”apanhar” o estilo por vezes confusamente embrenhado da Rosa, que para chegar dois metros ao lado de onde estava, levava o leitor a dar uma volta à Europa passando pela Ásia e visitando a Oceania.

A minha primeira reação foi de cortar, mas tudo o que lá estava fazia falta — mais cedo ou mais tarde. Resumindo e baralhando, a tarde lá se passou sem que eu me tivesse portado mal.

Quando o Nando chegou, e animado pela noite anterior, mostrou como estava desejoso de, o mais rapidamente me apanhar novamente na cama. Eu não lhe podia espetar novamente com a batida desculpa da dor de cabeça!

Noite com a amiga putinha

Novinhas brasileiras fazendo sexo

Novinhas brasileiras fazendo sexo

Acordei de manhã com aquele frio desgraçado de 8°C, por mais que eu goste de um friozinho, não era conveniente naquele momento, pois levantar cedo num clima desses, ainda mais em uma sexta feira, realmente, é impossível.

Como a porta começava a abrir, cada centímetro significava mais medo, minha consciência novamente voltava com força total, em alguns milésimos de segundos já tinha imaginado todas as brigas e a tristezas que viriam em seguir. Muito esforço, consegui levantar, tomei um banho quente, tomei café da manhã e fui direto trabalhar. O dia foi bem tranquilo, passou muito rápido e no meio da tarde, recebi o convite de uma amiga muito íntima (e bota íntima nisso) para passar a noite comigo, vendo séries, filmes, comendo besteiras e afins.

Eu, de prontidão, aceitei na hora, eu sabia as reais intenções dela. Giovana já era minha faz há muito tempo, já transamos inúmeras vezes nesses finais de semana sozinhas. Quando cheguei em casa, dei uma geral na casa, preparei alguns petiscos e fui tomar um banho, me produzir e ficar lisinha e cheirosinha pra gozar muito.

Não deu muito tempo e a Gi bateu na porta de casa, eu a recebi com um beijo de língua, que fez ela largar as sacolas que estava carregando e se envolver inteiramente no beijo, com pegadas na minha bunda e nos meus seios. O meio das minhas pernas já estava pegando fogo, mas ainda era muito cedo pra festinha começar, eu interrompi a pegação quentíssima e fui para a cozinha.

Peguei o que tinha preparado e fomos pra sala, e começamos a ver os filmes que ela tinha trazido. Nessa altura, já havíamos assisto 2 dos filmes que ela trouxe, remexi na sacola pra procurar mais um e me excitei na hora ao ver um DVD pornô de lésbica.

– Você nunca me decepciona Gi!!

Falei dando um beijo nela e correndo pra colocar o filme com o rabo todo empinado só pra provocá-la. Me sentei ao lado dela já preparada pra gozar igual uma puta, a primeira cena era de duas mulheres de lingerie, uma loirinha baixinha e a outra moreninha. Eu já estava com a mão acariciando a buceta quando os beijos no filme começaram.

Me masturbei na frente da Gi, olhando pra ela, e ela selvagemente, veio pra cima de mim, os beijos já me faziam explodir de tesão, ainda mais com a boca dela percorrendo meu corpo todo até chegar na minha buceta já toda melada, ela abocanhou e eu só conseguia gemer, contraindo todo meu corpo no mais perfeito prazer.

Eu forçava sua boca contra minha buceta e gemia mais ainda, e coincidentemente, no filme, a loirinha estava lambendo a buceta e o cuzinho da morena, vendo aquela cena, me contorci toda num orgasmo delicioso. Foi tão intenso que até perdi o senso de realidade por um instante. Conforme fui me recuperando, vi a Gi se despindo por completo e ficando de quatro, abrindo a bunda revelando seu cuzinho e sua buceta que escorria de tesão.

Não perdi tempo e cai de boca nos buracos sensuais dela, seu cuzinho contraia a cada lambida, e sua xoxota lubrificava mais ainda quando eu enfiava minha língua nela, a vadia se contorcia toda e o gozo dela sincronizou com o orgasmo da loirinha do filme. Por fim, nada melhor do que compartilhar o gosto da buceta de cada uma num beijo de língua, deitamos no sofá, acabadas e ofegantes, e claro que teve mais uma fodinha antes de cairmos no sono…

SEXO na Escola

Ouvi o farfalhar de passos na grama alta do lado de fora da minha tenda e levantei minha cabeça do meu travesseiro inflável. Eu escuto. As florestas estão vivas com um milhão de insetos e animais, mas isso era diferente, maior. 

É o segundo dia de uma viagem de faculdade para a floresta a poucas horas da cidade, onde eu e alguns outros professores fomos escolhidos para acompanhar uma consciência ambiental e um prêmio de atividade que nenhum de nós deu a mínima. 

O parque que tínhamos escolhido era bom, era um lugar grande o suficiente para você acampar onde você queria, mas ainda perto o suficiente da cidade que você poderia fazer durante a noite e ainda ter muita tarde de domingo para se preparar para a próxima semana.

Enquanto esperava na escuridão, pensei na viagem. Eu tinha ficado chateada quando meu nome foi tirado aleatoriamente de um chapéu perdido e achado no salão do professor. As madeiras não eram a minha rotina habitual, mas tinha sido uma boa mudança da solidão habitual da minha vida. 

Fazer parte de uma viagem como essa, cercada de professores e alunos, era muito melhor do que sair da escola no final do dia, ir para casa num apartamento vazio, dar notas, assistir televisão, brincar no laptop e ir para a cama. 

O barulho do lado de fora da tenda novamente. Um passo e depois outro. Eles estavam se aproximando, caminhando em direção a minha tenda. 

Eu esperei. Meu coração estava batendo no meu peito. Alguém tinha se levantado no meio da noite, mas quem? E por que eles estavam vindo em direção a minha tenda?

Quando chegamos ao acampamento alguns dias antes, minha barraca estava ao redor do grupo principal. Foi onde eu comecei, onde todos os outros professores decidiram se apresentar. 

Mas tenho sono leve e Adam e Kent roncavam. Eles pareciam cortadores de grama no meio de uma floresta escura. O pior foi quando, de alguma forma, eles encontraram um ritmo para o ronco, quando sincronizaram e se tornou uma cacofonia. 

E eu não me importei em mudar minha barraca. Eu estava tendo dificuldade em ficar parado e o som de um sono no meio de uma noite tranquila não é silencioso. Então, jogando e virando, deitado lá cercado por barracas cheias de pessoas diferentes – era realmente muito de qualquer maneira. Eu estava feliz em me mudar.

O som de folhas trituradas e galhos quebrados ficou mais alto. Alguém foi até a porta da minha tenda. “TOC Toc?” 

Kimberly De todas as pessoas que participaram da viagem de campo, ela talvez fosse a mais tímida. Aposto que não a ouvi dizer mais do que dez palavras durante os dois dias que nos separamos. Eu mal reconheci sua voz na escuridão. Ela era estudiosa, com longos cabelos escuros e óculos de aro preto. Ela tinha um rosto redondo, mas lábios grossos. Ela era fofa, uma moldura minúscula com uma prateleira impressionante, embora ela não fosse o tipo de garota que mostrasse isso. Ela nunca usava nada provocante. E ela não correu com a multidão popular.

“Kimberly?” Eu perguntei, deitada no meu saco de dormir e esperando que ela voltasse para a cama em breve para que eu pudesse descansar um pouco. Eu já estava correndo perigosamente baixo depois da noite passada e já era tarde. Quase todo mundo já dormia há mais de uma hora, mesmo os mais atrasados ​​que haviam ficado em volta da fogueira tomando algumas bebidas de vez em quando tinham ido dormir. 

“Eu não consigo dormir.” Ela sussurrou. “Posso … posso entrar?” ela perguntou. 

Eu coloquei lá e olhei para o topo da minha tenda por um momento. Eu tive que reunir minha paciência. O que diabos ela estava fazendo? E por que eu? Liguei a pequena luz que tenho, que Kimberly deve ter tomado quando eu admiti a entrada, porque ela abriu o zíper da porta externa da minha tenda e depois da interna. 

“Depressa, então”, eu assobiei.

Ela entrou vestindo um top verde escuro, colete e pouco, azul claro, shorts de algodão. Seu cabelo estava puxado para trás com um único clipe na parte de trás de sua cabeça. Ela não tinha sutiã e era a maior pele que eu já vi na menina de dezenove anos. Sua pele pálida brilhava contra a pequena luz no meio da minha tenda. 

Eu sabia dos riscos de tê-la lá. Eu realmente não sei porque eu deixei ela. Quer dizer, ela abriu o zíper da tenda e entrou antes que eu pudesse dizer qualquer coisa. E então havia seus seios, pendurados no colete, balançando para frente e para trás enquanto ela se arrastava pela pequena abertura.

Se algum dos outros professores soubesse que ela estava na minha tenda, minha carreira estaria terminada. Eu nunca teria ensinado em qualquer lugar, nunca mais. Ainda sabendo dos riscos, por qualquer motivo, não me mexi. Eu apenas sentei e esperei por uma explicação. 

“Sinto muito, senhorita Conroy”, ela disse, sentando-se de joelhos e parecendo adequadamente embaraçada. “Eu simplesmente não conseguia dormir e … eu sinto falta de casa. E meu namorado. Eu nunca estive tão longe de todos eles por tanto tempo e eu é tão assustador aqui.” Ela tirou os óculos e esfregou os olhos como se estivesse chorando.

Levou toda a minha força para não revirar os olhos em todo esse show. “E o que você quer que eu faça Kimberly? Quero dizer … o que eu posso honestamente oferecer? Você quer que eu o leve de volta? Porque se você fizer isso terá que esperar até a manhã.” Eu tentei não ser muito irritável, mas o ato infantil não estava funcionando para mim e eu queria que ela soubesse disso sem apenas dizer a ela. 

Seus olhos castanhos ergueram os olhos, por uma vez não enquadrados por seus óculos. Talvez ela estivesse esperando mais simpatia de mim. Ela segurou meu olhar por um momento até que ela tristemente balançou a cabeça. 

“Você não está com medo. Você não está com saudades de casa. O que você está fazendo na minha tenda, Kimberly?” Eu bebi ela. Era tarde, e eu não tinha dormido bem na noite anterior. Meu autocontrole provavelmente estava escorregando um pouco, mas eu não me importei.

“Eu te vi no rio mais cedo”, ela colocou os óculos de volta e olhou para o meu saco de dormir. 

Meu coração parecia que parou. Era impossível. Eu tinha andado por uns vinte minutos, descendo o riacho e indo para a floresta. Ninguém havia me seguido, eu teria ouvido. Eu os teria visto, era final do outono, as árvores eram todas varas e folhas crocantes. 

Eu voltei por cima de tudo. 

Eu tinha dito aos professores que precisava de uma caminhada, apenas alguns minutos para limpar a minha cabeça. Sempre que você está em uma viagem com os alunos, mesmo que sejam adultos jovens, é estressante. Eles são jovens, vocês estão no comando. Existem preocupações constantes. É apenas estressante. 

E assim, eu dei um passeio.

Eu não contara a nenhum dos alunos, a maioria deles estava trabalhando em amostras de água e catalogando insetos de qualquer maneira. Foi o momento perfeito para escapar. E eu saí pela floresta. 

Era impossível que Kimberly estivesse falando sobre o que eu estava pensando. Mas que outra vez tinha sido pelo rio? 

“O que você quer dizer?” Eu perguntei, hesitante. 

“Agora quem está jogando como ela não sabe porque eu estou aqui?” Ela sussurrou. 

Ela me viu. 

Eu podia ver nos olhos dela. Mas como? Eu tinha ido tão longe. E o pequeno lugar que encontrei era tão privado, tão escondido.

Eu me sentei e olhei em seus olhos. “Kimberly, você sabe como isso é arriscado?” Eu sussurrei. “Eu poderia perder meu emprego! Não, você não pode ficar.” Eu não podia acreditar que estava tendo a conversa. Eu não podia acreditar que nada disso estivesse realmente acontecendo. 

Seus olhos castanhos se agitaram levemente e senti o desejo familiar. Ela era mais do que parecia? Ela poderia ser? 

“Por favor”, ela sussurrou olhando para o meu saco de dormir.

Suspirei. Como eu poderia dizer não quando o que ela assistiu era por causa dela? A pequena mancha que eu havia escolhido, o pequeno aglomerado de pedras lisas ao lado da água ondulante, tinha sido isolada o suficiente para que eu me sentisse confortável descendo e deslizando na água. Eu tinha dado um pequeno mergulho e, em seguida, cedendo ao fato de que eu tinha um pouco de privacidade, eu tinha me sentado nas pedras e me masturbado até que meu clitóris se expandiu em um pênis longo e duro. 

Eu estava pensando nela. Ela tinha sido a minha favorita na viagem, ela era tão sexy e não tinha ideia. Eu amava sua inocência.

Abri o zíper do meu saco de dormir e o abri. Eu acho que ela não esperava que eu estivesse nua. Seus olhos ficaram grandes quando ela viu minha condição. Meu clitóris já estava escorregando do pequeno capuz encoberto no topo da minha boceta, crescendo, estendendo-se do jeito que tinha quando se masturbou para a fantasia de Kimberly em cima dele. 

“É inacreditável”, os olhos de Kimberly estavam colados ao meu pau. 

Eu abro o saco de dormir e apago a pequena luz. “Entre aqui e você se foi antes do amanhecer.” Eu disse a ela. 

Ela rastejou até mim e deslizou sobre a bolsa, esticando as pernas ao longo da minha. 

Eu deslizei meu braço ao redor dela e a puxei para perto. 

Ela estava tão quente. Seus seios pressionaram os meus quando nossos lábios se encontraram. 

Ela se aproximou e se inclinou para o meu corpo.

Seus lábios eram tão macios, tão flexíveis. 

Meu corpo doía para ser tocado. 

Mas eu não consegui. Não importava que ela soubesse meu segredo. Eu não consegui dormir com um aluno. Seria o meu fim, eu teria que encontrar outra coisa para fazer, em outro lugar para morar. 

“Você deveria voltar” Eu quebrei o beijo e a afastei. “Sério, não podemos.” Eu disse com exatamente zero convicção. 

Ela passou a mão por baixo da minha camiseta folgada, os dedos deslizando sobre as curvas dos meus seios. “Não”, ela disse, seriamente antes de me beijar novamente, desta vez levemente, provocando-me a perseguir seus lábios. 

Meu corpo se mexeu. Não importava o quão perigosa ela fosse, ela era deslumbrante. 

Ela separou meus lábios com a língua quando eu a beijei.

Sua mão serpenteou pela minha barriga e encontrou meu pau ereto. 

Eu assinei, e ela mordeu os lábios cheios. 

“Está tão quente.” Sua pequena mão moveu-se lentamente para cima e para baixo do meu eixo, provocando em torno da ponta lenta o suficiente para me deixar saber que ela sabia o que estava fazendo. 

Eu engoli em seco e depois me virei para encará-la. Sem pensar, sem perguntar e sem considerar quaisquer consequências, me abaixei e afastei o elástico de sua bermuda. 

Eu podia sentir um pequeno tufo de cabelo e depois lábios muito molhados. 

Kimberly ofegou quando meu polegar roçou seu clitóris e meu dedo indicador enrolou em sua boceta já escorregadia. 

“Oh, foda-se, senhorita Conrad.” ela mordeu o lábio inferior e mudou os quadris quando eu empurrei meus dedos nela.

“Cale a boca”, eu grito. “A menos que você queira que nós dois tenhamos sérios problemas.” Eu olhei para as paredes da minha tenda e fiz o meu melhor para ouvir o sangue correndo em meus ouvidos. 

O que estávamos fazendo era tão errado. 

Imaginei os professores, o que eles diriam, se descobrissem. 

Ela assentiu e fechou os olhos novamente enquanto meus dedos exploravam seu sexo. 

Ela estava tão apertada e molhada. 

Suas bochechas pálidas coraram quando seus quadris começaram a se mover no ritmo dos meus dedos. 

Ela abriu as pernas e depois pegou minha boceta ensopada. Sem uma palavra, ela correu o dedo ao longo da minha fenda e, em seguida, pressionou em mim, devolvendo o favor enquanto a outra mão trabalhava no meu comprimento.

Voltei minha atenção para o quanto ela estava molhada e apertada. Ela pode ter sido experiente, mas ela nunca teve um pau como o meu antes, eu ia esticá-la. 

Kimberly se inclinou para frente e chupou meu mamilo direito em sua boca. 

Eu coloquei uma mão na parte de trás da cabeça dela e deixei ela chupar enquanto eu colocava meus dedos dentro dela. 

Ela se contorceu em meus braços, seus gritos foram abafados pelo meu peito. 

Ela arqueou as costas e abriu as coxas mais largas. 

Meus dedos entraram e saíram lentamente, mergulhando e lentamente se enrolando nela. Ela tremia toda vez que eu me movia. 

“Não pare”, ela engasgou. 

Mas eu não escutei. Eu puxei meus dedos dela e me sentei de volta. 

Ela estava sem fôlego.

Como se ela estivesse lendo minha mente e soubesse exatamente o que eu estava pensando, Kimberly baixou o short e revelou seu pêssego brilhante. 

Eu fiquei de joelhos e abracei as pernas dela, seu sexo brilhava, convidando-me a levá-la. 

“Não é um som.” Eu a avisei quando coloquei a cabeça do meu pau grosso contra a sua entrada atraente. 

“Sim”, ela sussurrou, “me foda”. 

Eu pressionei a cabeça nela, esticando sua pequena boceta aberta. 

Ela engasgou e eu empurrei mais. 

Seu calor me envolveu. Era tão apertado e eu estava apenas na metade dela. 

Cada pequeno impulso fez Kimberly ofegar e eu sabia que estava machucando ela.

“Foda-se você é tão apertado” eu assobiei quando me abaixei e enfiei a mão atrás das costas dela, puxando seu corpo para mais perto enquanto eu avançava para dentro dela. 

O saco de dormir fazia tanto barulho, mas eu não me importava. 

Abaixei-me e abri o colete, precisando ver quão grandes eram as mamas dela. Eles eram dois travesseiros ao luar e eu avidamente amassei sua carne e coloquei em seus mamilos rosados ​​até que ela soltou um suspiro de prazer. 

Seu gemido era tão alto que eu coloquei a mão sobre a boca dela. “Não”, eu disse e comecei a fodê-la mais rápido, alimentando seus impulsos longos e firmes que fizeram nossos seios saltarem. 

“Deus o que essa garota está fazendo comigo?” Eu pensei que toda vez que eu encontrei seu colo do útero. 

Eu envolvi minha mão livre em torno de sua coxa leitosa e perfurei nela com mais força.

Levou toda a força de vontade que eu tinha deixado para parar de fodê-la por um segundo, eu não queria gozar ainda, sua vagina era muito boa. 

Mas Kimberly aproveitou a oportunidade para tirar minha mão da boca e subir no meu colo. Tudo enquanto mantinha meu pau firme em sua boceta. Ela colocou os braços em volta dos meus ombros e seus olhos ficaram em mim quando ela começou a moer meu pau. 

Agora era a minha vez de gemer. 

“Não é um som” ela provocou em um sussurro contra a minha boca. Ela mordeu meu lábio inferior de brincadeira, assim como minhas mãos foram para sua bunda firme, agarrando-a enquanto ela deslizava sua buceta para cima e para baixo no meu pau. 

Foi lento, quase doloroso, o jeito que ela me fodeu. Seus pés no chão ao lado das minhas coxas, ela subiu e caiu, como um movimento de ioga para dentro e fora do meu pau duro como pedra. Era arte observá-la.

E ela sabia disso. 

Eu a puxei para o meu colo, enterrando-me ao máximo. Minha boceta se contraiu e eu a beijei. Seus mamilos duros roçaram os meus. Ela balançou os quadris, acelerando, ofegando entre beijos, construindo em direção a um orgasmo mútuo. 

Eu sabia que estava tudo errado, que eu não deveria estar fazendo nada disso, mas era tarde demais para o carro. 

Superada, eu a joguei de costas. Eu subi em cima dela, entre as pernas dela. 

“Nós não deveríamos estar fazendo isso”, eu disse quando me abaixei e me guiei até seu buraco aberto. “Você é meu aluno.” Eu me empurrei profundamente em sua escuridão. 

Nas costas dela, ela não podia fazer nada enquanto eu batia na sua boceta.

Seu orgasmo a levou pela força. Ela gemeu e então todo o seu corpo ficou rígido. Sua boceta apertada apertou em volta do meu pau e seus dedos cavaram em meus ombros. 

Eu grunhi o mais silenciosamente que pude enquanto eu pulsava cordas depois de uma corda de porra nela, empurrando quando eu olhei para o seu corpo saltitante, o sorriso saciado em seu rosto. 

Amanhã estou entrando na tenda dela.


Minha mulher quer um travesti

Moro em campo grande ms, sou Marcelo descendente de japonês, 1,75 78 quilos em forma, tenho um pau normal de 15 cm, namoro com Bruna, cabelos castanhos compridos, 1,60, 58 quilos, bunda linda e durinha, peitos médios, cinturinha fina, bucetinha depilada e uma cara de menina travessa, ela é psicologa, as vezes acho que é por isso que ela tem a cabeça tão aberta para todo tipo de sacanagem. Nossa vida sexual é bastante agitada, toda vez ela goza varias vezes, ela adora gozar pelo cú e sempre bebe toda minha porra, ela também gosta de transar com outras mulheres, uma vez comemos a prima dela que queria aprender a dar o cuzinho. A ultima novidade de Bruna foi querer transar com um travesti, no começo fiquei meio constrangido com a proposta, mas como ela sempre enfia o dedo no meu cú e adora ficar lambendo ate me fazer gozar disse: -Vamos amor, quero ver vcs transando, vc adora me ver com outras mulheres tbm e isso é normal, é muito gostoso, me dá isso de presente. Depois de muito insistir e muita dedada acabei aceitando. Em um domingo depois de beber um pouco ela veio novamente com a mesma conversa, tomamos banho e resolvemos dar umas voltas na cidade, acabamos caindo em um bar onde sabíamos que tinha algumas bonecas, logo que chegamos vi uma loira linda de 1,65, olhos verdes corpo perfeito que ficou me olhando, Bruna percebeu e ficou toda animada: -Vc gostou daquela? -Ela é bem bonita, acho que vai ser ela mesmo. Fernanda era seu nome, ela nos viu conversando e olhando para ela e logo se aproximou, convidamos ela para se sentar a nossa mesa, bebemos e a conversa foi ficando animada, ela nos contou que era cabeleireira e estava a pouco tempo em CG, logo Fernanda e Bruna pareciam grandes amigas. Estava ficando tarde e a convidamos para beber uma saideira em minha casa, logico ela aceitou na hora com um belo sorriso e passou a mão em minha coxa, pagamos a conta correndo e fomos para casa. No carro as duas se sentaram no banco de trás, Bruna estava muito animada, meio bêbada e toda excitada, mas parecia um pouco envergonhada, Fernanda para quebrar o gelo pegou o rosto de Bruna e a beijou, logos as inibições foram deixadas de lado e Bruna apertava os seios siliconados enquanto isso Fernanda ja levantava a sainha de Bruna e foi enfiando a mão dentro da calcinha, logo dedilhava sua bucetinha que pingava: -Marcelo, parabéns sua namoradinha é uma bela putinha. Bruna beijava e gemia baixinho com as pernas abertas para facilitar: -Ai me chama de putinha, amor chega logo para agente brincar junto. Nisso ja estavamos na esquina de casa, guardei o carro e fomos direto para a sala, as duas se sentaram no sofa e continuaram com os amasso, peguei uma cerveja e fui oferecer para as duas que se levantaram deram uns goles e vieram bem juntinho de mim, agarrei as duas pela bunda e beijei Bruna que quase me engoliu: -Eu tbm quero um beijo desses -Vai Ma, beija ela Sem pensar duas vezes tasquei um longo beijo na boca daquele travesti, Bruna adorou, ja estava com a mão dentro da calcinha esfregando sua bucetinha. -Ai Má que lindo esse beijo ta me deixando louca. -Era isso que vc queria? Então vamos fazer tudo o que vc quiser. Fernanda foi no banheiro e logo fui arrancando a roupa de Bruna, logo ela reapareceu só de calcinha e já veio do nosso lado dando um beijo a três maravilhoso, as duas se abaixaram e arrancaram minha calça e tirando meu pau para fora e engolindo inteiro, uma depois a outra, uma chupava a cabeça e a outra passava a linguá pelo pau todo, Bruna como sempre lambeu o dedo e veio brincar com meu cú, a boneca sorriu: -Ah ele gosta de um dedo na bundinha? -Ele adora quando eu enfio o dedinho ou um consolo na bunda dele. -Hj vai levar uma coisa bem melhor no rabo. Bruna olhou para mim e com um sorriso foi enfiando o dedo -Vai amor, hj vc vai saber o que eu sinto quando vc come minha bunda. Meu corpo tremeu nessa hora, só de pensar já me fez quase gozar, puxei Fernanda que ficou em pé do meu lado: – Fe agora quero chupar esse seu pinto, mostra para gente. Minha namoradinha tirou sua calcinha mostrando um pau de 17cm um pouco mais fino que o meu, Bruna adorou estar de frente para aquelas duas picas e engoliu aquela nova pica ate a garganta depois começou a alternar as chupadas as vezes colocava os dois na boca e tocava uma siririca, Fernanda beijava meu pescoço e passava as mãos nas minhas costas ate chegar na minha bunda, ela lambeu a ponta do dedo e ficou brincando com o meu cuzinho virgem, aquilo me deu um tesão enorme e nos beijamos gostoso, o tesão era enorme e logo estávamos socando as picas na garganta: -pega um pouco no meu pau Má -da uma pegadinha amor Agarro aquele pau e começo a punheta, estranho sentir um outro pau na mão, tao quente e macio, pulsando, Fernanda fecha os olhos e morde o lábio inferior, seguro firme em seu pau e fico punhetando, depois de uns dez minutos Bruna se levanta e pede para que eu me deite, ela vem por cima e senta lentamente no meu pau, ela fecha os olhos e deixa deslizar cada centímetro, o tesão esta estampado no seu rosto, nem acredito que uma mulher tão linda possa ser tão sacana. Fernanda vem do nosso lado e Bruna abocanha seu caralho enquanto olha para mim, elas vem chegando cada vez mais perto do meu rosto, Bruna geme cada vez mais alto com o pau na boca, seu corpo começa a tremer todo e logo goza como louca no meu pau, ela tira o pau da boca e me da um longo beijo salgado e melado. -quero experimentar sua boca no meu pau. Bruna com meu pau dentro de sua buceta me olha com a cara mais sacana do mundo e pede -Da uma chupadinha, quero ver meu macho chupando uma rola Meio sem graça seguro o pau e começo lambendo a cabeça, Bruna me ajuda a lamber aquele pau, sem tirar os olhos de mim, ela segura o pau e enfia dentro da minha boca, e começa a subir e descer na minha rola, meu pau parecia que ia explodir de tão duro, Fernanda puxa meu cabelo e começa a foder a minha boca -Ai que boquinha gostosa, ele ta gostando desse pau na boca -Isso chupa, chupa esse pauzão gostoso Má nessa hora comecei a enfiar um dedo no cu de Bruna e outro no de Fernanda, que da um tapa na cara de Bruna que grita -Ai caralho, to gozando, não para, me fode Logo cai sem forças sobre mim -Ai putinha gostosa ta gozando no pau dele, mas ainda não acabou, vou fazer vc gozar pelo cu também. Bruna ofegava sobre meu pau, nem tinha forças para qualquer reação, Fernanda tira o pau melado da minha boca e vai chupar meu saco e o cu de Bruma, que da umas gemidas, ela coloca o pau na entrada do cu e vai entrando lentamente, eu sinto os dois paus se esfregando dentro de Bruna, enquanto eu abro sua bunda para receber melhor aquele pau, que geme e seu corpo todo mole nao apresenta nenhuma reação, parece uma boneca sendo usada sem nenhuma resistência, Fernanda da estocadas firmes sem dó no cú, nos pegamos o ritmo e Bruna goza, grita, xinga e esperneia, ficamos meia hora dentro dela socando sem parar, ela parece que desmaia com os dois paus latejando dentro. Ficamos meio preocupada e saímos de dentro, eu tiro ela de cima de mim e damos uns tapas em sua cara, ela meio desorientada, parecia estar gozando ainda, e passando os dedos em seu cu e na buceta diz: -Caralho vcs me arregaçaram, não aguento mais gozar, agora quero ver vcs fodendo, Má come o cu dela que nem vc faz comigo, Fernanda cai de boca no meu pau e suga com força, tenho que arrancar o pau de sua boca para não gozar, coloco ela como um franguinho, aponto o pau em seu cú e vou entrando lentamente, ela adora, fecha os olhos, morde os lábios -Mete no meu cu, me fode, ai que pau gostoso, mete no meu cuzinho bem gostoso, não para -Come essa puta, mete no cu dela, mete sem dó. Ela se ajoelha do nosso lado e enfia um dedo na minha bunda. -Amor ta gostando, ta com tesão no rabinho também? -soca no meu cu, mete esse pau na minha bunda que depois vou fazer o mesmo com vc. Achei estranho, mas muito excitante, enquanto eu socava com força Bruna enfiava mais um dedo na minha bunda, ela nem se mexia meus movimentos ja davam o ritmo, meu pau entrando no cu da boneca e aquela mulher linda me fodendo, Fernanda logo gozou pelo rabo e Bruna não parava de socar os dedos no meu cu, gozei dentro do cu de Fernanda, sai de dentro dela e as duas vieram limpar meu pau. No banho eu agarrava as duas, nos masturbávamos, colocamos a Bruna apoiada na parede e dávamos tapas na sua bunda, ela adorava apanhar. -Ai minha buceta ta tao molhada, bate na minha bunda, bate na minha cara, bate na sua puta. Logo Fernanda pegou ela por trás e enfiou seu pau no cu dela, enquanto eu a pegava pelo pescoço e dava uns tapinhas na sua cara -ta gostoso puta, vai gozar com o pau no cu? Era isso que vc queria? Ela gemia enquanto era enrabada sem dó, quando ela estava quase gozando grita. -ai to gozando vc tem que experimentar esse pau no cu tbm, A Boneca me olha sorri, tira o pau de dentro do cú, passa a mão em meu rosto puxa meus cabelos ate seu pau e enfia tudo na minha boca -ai que delicia chupa essa pica. -isso Má, eu sabia que vc ia adorar. -chupa viadinho, chupa tudo que vai entrar no seu cu Fiquei envergonhado e cheio de tesão, nessa hora já desisti e resolvi que ia fazer de tudo, saímos do banho e fomos para o quarto, me colocaram deitado, de frango assado, Bruna chupou meu cu e chupou o pau da Fernanda, que apontou a cabeça do pau no meu rabo e foi enfiando devagar, vi estrelas, quis parar, mas as duas não deixaram e continuaram a enfiar, a dor e o tesão se misturando, ela enfiou tudo ate o fim bem devagar ate eu me acostumar com aquela rola no meu rabo: -Olha Já ta tudo dentro amor, vc ta todo atoladinho. Logo a dor começou a virar prazer, o pau começou a se movimentar bem devagar e rola começou a entrar e sair do meu cu. -Ai que tesão come essa bundinha virgem. -Ele ta gostando de levar no rabo. -Ai amor ta gostoso, pede para ele enfiar mais. Eu estava tímido, mas devo confessar que aquilo tudo estava muito gostoso, aquele pau entrando e saindo de dentro de mim e minha namorada me chupando. -Vai, pede mais rola. -Vai soca essa pica. -Ai amor, que delicia ver vc levando na bunda -Amor ta muito gostoso, deixa eu chupar sua bucetinha Bruna senta no meu rosto e aproveita para chupar minha pica enquanto Fernanda bate uma punheta para mim, ela tira o pau de dentro e da para Bruna chupar e depois enfia tudo de uma vez no meu rabo. -Vai come ele com força -É pica que vc quer, então toma. Nisso ela começa a enfiar mais rápido e com mais força, socando ate seu saco bater em minha bunda. -Ai espera, come ele de quatro. Fernanda tira o pau e com violência me coloca na posição, aquilo tudo de estar sendo usado, de não ter mais o controle da foda estava me deixando louco, ela enfiava em mim e eu já queria mais, empurrava minha bunda contra seu pau e rebolava. Bruna entrou em baixo de mim e começou a me chupar, eu não queria gozar para prolongar aquele prazer, Fernanda socava com força e senti quando seu pau começou a inchar e gozamos os dois juntos, não aguentei e cai de lado na cama, Fernanda ainda veio com o pau na minha boca: -Vai seu gostoso, limpa todo meu pau. Bruna limpa o meu e depois veio me dar um beijo delicioso. Foi difícil depois disso tudo ter que levantar e levar Fernanda em casa, de volta por causa do tesão ainda comi o rabo de Bruna novamente que confessou ter adorado tudo aquilo, fiquei meio encanado por ela poder me achar viado, mas ela disse que isso não significava nada e que me amava ainda mais. depois ficamos bem amigos de Fernanda e ainda rolou muita putaria.

Conto de incesto real,
Mãe Ajudando o filho

Olá, me chamo Laura, sou uma mulher de pouco mais de 40 anos, sou casada e tenho dois lindos filhos e sou dona de casa. Tenho 1,70 de altura, cabelos escuros e sou gordinha, mas bem gostosa e danadinha rsrs… Bom, já falei aqui em outro conto o que aconteceu comigo e meu sobrinho. Também falei que depois de ficar com ele comecei a me interessar por incesto e, em especial entre pais e filhos. Porém, só achava interessante ler e não tinha coragem nem de fantasiar com o meu filho de 20 anos. No entanto, comecei a observa-lo mais e reparar no comportamento dele.
Certo dia, ele saiu para ir à faculdade e fui até o seu quarto. Chegando lá reparei que seu notebook e estava

desbloqueado e resolvi mexer um pouco. Após um tempo mexendo encontrei umas fotos e vídeos dele com uma garota, enfim, eles estavam transando… Fiquei impressionada quando percebi como meu menino virou um homem.
Após admirar rsrs… Peguei meu celular e passei algumas fotos para ele, para depois vê-las com mais calma. O engraçado é que fiz tudo por instinto e nem pensei direto. Mais tarde, peguei o celular e fiquei vendo melhor as fotos. Fiquei cheia de tesão e, por alguns instantes, cheguei a esquecer que se tratava do meu filho. Por fim, cheguei ao ápice de me masturbar vendo aquelas fotos, mas logo depois que o sangue esfriava a minha consciência pesava. O que eu não poderia negar é que aquelas fotos mexiam com minha cabeça. Então tive uma ideia e resolvi seguir em uma rede social comunidades e páginas sobre incesto e resolvi conversar com as mulheres que seguiam aquelas mesmas páginas. Ali conheci duas mulheres, uma que tinha atração pelo filho e, assim como eu, nunca tinha feito nada, e outra que já tinha feito algumas coisas com o dela. Elas me incentivaram a tentar algo com ele e obvio que não tinha coragem de fazer nada do que elas diziam pra eu fazer. Até que uma delas me deu uma ideia que era possível eu fazer sem me expor com ele.

Em certo fim de semana, fiquei sozinha com ele e coloquei em pratica o plano que minha amiga me falou. Era simples: Pegar um comprimido de Viagra e dissolve-lo em um copo de suco. Foi o que fiz. Após o almoço, peguei um comprimido e dissolvi em no copo de suco e levei até o quarto dele, onde ele passa a maioria do seu tempo jogando vídeo game. Depois de uns minutos percebi que ele estava inquieto, andando pela casa. Até que ele foi ao banheiro e depois entrou no seu quarto e fechou a porta. Fiquei um pouco preocupada, fiquei com medo dele passar mal. Mas continuei com o plano. Coloquei uma camisa que tenho que é um pouco transparente e fiquei sem sutiã. Dessa forma, meus seios ficavam expostos de modo que era impossível ele não reparar. Então fui até o quarto dele, com a desculpa de saber se ele estava bem. Quando entrei no quarto, me deparei com ele deitado na cama e com o notebook no colo. Quando me aproximei, ele, com certa agonia, fechou a tela do notebook.
Então perguntei:- Filho, está tudo bem? Estou percebendo que você está um pouco agitado.
Ele respondeu: – Não é nada, só estou com calor.
Então falei: – Se está com calor, porque se trancou no quarto? Aqui está abafado.
Ele me olhou e não sabia o que falar. Só ficava olhando para os meus seios e tentava disfarçar.
Daí eu falei: – Filho, seja sincero, eu sou sua mãe, não precisa esconder nada. Você sabe que o que acontecer aqui não vou contar a ninguém.
Ele sem jeito falou: – Desculpa mãe, é que estou sentindo uma coisa estranha. Meu corpo está quente.
Então, falei. Deixa-me ver se você está com febre, e coloquei a mão na testa dele e falei: Nossa, você está quente mesmo!
Depois sentei na cama e fiquei com a mão encima da perna dele. E “sem querer” esbarrei a mão no pau dele. E como eu suspeitava, o pau dele estava mais duro do que pedra! Kkk…
Então Falei: – Que isso filho! Tem alguma coisa dura aqui em!!
Ele respondeu: – Desculpa, não sei porque estou assim! Está doendo um pouco.
Eu pedi pra ele me mostra, ele ficou sem jeito e não queria, mas eu insisti! – Filho, o que acontecer aqui, vai ficar aqui! Eu juro que não vou contar a ninguém! Ele sem jeito, falou: Tá bom! E foi abaixando o short.
Assim que vi aquele pau, nossa! Não era o maior pau que já vi, mas fiquei cheia de tesão! E falei a ele: Só tem um jeito de resolver isso!
Ele perguntou: – Como?
Respondi: – Você vai ter que se masturbar até gozar! (e dei uma rizada)
Ele começou a rir de nervoso e falou que estava assistindo pornô.
Eu falei: Ah, então era isso que você estava fazendo no notebook?
Ele disse: – Sim e ficou rindo.
Eu falei: – Isso pode ajudar, mas tem uma coisa que é melhor.
Ele perguntou: – O que?
Eu respondi num tom de brincadeira: – Eu!
Ele não sabia o que dizer, só ficou sorrindo. Então ataquei! Fui com a mão no pau dele e falei: – me deixa pater uma pra você! Ele não respondeu nada, só ficou olhando. Dai aproveitei, comecei a masturba-lo… Ele foi relaxando, aproveitei e cai de boca até ele gozar! Ele soltou aquele rio de porra na minha boca rsrsr… Que delícia!
Assim que ele se recuperou eu falei: – Esse é nosso segredo, não conte isso a ninguém!
Ele disse: – Não vou contar, eu prometo!
Então continuei: – Olha, sempre que você ficar assim, pode me chamar rsrs… Eu vou adorar te ajudar!
Após esse evento, aconteceu algumas coisas entre nós… As coisas vão evoluindo e ele fica cada vez mais à vontade comigo! Si quiserem, posso continuar a contar nossas brincadeiras e outras aventuras que já fiz!

Incesto real mãe e filho

Olá me chamo Antonia tenho 39 anos , sou uma mulher bonita e atraente , digo gostosa , fui casada por 20 anos e deste relacionamento temos um filho , meu casamento acabou veio a separação , meu filho resolveu que ficaria comigo , assim pra mim foi muito melhor pois evitava de eu ter que ficar sozinha , estava tudo bem até eu arrumar um namorado , meu filho não gostou e começou a atrapalhar , não aceitava o cara na nossa casa e exigia que eu terminasse o relacionamento , mas dai tudo bem ciumes eu achava que com certeza acabava , mas comecei a perceber que meu filho estava sentindo tesão de mulher por mim , comecei a fazer um teste , pra saber realmente o que acontecia , fui percebendo que ele me olhava com vontade de me pegar , pois o pau faltava furar o short , quando me via de vestidinho ou de short , ele á entrava para o banheiro , então usei uma nova tática , ia ao banheiro tomava banho e deixava a calcinha sua lá , numa posição , após ele tomar banho eu a verificava e ele tinha mexido , imaginei que ele batia punheta cheirando minha calcinha , não deu outra comecei a perceber a porra dele nas minhas calcinhas

,isso começou a me dar tesão demais , comecei a andar de vestido sem calcinha, eu estava na cozinha fazendo um almoço ele veio e me abraçou por trás senti a vara enorme tocar minha bunda , minha buceta molhou na hora , mas disfarcei e fiquei de boa ,o pau encaixou entre a divisão da bunda e ficou encaixado por um tempo depois de conversarmos ele foi assistir , terminei o almoço , almoçamos eu fui tomar banho , entrei pro meu quarto , fiquei de calcinha fio dental e deixei a porta encostada , ele foi tomar banho e entrou pro quarto dele , voltou um tempo depois e abriu minha porta eu estava de bumbum pra cima com o fio enterrado ele disse nossa que é isso , falei o que , ele entrou e numa loucura ele subiu em cima de mim , ele estava de cueca , o pau enorme , eu falei vc esta doido ele não disse nada e me deu um beiJo na boca , não resisti eu estava louca pra fuder com ele, ele chupava minha linguá e eu como uma adolescente me entreguei nas mãos dele , ele tirou minha blusa eu sem sutien ele mamou meus peitos , senti o tesão dele enorme , consegui tirar a cueca dele e apalpar aquela vara , punhetei e coloquei a cabeça na boca , quando eu mamava a cabeça ela inchava na boca , mas eu safada comecei a mamar , mas não conseguia engolir toda , pois é grande , ele suspirava , mamei as bolinhas dele , ele gemia , quando voltei para a vara , mamei com força ele não aguentou e gozou na minha boca , suguei até a ultima gota , poxa eu queria ela dentro da minha buceta , foi ai que ele deitou sem falar nada e ficou , um tempinho depois comecei a mexer no pau dele que logo subiu , o safado veio e colocou a boca na minha bucetinha e mamou o grelo , eu estava quase gozando ele pediu senta no meu pau e eu obediente , sentei , cavalguei na vara do meu garoto , ele gemendo e eu falei vou gozar na sua vara ele disse goza eu , gemendo como uma cadela vi que ia sair a porra sentei até o pé e fiquei paradinha , gozei mas senti que ele gozou também, delicia , depois deste dia faço sexo direto com ele , na segunda vez que fizemos sexo ele á conquistou comer meu cuzinho ,tenho que controlar senão ele quer comer o cuzinho todo dia , mas fazemos sexo 4 a 5 vezes na semana.

Mãe sendo a putinha do filho

Sou uma mulher de 56 anos, moro em São Paulo e, como toda mulher da minha idade, tenho meus desejos reprimidos. Sou divorciada e a história que vou contar no início me envergonhava muito, mas senti que seria necessário escrever para que eu pudesse encarar melhor minha realidade. Meu filho tem 30 anos e mora com a mulher dele a 10 anos, bem longe de mim. Ele sempre vem na minha casa para rever os antigos amigos e frequentar alguns prostíbulos. O caso que vou contar aconteceu semana passada, quando ele veio sozinho para minha casa para beber com os velhos amigos. Ele é um rapaz normal, sem atributos físicos maravilhosos. Eu já tenho meus seios caídos pela idade, meu abdómen é largo e flácido, sou branca e minhas varizes aparecem com facilidade. Não fazia sexo a 5 anos, desde que meu último namorado me deixou. Desde então não tive mais oportunidades, mas sempre me masturbo com um velho vibrador. Como sempre estou sozinha, penso em muitas bobagens. Quando meu filho chegou, dei-lhe um forte abraço e fiz seu jantar. Ele saiu e acabou voltando muito frustrado e irritado. Perguntei a ele o que aconteceu e ele disse que nenhum dos seus amigos estavam disponíveis para sair. Perguntei a ele onde iriam e ele me respondeu: -Pô mãe, a gente ia na zona, e eu tava precisando dar uma boa foda pra desestressar! Como ele é um adulto e eu também, não fiquei surpresa, pois já estava acostumada com as histórias das baladas dele. Naquele momento ele foi para o quarto dele assistir TV, eram 23 hs e eu fiquei na sala pensando em como deveria ser o meu filho num puteiro, o que ele falaria, e… sem querer… pensei nele transando com uma puta.

Neste momento reconheci que senti prazer em pensar naquilo, mas na mesma hora repreendi. Lá pelas 00hs, percebi que seu quarto estava com luz apagada e fui lá só para ver se ele estava dormindo, na verdade eu queria ver o corpo dele, por curiosidade. A porta estava trancada e a luz apagada, mas ouvia baixinho uns gemidos. Era ele vendo algum filme pornô. Na mesmo hora percebi que ele se levantou e correu para abrir a porta. Eu fiquei estatalada e sem reação quando ele destrancou e perguntou: -Tava na porta me vigiando, mãe? E Eu disse: -só queria ver se estava dormindo, só isso. Não pude deixar de reparar naquele volume da bermuda dele. Ele estava sem camisa e eu senti prazer. Ele percebeu que eu havia olhado para o pênis dele e, quando eu estava me virando para ir pro meu quarto ele disse: -Estava vendo uns pornôs, já que fiquei na mão mesmo né. Na mesma hora eu voltei e falei: -Posso assistir isso, eu tenho curiosidade. Ele então sentou na cama dele e ligou a TV no canal pornô. Eu falava que achava aquilo muito nojento e ele dizia que gostava de coisas sujas de vez enquando. De repente, para minha surpresa, começou a passar uma sequência de sexo entre uma mulher mais velha e um garoto. Na mesma hora falei: -Que horror! Ele respondeu: -Vai me dizer que você não gosta disso? Eu respondi que gostar eu gostava, mas já estava muito velha para aquele tipo de coisa. Foi quando ele me surpreendeu e disse: -Você morreria de infarto se transasse com um homem mais jovem? Eu, neste momento, sentir o calor correr meu corpo e me inundei de tesão. Perdi a cabeça e respondi: -Claro que não, posso estar velha mas ainda dou uma aula disso. Ele começou a me olhar com aquele olhar debochado de dúvida e falou: -será mesmo, duvido! Eu senti o meu momento e perguntei ao meu filho se o que ocorresse naquelas quatro paredes ele manteria segredo, ele respindeu que sim. Tomei a iniciativa e disse: -Tira a caça que eu vou te mostrar como eu deixo um homem doido de tesão. Eu estava preparada para ouvir uma resposta negativa, mas não era isso que os olhos dele me diziam. Ele se levantou, tirou a calça na minha frente e botou a pica pra fora. Eu estava sentada e no mesmo nível da cintura dele. comecei devagar chupando aquela rola e botando até a garganta, quando ele disse que estava quase gozando. Foi aí que eu chupei mais forte e engoli todo o esperma do meu filho. Falei com ele depois: -tá vendo, eu ainda não perdi a prática, mas mantenha segredo disso hein! Ele aceitou prontamente e se despediu de mim dizendo: -Até que você dá um caldo hein! Lá pelas 05hs, eu senti que alguém estava na minha cama e quando olhei pro lado, era ele. Naquele escuro do qaurto ninguém soltou uma palavra sequer, o que se ouvia eram os movimentos dele me colocando de conchinha com violência e, sem camisinha, pexando meu quadril flácido para encaixar na rola dele. Ele começou o vai e vem forte e eu gemia devagar. Depois de 2 minutos ele começou a gemer forte e empurrava com raiva na minha vagina até que gozou. Eu não havia gozado, pois já tenho 56, então disse baixinho: -Você pode vir por cima de mim enquanto eu me masturbo? Ele acitou e colocou aquela pica mole em mim e eu comecei a me dedilhar loucamente até gozar. Quando gozei, ele recuperou a ereção e começou a meter forte denovo, só que desta vez enquanto ele metia, lambia meus seios e me beijava alternadamente. Quando ele gozou, saiu de cima de mim e, sem pronunciar uma palavra, volteou para seu quarto. Acordamos por volta de 10hs da manhã e ele já tinha ido embora. Eu não tenho falado com ele com medo dele ter se arrependido, mas espero anciosa a volta dele. Como é um segredo, me senti viva transando com meu filho e com certeza serei a sua puta quando ele voltar. Só que desta vez, vou tomar a iniciativa e serei mais vulgar, pois percebi que ele gostou disso. Se isso acontecer, eu escrevo como foi


Coroa Cachorra Dando a buceta pro novinho

Tenho 41 anos, mulata fogosa, de 1:12 de quadril bem redondo, 1:02 de busto e 88 de cintura, e viçando de tesão.

Me casei cedo aos 23 anos, meu marido faleceu, era mais velho 25 anos. Me deixou bem financeiramente.

Tenho um ano e meio de viuvez, e sinto o corpo pedir o clamor do sexo. Como tenho seios fartos os homens se insinuam querendo mamar.

Passei a deixa-los mais em evidência, um rapaz 27 anos negro, que mora perto sempre diz gracinhas sempre comigo. Ele tem namorada certa. Estava no Mercadinho ele me roçando diz.
– Se pudesse mamaria nessas tetas fartas, te colocaria para beber meu leitinho e te comia na ponta da rola até gozar.

O fogo subiu me queimando murmurei:
– Tô doida par tomar leitinho, e dar a xota pra rola afiada.

Ele se surpreendeu e murmurou:
– Me espere daqui a uma hora na sua casa.

Corri pra casa, deixei as compras na mesa e fui pro quarto, troquei os lençóis. Fui à suíte me depilei, hidratei a pele, tomei banho e coloquei uma camisola sexy preta e perfume suave.

Ele chegou, me olhou e disse.
– Tenho tara em você de muito tempo.
– Agora vejo que é gostosa, cheirosa e boa de corpo.

Me agarrou beijando forte, senti o mundo girar muito tempo sem homem, notei que estava sem cueca. Disse:
– Venha meu bezerrinho mamar até se fartar.

Abri a camisola puxando-a para baixo ele olhou os peitões.
Murmurou:
– Durinhos… bicudos… grandes e pontudos … sem ninguém para mamar… quero todo na boca.

Deu a primeira chupada tive sobressalto, ele grudou nos bicões, um e outro… chupou um e esmagava o outro… senti gosto de sangue na boca tamanho era o tesão … gozei logo.

Ele disse:
– Tá sem macho pelo jeito, uma cabrita sem dono e pegando fogo.

Meteu a mão na xota, gemi mansinho.
Ele diz:
– A cadelinha está viçando de tesão, nunca vi nada igual.
– Vai gozar até se fartar hoje potranca.

Me puxou, tirou a camisola, fiquei nua e ele me beijou na boca e desceu para ou peitões… mordeu mordeu e gemi… chupou chupou urrei… lambia lambia e apertava os bições … doía e eu murmurava para que não parasse… ele cerrava os dentes mordendo de deixar marcas… me veio o gozo.

Desceu e cheirou minha xana puxou as pernas e chupou como vácuo, sem solta-la … huum … desfaleci de tesão, lambia sem trégua e meteu… meteu a lingona no canal… me comeu e gooozo farto.

Ele se levantou me abracou e disse:
– Nunca comi ninguém com sede de macho de pica.

Me levou pro quarto me deitei e ele ficou em pé. Puxei a bermuda e sem nada embaixo e pulou a pica, grande imensa de negro tremi, já de bom tamanho , imagino em ereção suei.

Disse:
– Quero leitinho quente pra beber no canalzinho.

Ela se movimentou, abri a minha boca e engoli, ele fechou os olhos e chupei chupei e cherei toda e… sugando sugando e lambidas e chupada grudada e ele gemendo.

A bichona triplicou, vi o que me esperava.

Me puxou e apressadamente e escancarei na cama e ele foi devagar e… ” vara” na xana… entrou devagar pelo tamanho …foi toda… senti… vai vai vai sem pena… come come … gosto homem novo… fogo na pica… e soooca tira… e meeete… gozo suando, ele …ele continua e tira e mete enfica e goza urrando.

Tive que colocar água gelada pois a pica me arrombou toda.

A noite ele veio dormir comigo, chegou depois da casa da namorada. Veio com fogo doido por uma foda. Estava sem cueca, desconfiou que anda assim.
O esperei quase nua de calcinha fio dental e sem soutean, para não ter trabalho.

Ele já chegou mamando nos peitões doloridos gemi e ele me chupando nada de ter pena.

Puxava… sugava… mamava… e apertava os bicões e eu chorava dizendo para não parar… ele puxava os bicões com fúria e gemi e gemi e gozei.

Fizemos um 69 cheio de chupadas fortes e cheia de tesão, ele me completa. Uma boca que engole tudo.

Pica pronta agora e a vez do cuzinho, me escancaro e ele diz:
– Puta rabão da porra, vou comer um cú virgem, deflorar na minha pica.

Ele passa creme e me começa e botar, facilitou e relaxo ele vai enfiando grito para tirar … ele enfiiia e entra … fode fode fode … gosto e quero… pica no cú… dói.. tira e soca… choro e… tira e mete mete… e gozo e ele” espartando” o cuzinho já ardido e goza.

Caí do meu lado, vou ao banheiro colocar água e melhora. Dorme comigo.

Somos amantes, ele terminou com a namorada e vivemos quase juntos, de uma coisa é certo vivo com os seios doloridos. E quanto a xana e o cú ardidos.

Nada com uma rola grossa e uma boca grande…

Contos lésbicos – Entregadora gostosa


Meu nome é ellen, tenho 19 anos e são nas rotinas da vida de morar só que vira e outra que apronto umas… bem, faz alguns meses que tive essa experiência e tava louca para compartilhar o tesão que que foi fuder com uma entregadora de lanches. certo dia, como qualquer outro, cheguei em casa morrendo de preguiça de preparar algo para comer e fiquei pensando no que pedir para lanchar, escolhi uma pizza de calabresa com cream chease pelo o whatsapp da lanchonete e me disseram que iriam demorar acerca de 40 minutos.

ok, tudo bem, vou tomar um banho enquanto o tempo passa… quando entro no quarto para pegar a toalha vejo em cima da cama meu dildo que usei mais cedo e já me vem na cabeça a ideia em dá uma gozadinha antes da pizza chegar. então vou me despindo, tirando meu vestidinho até ficar nuazinha e então começo a me masturbar, vou enfiando meu dildo devagar e com força, gemendo e relaxando diante da correria daquele dia cheio… e como eu me conheço, vou para beira da cama e gozo rapidinho, molho até o chão com o meu gozo.

quando olho para o celular vejo que ainda falta uns minutos para a pizza chegar e vou tomar meu banho, só que enquanto to no banheiro ouço a campainha tocar e me surpreendo com a hora, me enrolo na tolha e vou até a porta e vejo o olho mágico e me encanto com a mulher gostosa que veio me entregar, ela era uma negra formosa, com o cabelo trançado e uma boca de tirar o sério.

abro e percebo o olhar dela me devorando por estar só de tolha na frente dele, na mesma hora meus peitinhos ficaram durinhos, e em seguida ela bem simpática com o sorriso largo e fala: olá, boa noite, para sua alegria trouxe sua comida uns minutos adiantado, e respondo meio safada que não só me alegrou pela comida mas pela a pessoa que veio entregá-la. ela rir meio sem jeito e convido a entrar para esperar pegar o dinheiro. só que enquanto to voltando com a bolsinha minha tolha se desenrola e por pouco me faz ficar nua na frente dela –  que naquele momento eu adoraria – e ela diz “sua toalha é muito sacana, né” e rir com olhar malicioso… eu respondo: “não é só ela como a dona também é” e nesse momento a gente sentiu o clima que tava nos rondando, não só uma estava louca para beijar a outra, ambas estavam morrendo de tesão ali… então fui até ela entregar o dinheiro, ficamos muito próximas uma da outra, nos olhos bem fundo e tascamos um beijo, daqueles bem molhados, suas mãos me envolveu no mesmo instante, segurei sua nuca como se quisesse engolir ela ali mesmo
começamos a nos despir e fomos direto pro sofá, ela sentou enquanto terminava de tirar suas calças, e como eu já tava só de toalha, estava completamente pelada, nesse momento minha buceta tava inchada, meladinha e louca para levar uma chupada gostosa. assim que ela ficou nua pedi para fazermos um 69 no chão mesmo,  tava morrendo de tesão para chupar aquela mulher, enquanto falava ela chupava meus peitos e mordiscava, depois se deitou e fiquei por cima, minha nossa que cheirinho gostoso da sua xota, dei uns beijinhos antes de enfiar minha língua no seu clitóris enquanto ela já estava muito afoita me lambendo inteirinha, a gente se chupou assim por tempinho, e era incrível a química no ar, falei que queria comer ela gostoso e e a fiz sentar no sofá enquanto fiquei de joelho no chão e chupei aquela buceta com vontade, vi que tava ensopada com seu mel e enfiei dois dedos, nossa que tesão incrível, tava louca para ver ela gozando para mim… e seus gemidos ecoavam pela sala junto dos pedidos de fuder ela gostoso, e assim fiz, depois de uns minutos senti sua buceta se contraindo nos meus dedos e seu clitóris pulsando e então veio seu gozo, me lambuzei inteira e amei vê-la toda molhadinha por mim… depois que chupei tudinho fui até ela e a beijei como o primeiro beijo, mostrar o quanto queria fazer de minha. e infelizmente ela disse que precisava ir embora porque precisava terminar as outras entregas, disse o quanto fiquei louca de tesão de fuder com ela e passei meu número, hoje em dia ainda nos pegamos vez outra e ainda ganho uma pizza para comer depois da foda.

Conto lésbico – Eu e
minha enteada

Quando conheci meu atual marido, ele já tinha uma filha adolescente do casamento anterior, mas após a separação ela acabou ficando com a mãe, por morarem em outro estado raramente nos víamos. Depois que nos casamos ela passou a frequentar mais nossa casa, sempre que tinha algum feriado prolongado ela ficava alguns dias. Meu marido gostava que a tratasse muito bem para que voltasse sempre, apesar de nunca ter vontade ter filhos, gostava da companhia dela. Conversávamos sobre tudo, sobre a escola e as vezes sobre relacionamentos, por já ter mais de 40 anos, sei bem como funciona a mente nessa idade, percebia que ela não tinha grande intimidade com a mãe para determinados assuntos, fui dando brechas para que ela sempre perguntasse o que tivesse vontade. Até que um dia quando estávamos vendo filme, começaram algumas cenas quentes, então ela perguntou:

– Desculpa perguntar assim, mas é verdade que na primeira vez dói um pouco?

Fiquei sem reação na hora, não esperava a pergunta, mas não queria perder aquele vinculo que estava criando, sabia que teria de responder:

-É…. a primeira vez é bastante diferente…. especial, é natural sentir um desconforto….

– Nossa todas as minhas amigas que já tentaram disseram que dói bastante, mas que depois acostuma, tenho medo!! – Ela disse em seguida

– Fique tranquila, quando chegar a hora você vai estar preparada e não vai sentir nenhum desconforto

Queria sair daquela conversa o mais rápido possível, não sabia bem o que dizer e por ter visto ela crescer não conseguia me acostumar com a ideia de que ela já estivesse com vontade transar naquela idade, apesar de que na idade dela já amava me masturbar. Por ter respondido senti que ela estava mais próxima, sentia-se mais a vontade, estava gostando daquilo, jamais a tinha visto nua, por não ser sua mãe achava meio estranho, sempre batia antes de entrar em seu quarto, nesse dia, estávamos apenas nos duas em casa novamente, fui até seu quarto perguntar se queria ir até a padaria, bati na porta como de costume e ela respondeu que poderia entrar. Quando abri a porta, me assustei, percebi que estava nua, tinha acabado de sair do banho, fechei a porta rapidamente e disse:

-Me desculpe!! Pode se vestir primeiro

Ela logo respondeu:

– Vou passar alguns cremes no corpo, pode entrar, não me incomodo não, já somos intimas hahah

Respirei fundo e entrei no quarto, me sentei na cama, estava pouco à vontade com aquela cena, jamais havia ficado de frente a outra mulher nua, daquela maneira. Seu corpo era invejável, pele bem clarinha, cabelos longos e lisos, seus seios eram bem durinhos, por ser bem baixinha tinha uma bundinha empinada, não tinha nenhum pelo no corpo. Evitei ficar olhando, tentava conversar olhando para outros lugares do quarto e as vezes me levantava, jamais havia sentido atração por outra mulher, mas olhando aquele corpo, toda aquela juventude, me deixava excitada, o cheiro de sua pele inundava o quarto todo. Quando ela se virou, ficou de frente para mim, pude ver sua “menininha”, como esperava não havia nada de pelos, era bem delicada e rosadinha. Ela percebeu que dei uma olhada e disse em tom de brincadeira:

-Primeira vez que vê uma bucetinha? Hahahah

Meu rosto estava todo avermelhado, disse:

-Desse jeito faz uns 20 anos que não vejo hahah – respondi em tom de brincadeira para quebrar o gelo

Depois disso ela se vestiu e saímos. Passei o dia todo pensando naquela cena, a partir de então toda vez que ela me tocava me arrepiava, estava doida de tesão. Quando chegou a hora do banho, resolvi me depilar inteira também, queria me sentir uma adolescente novamente, quando terminei me olhei no espelho e gostei do que vi, tenho uma estatura alta, meus seios ainda são bonitos e sempre mantenho a dieta para continuar com a barriga reta. No dia seguinte queria dar o troco. Fui tomar banho e enrolei por um tempo, depois que sai fiquei nua no quarto esperando, em pouco tempo ela bateu, disse que podia entrar. Quando entrou e me viu inteiramente nua se assustou, mas acabou entrando e sentando sobre a cama, ela não conseguia tirar os olhos do meu corpo, até que disse:

-Nossa, que corpão que você tem, não esperava isso hahah

-Ah olha quem fala, depois de ontem, você que me assustou – disse a ela

-Minha mãe nunca me deixa ver ela pelada, você é a primeira mulher que vejo sem ser em filmes….

– Que tipo de filmes são esses que anda vendo, menina? Hahaha – perguntei a ela

-Ah para!! Vai me dizer que não gosta de assistir duas mulheres de pegando – ela disse com cara bem safada

Estava surpresa com a pergunta, ficou claro para mim que minha enteadinha era uma safada e que estava doida para dar, resolvi dar corda:

-ah é? Quer dizer que gosta de ver essas coisas…. e gosta das novinhas como você ou das mais experientes como eu? – perguntei me virando para ela.

Antes de me responder ela olhou bem para meu corpo, mirava minha buceta, sentia que ela estava maravilhada com aquela situação, então disse:

-Quem dera se tivesse vídeos com mulheres iguais a você….

Nesse instante resolvi atacar, fui até ela, cheguei meu corpo nu bem perto do seu rosto, ela começou a beijar minha barriga, segurei seus cabelos, e guiei seu rosto até minha buceta, ela começou a chupar loucamente, lambia, beijava e cheirava, comecei a tirar rua roupa e me deitei na cama. Quando comecei a tirar sua calcinha ela disse:

-Eu sou virgem ainda… vai ter que chupar com bastante cuidado

Comecei a chupar aquela bucetinha com bastante carinho, bem devagar, não queria tirar sua virgindade, apenas lhe dar um pouco de prazer, ficamos na posição de 69, chupando uma a outra, ficava apenas no seu grilhinho, ela gemia loucamente, enquanto me chupava inteira e me penetrava seus dedos. Só de lembrar desse momento já fico molhada, nos duas inteiramente nuas, entrelaçadas e chupando uma a outra, ela foi a primeira a gozar, se contorcia toda na cama, depois fiquei de frente e ela continuou a me chupar e me penetrar com os dedos, até que subiu por cima de mim e começou a roçar seu corpo no meu, estávamos com as bucetinhas meladas, o movimento era bem fácil, a medida que íamos relando ficava ainda com mais tesão, no beijávamos e mordíamos. Não demorou quase nada e nos duas gozamos juntas, que sensação maravilhosa foi aquela.

Depois disso nos tornamos ainda mais amigas e próximas, meu marido adorava isso, mal sabia ele o motivo da amizade, sempre que ela entrava de férias vinha para nossa casa, quando estávamos sozinhas sempre aproveitávamos para dar uma gozada. Enfim, amo minha enteadinha safada…..

Conto erótico – sexo entre mulheres

Esse é meu primeiro conto e nele vou contar como convenci minha amiga que sexo entre mulheres pode ser uma delícia. Bem, a Mariana, minha amiga tem 23 anos (eu tenho 22), é uma morena interessantíssima, mas convictamente hétero.

A gente sempre batia papo sobre sexo de uma forma bem íntima, tanto q ela sabia q eu curtia tanto homens quanto mulheres e que tava namorando uma menina. Ela sempre manteve discurso q respeitava a idéia, entendia minha preferência mas que ela não tinha dúvida q mulher não desperta absolutamente nada sexual nela. Sempre fiquei doida de vontade de provar que ela estava errada.

Pois bem, um dia saímos do curso que fazíamos juntas e ela me chamou pra fazer um lanche e beber alguma coisa na casa dela já q seu pai estava viajando. Passamos no mercado e além de alguns petiscos compramos também uma garrafa de tequila. Enquanto ela preparava nosso lanche eu apertei dois baseados pra gente fumar. Ficamos na varanda do apê fumando maconha e tomando tequila. Ficamos naquele clima de relax um tempão, conversamos, comemos e bebemos até de madrugada.

Lá pelas 02:30hs da manhã começamos a falar de sexo. Ela falava q apesar de sempre sentir prazer fazendo sexo com o ficante dela, ela nunca gozava. Aliás, ela disse que durante toda vida sexual gozou pouquíssimas vezes. Eu falava pra ela q eu tinha a mesma situação até começar a fazer sexo com mulher. Ela sempre dizendo q isso não era pra ela. Talvez pela tequila, mais a maconha, o cd do Barry White que estávamos ouvindo e papo de sexo o clima foi ficando cada vez mais íntimo. Ela falava dos seus desejos e sentia minha xoxotinha pulsando. Ela dizia como queria que a pegassem e minha vontade de agarra-la só ia aumentando. Acho que ela foi notando q eu estava ficando excitada e começou a sentir o mesmo pq as historias começaram a ficar cada vez mais picantes.

Ela me propôs q tomássemos mais uma dose de tequila e dançássemos um pouco…. Concordei na hora e assim fizemos. Ela começou uma música hiper sensual do George Benson e começamos a dançar. Puxei ela pela cintura e começamos a dançar juntas, nossa quando senti a pele dela quente como estava fiquei enlouquecida e decidida a enlouquecer ela tb. Ela ficava me provocando, passando a coxa por entre minhas pernas, eu comecei a passar minha mão bem de leve pela cintura dela até chegar na bunda. Ela era uma morena muito da gostosa, toda proporcional como uma bunda tesuda demais. Então, enquanto alisava sua coxa, sua bunda ela começou a passar seu rosto bem de leve pelo meu pescoço, eu fui ficando doida até q ela começou a dar mordiscadinhas na minha orelha. Pronto, não agüentei mais! Segurei ela firme pela cintura e comecei a beijar e lamber seu pescoço, ela soltou gemidinhos. Enchi o rosto inteiro de beijinhos molhados até chegar com muito tesão em sua boca. Ela recebeu muito bem meu beijo e me apertou forte enquanto enfiei minha língua por entre seus lábios.

Nos beijamos enlouquecidamente e eu fui a levando em direção ao sofá. Coloquei ela deitada e disse q só queria q ela ficasse quieta e me deixasse fazer o que eu fazia de melhor. Ela fechou os olhos e eu fiquei com muito tesão naquela visão. Enquanto a beijava e a tocava tirei toda sua roupa. A cada beijinho q dava ela soltava um gemido ou suspiro. Adorei quando vi seu corpo totalmente nu. Ela continuava de olhos fechados mas agora com um sorriso safado no rosto. Senti o cheiro e alisei seu corpo inteiro. Comecei a lamber seus mamilos q estava bem durinhos. Ela gemia enquanto eu brincava com eles, passava a língua em volta, dava mordidinhas bem de leve. Ela começou a gemer mais alto o q me deixou com mais tesão. Continuei lambendo e beijando seus seios mas agora também passava a mão pela sua coxa, ia subindo, passava pela virilha até senti meu dedo bem no meio de sua rachinha. Ela suspirou e disse: “Ai,q tesão!”. Vim beijando seus seios, beijei sua barriga, beijei todo o contorno de sua xoxotinha e sentia que ela já tava ficando doida de tesão.Minha buceta pulsou ainda mais qdo ela abriu o olho e disse: “Quero que vc me chupe e quero estar olhando enquanto vc faz”.

Passei minha língua pela sua virilha, lambi toda a parte de fora dessa xoxotinha linda. Passei minha língua bem de levinho na rachinha e tirei. Ela gemeu e abriu bem as pernas, colocou a mãozinha na xotinha, abriu mostrando seu grelinho e falou: “Agora eu quero sua lingüinha aki”. Passei a lingua e ela já estava encharcada de desejo. Aquele gosto de mel me fez chupa-la enlouquecida. Minha língua brincava em sua buceta como se fosse um beijo na boca. Sei q chupo muito bem pq passo minha língua de forma macia, uso os meus lábios e não canso de chupar por horas. Ela começou a gritar e rebolar na minha boca. Sem tirar minha língua de seu grelinho comecei a colocar meu dedo dentro de sua xoxotinha. Qdo enfiei o dedo todo ela começou a gemer ainda mais freneticamente e ficou rebolando deliciosa.

Deixei ela maluca até gozar não só uma, mas pelo três vezes. Ela terminou exausta e dizendo que gozar tanto e nessa intensidade ela nunca tinha experimentado na vida. Ela também me retribuiu à altura

Depois de gozar muito a Mariana estava exausta, me deitei ao lado dela e ficamos abraçadinhas a meia-luz. A respiração dela ia normalizando, a minha também e eu já começava a ficar com tesão de novo… Depois de uns minutos ela falou que queria tomar um banho, que ela nunca tinha se sentido tão molhada no sexo, eu sorri e ajudei ela a levantar. Fomos nuas em direção ao banheiro que aliás tinha um box fantástico. Tomamos um banho bem juntinhas rindo e conversando… Ela tinha por lá um delicioso óleo de corpo de maracujá, um cheiro absurdamente afrodisíaco.. Eu já estava com mais tesão ainda quando fomos pro quarto dela…

A cama dela era daquela tipo americana, alta, perfeita pra fazer amor… Ela acendeu um incenso, pôs um cd de tango, que loucura a menina ht convicta era uma amante lésbica incrivel… Ela foi secando meu corpo com a toalha no ritmo da musica como se estivesse dançando comigo… Eu passava a mão pelo corpo dela enquanto ela se exibia pra mim…

Ela dançava o tango olhando nos meus olhos, totalmente nua e despida de vergonha. Começou a esfregar ser corpo contra o meu, passava os seios pelas minhas costas e veio deslizando até ficar de frente pra mim, nesse momento nos beijamos loucamente, ela me segurou pelo cabelo e disse:” Agora quem vai ficar quieta é você” e me pôs deitada em sua cama… Fechei meus olhos e dei meu corpo inteiro pra aquela mulher.

Ela se deitou sobre mim e começou a esfregar sua xoxotinha na minha, aquele calorzinho me fez arrepiar ao sentir o molhado de sua bucetinha gostosa… Ela continuou rebolando e começou também a me beijar, a língua dela ia ficando cada vez mais macia e mandona. Ela começou a dar lambidinhas e mordidinhas no meu pescoço e na minha orelha eu ia ficando cada vez mais doida, ela ia rebolando cada vez mais rápido… Ela foi descendo o corpo enquanto percorria com a boca todo o meu corpo… A essa altura eu já estava gemendo e sentindo minha xoxotinha encharcar, ela deu beijos e lambidas na minha virilha de uma forma q eu nunca imaginei que ela faria na sua estréia homo, sentia q ela me devorava…

Ela deu uma lambida macia mas forte bem na minha rachinha, a lingua parecia estar geladinha de tanto frescor, soltei um gemido mais alto do q devia… Cheia de urgência ela começou a me chupar, ela passava a língua no meu grelinho e às vezes dava sugadinhas, eu já estava gemendo sem controle e sentia q ia gozar a qualquer momento…

Ela pareceu entender isso pq ela mudou o ritmo e começou a passar a língua bem devagar.A língua vinha do bumbum até chegar no meu grelinho… Era uma delicia o que eu sentia, nesse momento uma surpresa, senti ela sentada na minha perna… Nossa q loucura é sentir os pelinhos quentinhos e afila xoxota molhada sendo esfregada… Ela continuou me chupando com a língua lenta mas com presença e passava sua xoxota pela minha perna…Nós duas ficamos gemendo, gemendo,fui subindo a perna e quando senti a xoxotinha dela rebolando no dedão do meu pé senti q minha xoxota estava molhando o lençol… Ela lambia cada centímetro meu e rebolava na boca daquela gostosa, ela gemendo cada vez mais alto, sentindo sua xoxota molhada no meu pé gozei loucamente, ela ainda não tinha gozado então no mesmo pique a deitei com as pernas abertas e comecei a chupar ela com a mesma urgência… Não demorou muito pra gozar na minha boca… Quando lembro disso já começo a pulsar.

contos de incesto – sexo entre irmãos


Olá, meu nome é Joanna (nome fictício) e tenho 18 anos.

Vivo no seio de uma família linda. Meu pai tem 42 anos e minha mãe 41. Tenho um irmão com 20. Somos uma família unida e desde muito cedo que falar sobre sexo ou qualquer assunto em família é perfeitamente normal. Em casa é normal me cruzar com meu pai ou com minha mãe nus. Também já vi meu irmão algumas vezes depois do banho. Ele nem costuma enrolar a toalha. Apesar de sermos um pouco liberais, sempre ouve respeito mútuo.
Com dezasseis anos tive meu primeiro namorado e foi o meu irmão que veio falar comigo e me alertou para os perigos da sexualidade, dando conselhos. Falando que é importante usar preservativo e essas coisas todas. Fiquei agradecida, mas não iria precisar pois tinha tomado a decisão de ser virgem por muito tempo. Decidi que só me entregaria ao homem que realmente merecesse.

Claro que meu namorado insistia, mas ficamos só por beijos e alguns amasso nos peitos. Apenas uma vez deixei que ele metesse a mão por baixo da saia e me mexesse na minha vagina. Claro que gostei mas ficamos só por ali.
Já meu irmão estava em plena atividade sexual, colecionando namoradas. Cheguei a apanha-lo em casa durante o dia com uma namorada. Uma vez cheguei mais cedo que o previsto e como o meu quarto é ao lado do dele escutei os gemidos da putinha que estava com ele. Confesso que me excitei e me masturbei enquanto os ouvia. Minha xaninha é bem lisinha com poucos pelos claros e um pouco saliente. Os orgasmos eram deliciosos.
Agora que já falei um pouco sobre mim vamos ao que realmente aconteceu.
No ano passado fomos em família a Paris, como meus pais fazem anos de casados no dia do pai aproveitamos para uma escapadinha de três dias á cidade luz.
Meus pais alugaram dois quartos num hotel com vista para o riu Sena e Tore Eiffel. Um ao lado do outro e com uma porta que tinha comunicação entre os dois.
Chegamos a Paris logo pela manhã e não desperdiçamos tempo. Queríamos aproveitar ao máximo. Passeamos e visitamos alguns museus. Ficamos deslumbrados com a cidade. Achamos muito romântica. Quando começou a anoitecer fomos subir a torre Eiffel para ver as luzes lá do alto. Paris á noite é muito romântico e meus pais pareciam dois adolescentes enamorados. Beijavam-se muito e sempre agarradinhos um ao outro. Eu e meu irmão tirávamos fotos ao casalinho. Também tiramos algumas abraçados um ao outro mas sem maldade.
A noite chegou e como só tínhamos dois quartos claro que dormi com meu irmão, Já não era a primeira vez. Em casa quando temos visitas de nossos avós cedo o meu quaro e vou dormir com ele. Nunca aconteceu nada e até já dormimos de conchinha. Gosto de dormir de camisa de dormir sem calcinha e quando durmo com meu irmão faço igual. Se ele sentiu tesão por mim eu não sei. Sei que eu já senti por ele mas acho que é normal. Quando sinto seu pau encostado ao meu traseiro sinto calafrios, afinal sou uma fêmea.
Voltando a Paris.
Meus pais no quarto ao lado começaram a fazer amor e os gemidos ouviam-se em nosso quarto. O que a princípio eram gemidos mudos e sussurros mas depressa passaram a gemidos mais altos. Senti tesão.
Meu irmão estava em conchinha comigo e sinto seu pénis crescer de encontro a meu rabo. Fiquei quieta sem saber o que fazer. Minha vagina deu sinais e senti o tesão aumentar á medida que minha mãe gemia e o pau do meu irmão crescia. Pensei em me levantar mas resolvi ficar. Minha mãe atinge o orgasmo e os gemidos foram ainda mais altos. Agora minha vagina escorria. Mexi o rabo de encontro ao pau de meu irmão e oiço suspirar.
-O que está a acontecer?!! -Pensei.
Meus pais, depois de uma pausa trepam de novo.
Sinto a mão de meu irmão percorrer meu corpo seminu. Sinto arrepios e não lhe digo para parar e ele continua até meu seio direito que já tinha o bico bem espetado. Minhas mamas são médias mas bem riginhas. Queria manda-lo parar mas meu corpo queria mais.
A mão desce e os arrepios aumentam. A mão marota não tardou e estava alojada na minha xaninha lisinha, gemi.
– Para. -Disse eu sem muita convicção.
-Não estás a gostar?
– Estou, mas…. -Confessei. – Somos irmãos, porra…
– Queres que pare?
– Não, não sei.
– Eu paro.
– Não, não pares. Mas não vai haver sexo. Sabes que sou virgem.
Meu mano massajou minha xaninha lisinha. Como estava sem calcinha ele brincou com meu clitóris e não tardou atingi um orgasmo delicioso. Era o primeiro orgasmo provocado por um homem.
Meus pais continuavam a trepar. Minha mãe já se tinha vindo não sei quantas vezes.
– Bates-me uma punheta? – Perguntou meu irmão.
Peguei seu pau mediano e sem muito jeito fui-o punhetando.
– Queres que te chupe o pau?- Perguntei meio envergonhada.
-É o que mais quero. Chupas?!!
– Já te aviso que nunca chupei nenhum.
– Não faz mal. Chupa na mesma.
Meti o pau de meu irmão na boca e fiquei surpreendida com o sabor. O gosto era agradável e minha xaninha parece que também gostou pois ficou excitada de novo.
Desajeitadamente fui chupando e metendo e tirando o pau da boca. Demorava-me mais tempo na cabecinha pois era aí que meu irmão parecia gostar mais.
Chupei, lambi e sinto que meu irmão se estava a contrair.
-Vou me vir. -Disse ele.
– Na boca não, por favor.
Meu irmão sai e vem se posicionar por cima de mim. Levanta-me a camisa de dormir e masturba o pau. Passado pouco tempo explode. De seu pau saíram jatos de esperma. Os primeiros viram bater em meus lábios. Gostei… os outros caíram em minhas mamas. O esperma de meu irmão era doce e quente. – Acho que vou gostar de engolir. -Pensei…
Meus pais estavam em silencio e nós também ficamos. O sentimento de culpa era tanto que não falamos um com o outro.
Durante a noite não dormi bem a pensar no que tinha acontecido mas cheguei á conclusão que não tinha feito nada de mal. Eu gostei e ele também gostou. Ninguém obrigou ninguém a nada.
Quando acordamos fui tomar banho e ainda excitada com o que tinha acontecido, masturbei-me e atingi um orgasmo delicioso.
Decidi não valorizar muito o fato de ter feito aquilo com meu próprio irmão. Pensei até em avançar mais um pouco se o ambiente fosse propicio. Afinal estava na cidade mais romântica do mundo.
Tomamos o pequeno almoço em família. Meu irmão não me olhava nos olhos. Devia estar com um sentimento de culpa.
Quando ele foi á casa de banho fui logo a seguir. Ao me cruzar com ele no hall de entrada, olhei-o nos olhos.
– Não me arrependo de nada. – Disse-lhe.
Dei-lhe um beijo rápido nos lábios e saí.
Durante a manhã vistamos a Catedral Note Dame e a seguir ao almoço o Arco do Triunfo e os campos Eliseos. Aos poucos meu irmão voltou a sorrir e até muito brincalhão comigo.
Quando foi ao fim da tarde voltamos ao hotel e como nossos pais faziam anos de casados nesse dia, iriam sair para um programa só deles. Eu e meu irmão também tínhamos programa. Jantar numa Pizaria e acabar a noite no Ard Rock café.
Nossos pais saíram e nós ficamos mais um pouco.
Meu irmão já tinha tomado banho. E eu cochilava um pouco em nossa cama.
-Então sua preguiçosa, vamos?…
Meu irmão joga-se em cima de mim. Que cheirinho bom.
– Estás todo perfumado! Vais para o engate?
– Quem sabe não encontro uma virgem portuguesa e a traga para nossa cama. Risos…
Fui tomar banho e elaborei um plano. Queria perder a virgindade em Paris. Porque não com meu irmão?
O quarto de nossos pais tinha uma varanda para o riu Sena com a torre Eiffel como pano de fundo. Muito romântico.
Sai do banho enrolada na toalha.
-Espera-me na varanda de nossos pais. Eu já lá vou ter. – pedi.
Vesti uma camisa de dormir preta sem nada por baixo. Perfumei-me.
Quando entrei no quaro meu irmão estava debruçado na varanda a olhar o Sena. Ele vira-se e fica de boca aberta. Meu corpo com a luz ficava exposto.
– Mas!!!
– Xiu… Mudança de planos.
Aproximei-me e beijei-o nos lábios.
-Cheiras bem. Vais engatar gajos?
– Quem sabe não encontro um tuga que me tire a virgindade.
– Eras capaz?!
– Existe melhor local que este para perder a virgindade? O sena, a Torre Eiffel e Tu….
– Eu?! Mas sou teu irmão…
– És o meu melhor amigo e de certeza que não me vais magoar. Queres?
Não ouve resposta e simplesmente nos beijamos. Seu hálito era fresco e excitante. Tiro sua camisa.
– Vamos para dentro – Disse ele…
-Não. Quero aqui.
Estava fresco mas o a excitação estava a mil. Beijamo-nos muito. Meu irmão tira-me a camisa de dormir. Fico nua e ele despe as calças e fica também nú.
– Tu és virgem, vai ser difícil aqui na varanda.
– Podemos tentar? Gostava que me penetrasses por trás enquanto me perco a olhar o Sena e a Torre Eiffel.
-Podemos tentar mas vai ser difícil.
Quando ele me abraçou por trás, senti um volume crescer atrás de mim, ele sentindo que me arrepiei me agarrou com mais força beijando meu pescoço. Encosta-me á varanda para me debruçar. Abro as pernas e empino o rabo. Minha xaninha estava lubrificada e pronta.
– Sou tua.
Meu irmão agarra-me nas mamas e encosta seu pénis na entrada da minha gruta. Tenta a penetração com seu pau rijo. Sinto-o nos meus grandes lábios. Senti dor e quando ele encostava eu fugia com o corpo.
-Assim não vai dar.
Pega em mim ao colo e beijando-me leva-me para o quarto. Deita-me na cama e suavemente, começou a beijar e lamber meus seios, descendo para a barriga. Nessa hora soltei um suspiro de prazer e meu irmão beijou minha vulva que já fervia de tanta excitação. Com sua língua, começou a percorrer meus grandes lábios com movimentos circulares. Eu, sentindo esse prazer que percorria todo o meu ser liberei suaves gemidos, ele, sentindo-me, introduz sua língua para sentir meu gosto. Depois vira-me de costas e começa a me lamber. Sua língua saliente percorre minhas costas, minhas pernas e por último meu anús. Completamente excitada e sentindo que gozaria pedi a ele para me penetrar. Meu irmão vira-me de novo e pede-me que levante a abra bem as pernas. Deitou–se sobre mim, entre minhas coxas. Apoiou as mãos na cama, sustentando o peso do corpo, os músculos de seus braços sobressaltados, a cabeça pesada do seu pau na abertura da minha vagina. Fitou meus olhos arregalados e me penetrou de uma vez só. Mordi os lábios e meu corpo ondulou, aniquilado pelo prazer e pela dor. Entrou muito apertado, me arreganhando, me abrindo toda. Chegou a doer muito, mas uma dor que me tornava mais consciente de que o homem que me comia era diferente, era meu irmão. Agarrei seus quadris e movi–me, oferecida, recebendo sua ereção potente até tomá–lo todo, enquanto metia mais e mais, lento, duro.
– Ai, isso dói mas é que gostoso … – Sussurrei, fora de mim, cheia e esticada, sugando seu
pau com minha vagina palpitante.
– Queres que pare? -Pergunta meu irmão preocupado.
– Claro que não.
– Calma, não tarda nada e é só prazer.
Senti um líquido quente escorrer de mim. Era o sangue de meu íman. Meu mano começa um vai e vem e o que era dor passou a prazer.
-Ummmmmmmm. Isso é bom.
– Vez, eu não te disse?
– Olha, estás sem preservativo. Tens de ter cuidado.
-Claro, não te preocupes e relaxa.
Relaxei. Agora sim, sentia prazer e queria mais.
-Isso, penetra-me. Isto é tão bom.
As estocadas passaram a ser mais rápidas.
– Assim vou me vir.
-Então vem-te. O que esperas. Vente, putinha.
– Putinha?!
– Desculpa, não queres que te trate assim?
– Quero, eu hoje sou tua putinha. Mas só tua. Penetra a tua putinha.
Ele penetrou. senti-me totalmente preenchida. O seu pau não é muito grosso mas era o primeiro pau. Ao mesmo tempo sua boca passa a chupar meus bicos eretos. Meus peitos são durinhos e faziam a delicia de meu irmão.
– Porra putinha. As tuas mamas estão a deixar-me louco.
– Só as mamas? E o resto?
Agora só sentia prazer e o meu primeiro orgasmo com um pau dentro de mim estava próximo. Sinto espasmos e meus grandes lábios vaginais se contraírem.
– Hum, que bom maninho. Estou… Estou a vir-meeeeeeeeeeeeeeeee. Haaaaaaaaaaaaaa.
Vim-me intensamente e gemi. Gemi como estou habituada a ouvir minha mãe. Gritei.
– Issoooooooooooo. Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa. Poraaaaaaaaaaaaaa.
Meu irmão não se veio mas fez uma pausa.
– Estás a gostar? Era assim que imaginavas perder a virgindade?
– A dor inicial, era. O Prazer do primeiro orgasmo também mas ser em Paris e com o meu próprio irmão era inimaginável.
Descansamos um pouco. Enquanto isso meu irmão abre uma gaveta e tira algo.
– Eu sabia que o velhote tinha aqui preservativos.
– Estás maluco? Ele vai dar conta.
– Não… tem tantos que nem vai notar.
Virados um para o outro beijamo-nos muito na boca, nossas línguas quentes brincavam uma com a outra.
– Agora quero na varanda.
Meu irmão abre de novo a gaveta e tira um lubrificante de minha mãe.
– Isto vai ajudar.
– Como sabias que a mãe tinha isso?
-Não sabia, calcolei…
Fomos nus para a varanda. Estava fresco. Debrucei-me e contemplei a torre Eiffel e o rio Sena. Meu irmão por trás abraça-me. Sinto um gel frio na minha vagina, era o lubrificante. Debrucei-me mais e recebo ao pau dele dentro de mim. Entrou com alguma facilidade agora. Já não era mais virgem e o gel ajudou.
Nua na varanda do hotel com a Torre Eiffel e o Sena em frente e a ser penetrada por meu irmão. Nunca poderia contar isso a ninguém. Nem mesmo á minha melhor amiga mas isso me excitou.
Fiz movimentos de vai e vem. Agora o pau de meu irmão tinha preservativo e poderíamos atingir o orgasmo juntos.
– Penetra-me. Quero sentir que te vens dentro de mim.
Ele penetrou agarrando-me os cabelos suavemente e puxando para trás. Sinto as suas bolas baterem em minhas nádegas nuas.
-Isso. Fode a tua putinha.
Não tardou estávamos os dois com contrações. Eu vim-me primeiro num orgasmo delicioso e logo de seguida ele. Enquanto se vinha penetrou-me violentamente e ainda não tinha acabado de me vir e já estava a me vir de novo. Gemi mas não muito alto. Perdi as forças nas pernas. Ele amparou-me e sentou-me numa cadeira que estava na varanda. Retira o preservativo e dá-me o pau para chupar. Ainda com restos de esperma, suguei até ficar bem limpinho. Mais uma vez achei que iria gostar de engolir esperma.
Fomos para a cama e cochilamos um pouco. Tomamos banho em nosso quarto. Voltamos ao quarto de nossos pais e retiramos os lençóis que tinha algum sangue de minha virgindade. Trocamos com os de nossa cama.
Chegamos ao hard Rock já bem tarde e ainda deu para nos divertirmos. Meu irmão tratou-me como sua namorada e até me deixou beber álcool.
Quando chegamos ao hotel nossos pais ainda não tinham chegado. Não fizemos amor pois corríamos risco de eles chegarem e nos apanharem.
Dormimos em conchinha com a mão de meu irmão a percorre-me o corpo.
Acordei primeiro. Fui espreitar meus pais e dormiam que nem uma pedra. Voltei para a cama. Destapei meu irmão, baixei suas calças de pijama e meti seu pau murcho na boca. Ele foi acordando e não disse nada. Passei a lamber seu pau de cima a baixo, lentamente. Depois foi a vez de seus testículos, chupando docemente cada bola. Depois enfiei a cabeça na boca e chupei. Seu pau foi crescendo até ficar bem rijo. Seu cheiro de macho dominavam minhas narinas, seu gosto era doce e delicioso. Fui o chupando para frente e para trás. Meu irmão continuava quieto. Acariciei suas bolas, meti–o todo na boca. Meti o mais que pude e quase me engasguei. Foi quando meu irmão colocou uma mão e minha cabeça me ajudando no vai e vem. Sinto suas contrações. O primeiro jato veio quente e grosso no fundo da minha garganta. Engoli, excitada, erguendo rapidamente meus olhos para ele. Chupei–o com desejo e volúpia. Engoli tudo, sem poder tirar os olhos dos seus. Lambi–o todo, cada gota, deixando–o limpo, até não sobrar mais nada. Fiquei deliciada com o sabor do esperma.
Voltei para a cama e dormi mais um pouco. Ás dez horas levantamo-nos e como nossos pais não davam sinais de vida pedi a meu irmão para me acompanhar num passeio.
Saímos em direção ao memoria á princesa Diana. Hera perto do hotel. Compramos um cadeado e fomos coloca-lo ao lado de outros tantos.
– Este vai ser o nosso segredo. Este cadeado vai ficar aqui para sempre. Juras que vai ser o nosso segredo?
– Juro. -Disse meu irmão.
Beijamo-nos apaixonadamente e prometemos um ao outro que o que se tinha passado em Paris ficava em Paris


Contos De Incesto Entre Irmãos

Conto de incesto entre irmão e irmão que acabam se pegando com tesão perfeito em casa. A novinha amadora adora dar sua buceta pro irmão gordinho dotado, confiram.

Meu nome é Laura, tenho 19 anos e meus pais se separaram quando eu ainda era mais novinha. Toda minha família foram contra a separação, mas no final aceitamos, pois percebemos que os dois já não se gostavam mais. Eu e meus irmãos deveríamos decidir com quem queríamos ficar.

Eu e minha irmã Milena fomos morar com meu pai, e meu irmão Matheus foi morar com minha mãe. Depois disso nunca mais vi o meu irmão, ou seja, nos afastamos completamente. Depois de alguns anos meu pai faleceu e eu e minha irmã fomos morar com a minha tia.

O problema é que minha tia não tinha muitas condições de cuidar de mim e da minha irmã, pois ela já tinha que cuidar dos meus primos. Assim, ela conseguiu rastrear a minha mãe e ela, muito feliz, aceitou cuidar da gente novamente, pois queria corrigir seus erros e recuperar os anos perdidos longe de nós.

E finalmente pude rever o meu irmão, já com 18 anos. Nossa! Eu já nem me lembrava mais como ele era. E agora ele tinha se tornado um rapaz tão bonito, alto, muito alto mesmo, de pele branca, olhos claros e bem forte. E um pouco gordinho também, o que me chamou a atenção, pois sempre tive fetiche com homens gordinhos.

Comecei a sentir muito tesão pelo meu irmão. Bastava ele se distrair e eu ficava olhando para as coxas dele e para o volume de seu pau. Nossa!! Eu agradecia aos céus quando ele vestia shorts mais curtos e largos e eu conseguia ver parte de sua cueca e seu enorme saco.

Comecei a me exibir pra ele também. Sempre que eu podia eu “acidentalmente” deixava meus peitinhos ou a minha calcinha à mostra. Tudo isso longe do restante da família, é claro. Eu não sabia ao certo se meu irmão estava percebendo as minhas intenções, mas decidi ir em frente, pois era algo que estava me fazendo muito bem.

Muitas vezes eu percebia que eu estava fazendo uma coisa que não era certa, pois é o meu irmão de sangue. Mas confesso que eu ficava extremamente excitada. Minha buceta ficava toda molhada pensando em seu pau duro e grosso nas minhas mãos, pra eu punhetar ele até ele gozar no meu rosto. Que loucura! Por várias noites eu toquei siririca pensando nele.

Uma noite minha mãe e minha irmã decidiram sair para passear e visitar alguns amigos. Elas perguntaram se eu queria ir junto, mas eu tinha algumas tarefas da escola pendentes e assim eu e meu irmão ficamos sozinhos à noite. Era uma oportunidade que eu não ia deixar escapar. Eu ia dar para o meu irmão.

Assim que elas saíram eu corri para o banheiro e tomei um banho muito caprichado. Saí do meu quarto com um short bem curto mesmo, e uma calcinha minúscula e enfiada todinha do meu rego. Escolhi uma blusa um pouco transparente e não coloquei sutiã. Meu irmão estava na sala fazendo não sei o quê no notebook.

Passei lentamente ao lado dele, rebolando minha bunda. Cheirosa como eu estava, seria impossível ele não me notar. Mas ele não me notou. Me sentei no sofá, abri as pernas, liguei a TV, e nada. Ele fez de conta que eu nem estava lá. Fiquei chateada.

– Matheus, já vou dormir, tá? Apaga todos as luzes quando você terminar! – falei e fui em direção ao meu quarto. Ele apenas concordou. Que droga! Eu não sabia mais o que fazer para deixá-lo excitado. Me deitei na minha cama e fiquei lá, pensativa, com a buceta pegando fogo de vontade.

Depois de uma hora mais ou menos eu não aguentei mais e fui até o quarto dele. Bati e ele pediu pra eu entrar. Meu irmão estava deitado sem camiseta e com uma bermuda que destacava bem o volume de sua rola. Entrei sem graça e ele só me olhou, tentando entender o que eu queria.

– O que foi?… sem sono?
– Sim… na verdade está muito calor lá no quarto! – falei e me sentei ao seu lado na cama. – Vamos fazer alguma coisa pra gente se divertir? Que tal jogar?

– Sim… pode ser! – ele falou e já pegou o videogame.
– Cadê o outro controle?
– Acho que está debaixo da cama! Pega aí! – meu irmão falou e sorri por dentro. Era a uma ótima oportunidade de eu me exibir pra ele.

Fiquei deitada de bruços na cama e abaixei minha cabeça e parte do meu corpo para procurar o controle embaixo da cama. Eu sabia que minha bunda estava empinadinha e eu sentia meu short todo enfiado entre minhas nádegas. O Matheus não poderia ter uma visão melhor do meu traseiro.

Nessa hora ele reagiu. Senti sua mão forte e firme na minha bunda, apertando e massageando os meus glúteos. Me arrepiei todinha e esqueci do controle. Antes que eu pudesse falar qualquer coisa ele me puxou pela cintura e me jogou em cima dele. Um segundo movimento e ele estava deitado em cima de mim, eu de bruços e ele por cima.

– Ohhhhhhh… Matheussssss… eu tenho tanta vontade de ficar com você… desde o dia que eu te vi… – falei entre gemidos.

– Eu sei, Laura… você está me provocando desde o dia que você chegou… e eu não me importo que você é minha irmã… eu vou meter a rola em você, sua gostosa!

Fiquei quietinha e deixei ele tirar o meu shorts e a minha calcinha. Pela primeira vez eu estava peladinha e exposta para um homem, nesse caso, meu irmão.

– Uaaaauuuuu… que cheiro de buceta mais gostoso! – ele falou com a voz cheia de tesão. Finalmente o cheiro da minha perereca limpinha e molhada tinha chegado ao nariz dele.

Eu tinha sonhado com um monte de preliminares, mas não foi isso que aconteceu. Meu irmão estava apressado, talvez com medo da minha mãe e minha irmã chegarem. De imediato percebi ele tirando sua bermuda e cueca e se posicionando atrás de mim.

Fechei os olhos e empinei minha bunda um pouco mais. Ele pincelou a cabeça da pica na minha racha e fez um pouquinho de pressão. Quando ia entrar eu senti um pouco de dor e joguei o meu corpo para a frente.
– O que foi?… não quer mais? – ele falou e me segurou pela cintura, me trazendo de volta para a posição inicial.

– S-s-s-sou virgem, Matheus… eu… eu nunca fiz! – falei com a voz baixinha e tremida.
– Hummmmmm… assim é melhor ainda, Laura… vou fazer com mais cuidado então. – ele falou e me colocou deitada de costas. Nessa hora pareceu que a pressa dele tinha sumido.

Gentilmente ele tirou a minha blusa e chupou os meus peitinhos delicadamente, dando beijinhos nos biquinhos e depois sugando, alternando entre eles. Meu corpo reagiu com pequenos tremores e uma sensação tão deliciosa que minha buceta palpitava.

– Ahhhhhhhhh… irmão… isso é tão gostoso, né?… cuida bem da sua irmãzinha, tá? – falei entre gemidos.

Enquanto chupava meus seios ele ficou brincando com os dedos na minha xoxota, enfiando e tirando, me deixando cada vez mais lubrificada. De repente nos olhamos e resolvemos nos entregar de verdade mesmo. Nossas bocas se encontraram em um beijo super delicioso. Nunca na vida um rapaz tinha me beijado daquele jeito.

Fechei meus olhos e me deixei ser beijada, tocada, bolinada, cheirada e massageada. As mãos do meu irmão percorriam todo o meu corpo e seus dedos atrevidos já invadiam a minha xaninha e também o anelzinho do meu cú. E eu com os olhos fechados e gemendo baixinho. Eu sabia que ele estava se preparando pra meter. Eu já sentia ele se ajeitando no meio das minhas pernas.

– Ohhhhhhhhhhh… meu deusssss… isso é tão errado, Matheussss… nossaaaaa… enfiaaaaaa… p-p-p-por favorrrr… e-e-estou pronta…! – gemi e falei com dificuldade. Ele, sem tirar sua boca da minha, encaixou a cabeça do pau na minha entradinha e empurrou.

– Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhh…! – soltei um grito desesperado e mordi o braço dele. Que dor mais agonizante. O pau dele deslizou pra dentro de mim, me abrindo, me invadindo. Parecia que algo estava me rasgando por dentro. Abracei ele com todas as minhas forças e puxei ele ainda mais pra mim, pra entrar até o fim e aquela dor passar logo.

– Que delíca… que buceta mais apertadinha da minha irmãzinha…! – meu irmão falou e começou a bombar lentamente, e depois foi ganhando velocidade. O peso dele em cima de mim e as estocadas fortes na minha xoxota faziam com que a cama fizesse um barulho dos infernos. Mas eu nem me importei. Eu estava sendo fodida pelo meu próprio irmão, e isso era algo que eu estava esperando há tempos.

– Mete, Matheus… mete… mete bem gostoso… fode ela todinha… precisa ter dó dela não, tá?… ela foi feita pra isso… mete nela… soca nela até o fim… meu deussssss… como isso é bom… ahhhhhh… sssssssss… seu safado…!! – eu gemia cada vez mais alto e falava essas safadezas.

Meu irmão estava gostando tanto de me comer que às vezes até babava no meu pescoço. Ele parecia um animal, um enorme leão em cima da leoazinha. E a leoazinha era eu, toda magrinha e frágil debaixo dele. Com um movimento rápido ele me passou para cima dele e me pegou de jeito mesmo. Com força ele me jogava pra cima e eu descia deslizando em seu pau.

– Sua safada… putinha… você gosta é de pica, Laura… você gosta é de pau nessa sua buceta, não é, sua safadinha?… que buceta mais gulosa… toma pau, toma… putinha gostosa…! – meu irmão falava isso enquanto eu subia e descia em seu pau. A penetração estava tão deliciosa que eu já tinha esquecido a dor inicial.

– Fala mais, Matheus… fala mais, fala… fala que sou uma putinha safada, irmãozinho… fala que sua irmãzinha é uma saliente… ohhhhhhh… meu deusssss… ahhhhhh… que delíciaaaaaaaa… ssssssss…! – eu gemia desesperada, soltando gritos cada vez mais altos.

Comparando o tamanho do meu irmão e o meu, eu parecia uma boneca em cima dele, e seus braços fortes levantavem meu corpo e me soltava, fazendo com que eu descesse em seu pica, deslizando até o saco encostar na minha bunda. Que loucura!!!

– Uiiiiiiiii… – me assustei quando, de repente, ele me jogou para o lado e me arrastou até a beirada da cama, me deixando de quatro. Nem tive tempo de me ajeitar e o pau dele já tinha sumido dentro de mim novamente. Eu sempre tinha sonhado transar de cachorrinho, e agora eu estava ali, totalmente entregue ao meu irmão.

Me empinei ao máximo e fiquei rebolando meu quadril lentamente, enquanto ele me segurava firme pela cintura e metia sem dó, até o fundo. Gemi e pedi pra ele me comer bem gostoso. Por mim a gente ficava metendo a noite inteira.

De repente ele deu uma enfiada daquelas que vai até o juízo. O orgasmo que eu tanto desejava e que estava sendo reprimido pelo meu nervosismo finalmente veio.

– Ahhhhhhhhhhhh… ahhhhhhhhh… estou gozandooooooo… Matheussssss… estou gozandoooooooo…!! – senti uma descarga elétrica percorrer todo o meu corpo. Involuntariamente minha buceta começou a contrair de tal forma que eu achei que meu coração ia sair pela minha boca.

– Ohhhhhhhhhhhhhh… que delíciaaaaa…! – meu irmão falou entre gemidos e começou a me encher de porra. Foram várias cuspidas de esperma quentinho que encheram minha xoxota e começou a escorrer pelas minhas pernas, que tremiam descontroladas. Caí para a frente e meu irmão veio por cima de mim, quase me esmagando na cama.

– Matheus do céuuuuuuu… a mãe já deve estar chegando!! – falei assustada e tentei sair de debaixo dele. Ele desengatou o pau da minha buceta e caiu para o lado, rindo. Olhei para seu pau e ele estava todo lambuzado do meu gozo e algumas gotinhas de sangue. Fui ao banheiro, peguei papel higiênico e limpei pra ele.

– Você é muito bonita, sabia? você nem imagina o quanto eu esperei por isso! – ele falou enquanto eu terminava de limpar a pica dele com o papel e usava a minha calcinha pra limpar a porra que escorria pelas minhas coxas.
– Você me queria mesmo? – perguntei e dei mais um beijo na boca dele.

– Sim… a gente pode fazer todas as vezes que você quiser… escondido da mãe, é claro! – ele falou acariciando o meu rosto. – Mas só vou ficar com você se você não ficar com outro menino. Só eu posso te tocar. A partir de hoje você é minha irmã e minha namoradinha, tá?… Você concorda?

Fiquei muito emocionada e falei que eu concordava. Nos dias seguintes meu irmão me comeu sempre que tínhamos oportunidades. Por várias vezes eu acordei de madrugada e fui para a cama dele. Até anal já fizemos.

Conto eróticos – Travesti

A bunda avantajada e a marquinha de biquíni daquele traveco louro sempre me causou um inquietante tesão.
E eu assistia àquele espetáculo diariamente, por volta das 8h da noite, quando voltava pra casa, numa esquina da av. Conselheiro Aguiar, em Recife. A loira fazia ponto sempre no mesmo lugar.
Claro que ela mostrava a sua bunda linda pra todo mundo, mas eu tinha o pressentimento que era uma exibição exclusiva pra mim. Quantas vezes, no silencio da noite, comi a minha mulher pensando naquela bunda? Mas nunca tive coragem de abordá-la. Na verdade, nunca pensei que um dia teria essa coragem.

Pois bem, no começo do ano mudei de trabalho e mudei de cidade. Vim morar no Rio de Janeiro. Sou publicitário, tenho uma boa condição financeira e, o que é muito importante, sou um sujeito bem casado, bem resolvido. Já trai a minha mulher algumas vezes, sim, mas foram sempre escapadas fortuitas. Nunca chegaram a ameaçar a solidez do nosso casamento.


Mas, como ia dizendo, agora moro no Rio. E numa das minhas viagens a Recife, a trabalho, cheguei cedo no Aeroporto dos Guararapes, aluguei um Corsa com ar-condicionado pra evitar andar de taxi e ganhar mais mobilidade para a extensa lista de compromissos que deveria cumprir na cidade.
Passei o dia inteiro trabalhando e, por volta das 9h da noite, dirigia-me para um hotel na orla marítima. De repente, estava parado naquela esquina da Conselheiro Aguiar. De repente, aquela bunda de novo na minha frente.
Desde que me mudei do Recife para o Rio de Janeiro, nunca havia pensado nela (na bunda). Mas ela estava ali, de novo. E o sinal fechou bem na hora em que parei naquela esquina. Ela, como se estivesse esperando por mim, baixou a microssaia e rebolou bem ao meu lado. Olhando assim de perto – e aquele carrinho alugado, ao contrario do meu, não tinha vidro escuro – dava pra ver os pelinhbos dourados daquele monumento.
– Ei, quanto é o programa? – perguntei, enquanto abaixava rapida e nervosamente o vidro.
– Pra você, vou cobrar somente 100 reais – respondeu com a indisfarçavel voz de traveco.
Lembrei que tinha exatamente 60 reais trocados na carteira e decidi fazer uma contraproposta:
– Eu dou 60…
Ela não respondeu. Ela simplesmente pulou pra dentro do carro.
Tomei um susto. Na verdade, fiquei trêmulo, com medo da minha própria reação, da minha ousadia. “Putaquepariu, isso não pode estar acontecento isso comigo”, pensei.
– Olha aqui. Eu quero primeiro avaliar o material.
Ela abaixou a blusa e mostrou os peitinhos pequenos, bronzeados. Já sentada no banco dianteiro, levantou a saia e mostrou a  bunda, com aquela inacreditável e deslumbrante marquinha de biquini.
– Mas você é travesti???? – perguntei, fungindo surpresa.
– Sou, sim, meu bem.
Aquilo que, da minha parte, parecia um questionamento, não teve a menor importância na nossa, digamos, “negociação”. Dei partida no corsinha 1.0, perguntando pra onde iriamos. Não tinha planejado aquilo, portanto, não sabia mesmo pra onde ir. Para o meu hotel, nem pensar.
Ela me levou para um motelzinho da avenida Antônio Falcão. Motelzinho altamente suspeito, ao módico preço de R$ 20/hora. Na portaria, um moço chegou perto e disse:
– Vá para o quarto 117, mas espere 5 minutinhos que ainda estão terminando a limpeza…
Fomos pra lá. Entrei na minuscula garagem com o maior cuidado pra não arranhar o carro alugado (eles cobram uma fortuna de franquia). Pedi que a minha acompanhante abaixasse o toldo de proteção e fiquei olhando aquele corpaço.
Quando voltou, ela passou a massagear meu pau, enquanto eu bolinava os seus peitinhos duros. Ficamos assim uns 10 minutos, porque ninguém veio avisar que a nossa ” suite” estava pronta para ser habitada.
Quando entramos no quarto, havia uma pequena TV sintonizada no canal erótico. Alexia (esse o nome que ela me deu) foi no banheiro e eu tirei toda a roupa e deitei-me só de cuecas.
Fiquei preocupado com um detalhe – um pequeno detalhe. Se ela resolvesse fazer xixi em pé, o barulho da água da privada poderia “quebrar o clima”.
Voltou completamente nua (e aparentemente ainda mais loura), cobrindo o sexo com uma toalha.
Eu, deitado, pedi que ela desfilasse. Desfilou sem mostrar o pau. Eu não queria ver, é bom que isso fique claro, mas você quando fica diante de um traveti, completamente nu, não pára de pensar nessa possibilidade.
Estão ela começar a mostrar o seu lado profissional – não sem antes repetir, a meio metro de distância, aquele espetáculo que assistia todos os dias, quando parava naquela esquina suspeita da praia de Boa Viagem.
Enquanto repassava todo aquele filme na cabeça, meu pau estava duro como uma estaca. Ela veio pra cama (sem se descuidar da toalhinha branca) e puxou a minha cueca. Massageou as minhas pernas, passou os peitos no meu pau e depois começou a chupá-lo com a maior delicadeza.
Foi uma “senhora chupada”. Com o bumbum empinado, os peitos roçando nas minhas coxas, ela mostrava que tinha a tal “garganta profunda”. Me segurei pra não gozar. Pedi que ela voltasse a ficar em pé, empinando o bumbu, igualzinho ao exibicionismo urbano de todos os dias. Obediente, Alexia caprichou na rebolada.
Enquanto assistia, eu tratei de botar a camisinha no meu pau sedento.
Ela sabia que ia “acabar” comigo em poucos minutos. Puxou da bolsinha um creme branco, lambuzou abundantemente  o cuzinho e ficou de quatro. Veio então em minha direção com aquela bunda que parecia uma visão. Encaixou esplendidamente no meu pau e o engoliu deliciosamente.
Já tentei muitas vezes comer a bunda da minha mulherzinha, mas nunca consegui. Já tentei comer outras bundas de mulheres, mas é sempre uma negociação dificil. As mulheres invariavelmente valorizam demais essa  “prenda”.
Depois de algumas poucas e maravilhosas estocadas, gozei abundantemente. Ela percebeu e apertou o meu pau. Sim, o cuzinho deve ter mais recursos para apertar o pau no momento certo. Aquilo potencializou o orgasmo de tal forma que eu quase perdi o equilibrio.
Pelo conjunto da obra, foi uma experiência muito louca. O fato de não ter nada planejado, o fato de ser um traveco e, acima de tudo, aquele ambiente suspeitissimo e até certo ponto perigoso. Uma aventura, enfim, inesquecível.
Após a missão cumprida, no caminho para o local de trabalho de Alexia, ela me contou que faz dois ou três programas por dia. Contou também que tem clientes fixos – dentre eles, um casal, que exige um certo sacrificio profissional.
– Ele só goza se comer o meu cu e se eu comer a mulher dele – disse-me.
– E você consegue?
– Claro, eles me pagam R$ 150 reais.
De volta ao confortavel quarto do meu hotel, tomei um banho demorado, demoradíssimo, tentando, talvez, me “purificar”.
Mas – quer saber? – fiquei de pau duro só de escrever essa historinha pra vocês.
E  se eu voltar ao Recife a trabalho e parar de novo naquela esquina, não sei, não…

Contos – Travesti


Eu e minha mulher fomos fodidos por um travesti

Olá, quem já leu meus contos pode ter uma certeza, são todos verídicos acontecidos comigo e à s vezes com a participação de minha esposa. Sou casado, tenho hoje 42 anos e sempre gostei de muita putaria. O que vou narrar hoje aconteceu a cerca de dois anos atrás, eu e minha esposa tínhamos a fantasia de transar com um travesti bem feminino e bonito, uma certa noite depois de tomarmos alguns drinques pelo centro da cidade em que moramos ao nos dirigirmos para casa, resolvi dar uma passada num certo setor que sei era ponto de travestis, minha esposa se animou quando viu uma morena, alta, cabelos pretos e compridos, realmente linda, coxas grossas, seios bem feitos, uma bunda enorme e linda. Ao nos aproximarmos minha esposa pediu que eu encostasse para falarmos com ela, encostei a moto em que andávamos e ela perguntou quanto era um programa a três, ao que o travesti falou que era R$ 50,00, ela então perguntou se ela era ativa e passiva e qual o tamanho do seu pau, o travesti respondeu que era ativa e passiva e que seu pau tinha 18cm e era bem grosso, ela ficou logo doida para ver ali mesmo e o travesti levantou a mini saia e mostrou sua bunda linda, minha mulher não resistiu e disse que estava combinado iríamos levá-la para casa para transarmos os três. Combinamos que eu deixaria minha mulher em casa e voltaria para buscar o travesti, e foi o que fiz. quando chequei em casa ao descermos da moto não resisti e apliquei um enorme beijo na boca daquela gata gostosa que estava em minha frente, no que minha esposa chegou e me pegou com a boca na botija. Entramos para o quarto e abrimos uma cerveja para descontrair. O travesti perguntou se tínhamos camisinhas (caramba, estávamos tão excitados que havíamos nos esquecidos deste detalhe) procurei na minha carteira e encontrei uma que sempre levo pras emergências, entreguei pra ela e disse que sairia e iria na farmácia comprar mais, nisso deixei as duas peladas na cama e fui comprar as camisinhas. Aproveitei e comprei também um creme lubrificante a base de água, próprio para lubrificação anal, quando entrei no quarto minha mulher estava se divertindo chupando uma pica deliciosa e sendo chupada na bucetinha, não me contive e pedi pro travesti enfiar na buceta dela(depois minha Mulher me contou que já havia gozado no cacete do travesti antes de minha chegada), minha mulher ficou de quatro e o travesti enfiou tudo na bucetinha dela enquanto eu lubrifiquei seu cuzinho e meti tudo nele. Minha mulher gozou logo, o travesti tirou sua pica de dentro dela e perguntou pra ela se ele poderia comer meu cuzinho, minha mulher adorou a pergunta, pois sempre quis me ver dando o cu. Ela então me colocou de quatro, lubrificou meu cuzinho, colocou primeiro um dedo, depois dois e eu estava de cu pra cima e adorando ser penetrado por aqueles dedos, quando ela ajeitou a pica na entrada e forçou um pouco senti muita dor e não aguentei naquela posição, então me deitei na posição de frango assado e coloquei minhas pernas em seus ombros, pus seu cacete na entrada do meu cuzinho e disse: agora pode vir que eu aguento. Ela não contou história e disse é pica que você quer? então toma! e enfiou tudo de uma vez no meu cu, doeu um pouco mas aguentei firme e adorei ser penetrado daquele jeito, enquanto isso minha mulher chupava meu pau e me dizia eu não disse que você iria adorar dar esse seu cuzinho seu viadinho? eu não aquentava mais de tanto tesão e gozei melando meus peitos e barriga, foi delicioso demais. Depois disso me limpei e voltei a ficar de pau duro e cai em cima de minha esposa e fodendo ela na posição papai mamãe, e enquanto eu comia ela, o travesti me enfiava dois dedos no meu cu e batia uma punheta no meu cuzinho, não resisti e gozei de novo. Depois conto outras histórias de como eu dei meu cu quando ainda era um garoto.

Contos eróticos – incesto amador

Transei com meu filho

Sou eu Carol, com minhas novas aventuras, agora relembrando como foi a primeira vez que meu filho comeu meu cuzinho.

Estávamos sozinhos em casa, e ele toda hora me comia com olhos, e notava seu caralho duro na bermuda. Fingia ter que pegar alguma coisa e me abaixava, de jeito que visse minha bunda e minha buceta apertada no short, um bem apertado e sem calcinha.

Ficamos assistindooTV, depois de certo tempo falei que ia dormir. Ele disse que ia continuar.

Mais tarde, quase dormindo, senti alguém entrar no quarto e afastar a colcha que me cobria me mostrando peladinha e de bruços, com minha bunda bem a mostra.,

Senti que abaixavam minha calcinha, continuei fingindo que dormia e senti ele abaixar e beijar minha bunda, abrindo os olhos vi meu filho, ele já havia comido seu pai e o mesmo tinha me liberado, pois ele contou para o pai que os colegas dele ficavam dizendo que ele era um bobo, com uma mãe como aquele ele já teria comido, inclusive contou para meu filho como faziam.

Abri os olhos levemente, com medo, e percebi que a TV estava desligada e a luz da sala apagada. Na semi-escuridão eu consegui ver meu filho me tocando. Como eu estava deitada de bruços, a visão da minha bunda estava deixando ele completamente hipnotizado.

De vez em quando eu abria os olhos levemente, e o observava. Os dedos dele já haviam conseguido puxar minha calcinha de lado também e começaram a procurar meu cuzinho, que a essa altura estava piscando e minha buceta molhadinha. Enquanto ele me tocava com uma mão, ele se masturbava com a outra.

Fiquei quietinha e mantive uma respiração forte, para dar a impressão que eu estava realmente dormindo. Os dedos dele tinham alcançado meu cuzinho, aquilo estava me deixando com tesão tão gostoso que meu orgamos se aproximava, deitei melhor de bruços deixando quase minhas pernas saindo da cama, ele não se conteve caiu de boca no meu cuzinho.

Eu sentia meu cuzinho piscar e sua língua tentando entrar no meu cuzinho, o que me deixava mais louca e molhada. Continuei fingindo, apesar da vontade era de me entregar a ele, mas continuei fingindo, e senti ele tentando enfiar seu caralho, duro como pedra, fingindo que dormia, tornei a abrir os olhos e fiquei surpresa tinha um caralho bem grande para sua idade e a cabeça parecia um cogumelo, grande e ia ficando mais fina.

Meu deu vontade de cair de boca, mais esperei para ver o que ele ia fazer, pois minha buceta está encharcada e meu cuzinho querendo vara.

Mas o calor que vinha da minha buceta era maior. De repente ele parou, colocando seu caralho para dentro da bermuda, arrumou minha calcinha, achei que ele tinha ouvido alguém ou algo chegando.

Uns 5 minutos depois ele retornou e vi ele trazendo uma coberta e um travesseiro, sabendo o que ele queria, me posicionei de lado, enquanto ele nos cobria, ele agora pelado.

Ele me abraçou por trás, cheirou meus cabelos, massageou meus seios e passou as mãos por todo o meu corpo. Tirou novamente minha calcinha, e eu ali, fingindo estar dormindo, completamente imóvel. Aos poucos foi em constando seu corpo quentinho no meu

Ele veio e se colou em mim novamente. Seu caralho quente já estava no meio da minha bunda, alojado entre minhas nádegas. Ele ficou metendo ali, no meio das minhas coxas, por alguns minutos.

A cada enfiada que ele dava, a cabeça de sua pica soltava um líquido quentinho que começava a lambuzar meu cuzinho.

Senti meu cuzinho se abrindo, fiquei arrepiada e dei uma mexida gostosa como se estivesse sonhando e seu caralho entrou no meu cuzinho, que delicia de metida,

Me arrepiei todinha e dei uma mexida gostosa, como se estivesse sonhando, e o pau encaixou bem no fundo da minha buceta. Foi uma metida gostosa, bem funda.

Ele falou, mãe você é muito gostosa, bem que meus amigos falaram que sempre que tocam uma punheta em sua homenagem.

Suas estocadas eram fundas e ritmadas, e meu corpo acompanhava sua pegada, indo pra frente e pra trás. Meu filho tinha se transformado em um macho safado e tarado. E estava me comendo mais gostoso, ia ser o macho que todas as mulheres iam querer.

Contos eróticos lésbicos


Chupando sua melhor amiga

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Ola meu nome é Ana, tenho 18 anos, sou morena clara, tenho 1,75, 64 kilos, seios médios, bumbum bem grande e coxa grossas, vou contar minha experiencia lésbica a dois meses.Eu tenho uma amiga a Érika, ela também tem 18 anos, ela é loira, olhos verdes, seios fartos, muito sexy, nos se conhecemos a 12 anos, ela é minha melhor amiga mais a alguns meses nos afastando um pouco. Numa sexta feira, meus pais resolveram viajar, então resolvi ligar para minha amiga Érika pra vir em casa, ela topou e disse q viria pra nadar.Quando era meio dia ela chegou, e fomos direto pro quarto pra colocarmos biquíni, já tínhamos muitas intimidades, então ficamos nua, mais quando eu vi a xaninha dela toda depilada, eu senti um calor, uma vontade de agarrar minha amiga. Ajudei ela colocar o biquíni de cima, mais ela viu q eu fiquei olhando. Fomos para piscina, passamos a tarde la, quando era quase 15 horas, décimos ir tomar banho, como sempre tomamos juntas, mais eu sentia uma sensação diferente, e as vezes ela me tocava, mais sem malicia, eramos muito amigas.Então quando fomos para o quarto de toalha, eu disse pra ela, já q estamos sozinhas, meus pais estão viajando que tal assistirmos um filme porno, ela topou na hora, ela foi ligando a TV, enquanto eu fui pegar um vinho na cozinha, quando cheguei no quarto, ela estava assistindo um filme lésbico, aquilo eu gelei, mais fingi q estava tudo normal e disse parece estar muito bom esse filme, sentei encostado na cabeceira da cama apenas de toalha, ela veio e sentou no meio das minhas pernas para assistirmos, eu abracei ela como sempre fazíamos. Mais ai aquelas cenas foi me dando muito tesão, eu sentia minha bucetinha molhadinha, então a abracei mais forte, e logo depois eu comecei a passar a mão nos seios dela, ela não reagiu, ficou assistindo, e eu passando a mão, brincando com os biquinhos, ela so olhou pra mim e sorriu, isso me deu coragem, eu abri a toalha dela, e comecei a acariciar diretamente nos seios, aiiii, aqueles seios deliciosos, tirei a toalha dela, deixando ela toda nua, e também tirei a minha, ela veio encostou no meu corpo, eu comecei a descer com as duas mãos na lateral do corpo, chegando na virilha e fiquei subindo e descendo, e dando beijinhos no pescoço,ela não dizia nada, ai passei a mão por cima da xana dela, ela soltou um suspiro, então eu disse ta gostoso amiga, ela disse uma delicia, ai eu desci ate senti o buraquinho daquela deliciosa bucetinha, fui no ouvidinho dela e disse, nossa ta toda molhadinha, hummmm. Enfiei meu dedo ate o final, e parei com ele la dentro, ela soltou um gemido gostoso, então comecei fazer um vai vem gostoso, ela tava toda meladinha, fui aumentando a velocidade, fazendo com que ela viesse mais trás, encostasse aquela bundinha maravilhosa na minha bucetinha que pulsava de tanto tesão, quando eu percebi q ela estava com muito tesão, ajudando com o corpo, eu tirei o dedinho todo melado, olhei pra ela e disse, mostra essa linguinha pra mim, passei na linguá dela todo aquele meladinho e comecei a chupar aquela linguá deliciosa com sabor de xana, fui a loucura com aquele gosto, pedi que ficasse de quatro, ela empinou bem a budinha e abriu as pernas, nossa aquela visão da minha melhor amiga, de quatro, com a bucetinha toda molhada de tesão, desejando que a chupasse era incrível. Eu olhei bem pra aquela delicia, e dei uma lambida nela todinha, olhei pra ela e falei q ela tinha uma buceta gostosa, muito saborosa, e voltei a pincelar ela com minha linguá, enfiando a ponta da linguá no meio, ela gemia e pedia pra mim não parar,então abri ela com as mãos e comecei a mamar aqueles lábios , hummmm, eu delirei chupando ali, aquela bucetinha macia, segurei ela pela cintura e meti minha linguá no buraquinho, enfiei o mais q eu pude, queria comer a minha amiga, ela se contorcia, eu puxava cada vez mais, fazendo com que entrasse mais fundo a minha linguá, ai eu comecei a sugar toda aquela delicia, chupando o grelinho, levando ela a loucura, mais eu queria mais, comecei a enfiar dois dedo naquela buceta maravilhosa e fui subindo minha linguá para o cuzinho dela, quando passei a linguá naquele buraquinho gostoso, ela gemeu muito alto, hummmmmm….eu disse pra ela que cuzinho delicioso que você tem amiga, quero comer você todinha, e voltei a passar a linguá e enfiar a pontinha no cuzinho, sem parar de meter os dedo na xota gostosa e esfregar o grelinho, ai eu troquei tudo, enfiei um dedinho no cuzinho dela e meti minha linguá naquela buceta encharcada, saborosa, ela rebolada e gemia feito uma cadelinha no cio, eu metia o dedo todo no cuzinho da minha amiga, chupando e enfiada a linguá com muita vontade na buceta, ela ja nao aguentava mais de tanto tesao e disse q ia gozar e tentou se afastar, mais eu puxei ela com forte, enfiei a cara daquela buceta, e comecei chupar feito uma louca, ela gritava de prazer e dizia isso nao para, chupa tudo, ai eu senti aquele melzinho escorrego pela minha boca, hummmmm…..delicioso, continuei chupando ate deixar ela toda limpinha e satisfeita. Ai eu disse foi uma delicia, foi ai, que ela olhou e me disse, não acabou, eu também quero experimentar o gosto dessa sua buceta, quero retribuir todo tesão que vc me deu, ela deitou na cama e pediu que eu sentasse no rosto dela. Eu fui descendo com a perna toda aberta, ela dizia isso desce que quero devorar você todinha, hummmmm, que bucetao gostoso que você tem amiga, então já com a linguá pra fora ela foi lambendo, depois chupando, metendo fundo a linguá, nossa, ela me fez gemer alto, deu uma lambidinha no meu cuzinho, que ja estava piscando de tao tesão, e foi enfiando o dedo com tudo, dizendo que queria me fuder todinha, me puxando pra baixo, eu rebolando, sentindo aquela linguá se mexendo dentro da minha xota e aquele movimento de vai vem com o dedo comendo meu cuzinho, aiaiaiaiaiai, que loucura, não demorou muito pra mim gozar, assim q ela viu q eu ia gozar ela começou a meter o dedo com mais força, encaixou a boca bem na entradinha da bucetinha e começou a sugar com força, eu gritava feito louca, assim q gozei, ela enfiou o dedo na minha buceta, me olhou e começou a chupar e dizer, nossa amiga sua bucetinha é uma delicia, hummmmm……eu puxei aquela mulher e demos um beijo quente, com gosto das duas bucetas….aiiiiiii…..foi uma experiencia maravilhosa. fomos tomar outro banho e comer algo porque depois de nadar e fazer amor, estávamos morrendo de fome

Conto erótico – Sexo no trabalho

Comendo a colega de trabalho

Sexo amador no trabalho – Contos eróticos

Olá… meu nome é Carlos tenho 27 anos sou casado e vou contar a vocês como foi que fiquei com uma colega no trabalho.

Trabalhava eu em um caixa de supermercado, e uma vizinha do estabelecimento foi contrata, uma mulher casada, madura, muito gostosa, bumbum grande, pernas grossa e peitões. Já tinha ouvido falar que ela traia seu marido e mesmo trabalhando comigo não levei isso em consideração, nosso contato erá totalmente profissional, até porque não imaginava um mulherão daqueles dar bola para o colega de trabalho.

Com o tempo nos tornamos grandes amigos, a ponto de conversarmos assuntos íntimos mas, mesmo assim não pensava em segundas intenções. Com o passar do tempo percebi que aquela mulher maravilhosa era também muito safada, pelo fato de ela chegar a me confidenciar uma traição dela. Me confidenciou que traiu seu marido apenas 2 vezes e que já se fazia muitos anos e que não mais fez isso porque ele descobriu na época e isso ha marcou muito.

Quando o movimento era pouco eu ajudava na reposição, limpeza e organização do estabelecimento, sempre fui prestativo e carinhoso para com ela mas sem, até então, segundas intenções e acho que isso chamou a atenção dela que naquela época estava com sua relação matrimonial abalada.

Em uma segunda feira, me lembro bem ela, chegou no trabalha muito alegre como sempre e me chamou e disse “preciso lhe contar um sonho que tive: essa noite sonhei com a gente”

“É mesmo? e o que sonhou”

“Sonhei que a gente estava transando aqui dentro!”

Na hora fiquei pasmo, em poucos segundos me veio um turbilhão de pensamentos e fetiches à ponto de ficar exitado na hora. Então respondi já tendo certeza do que poderia acontecer:

“Adoraria que seu sonho se torne realidade!”

E tudo ficou claro quando ela disse:”Só depende de você!”

A partir dai não consegui nem trabalhar direito, uma gostosa dessas se oferecendo pra mim, fiquei pensando nisso o dia todo, doido para que tivesse uma oportunidade de ficar a sós com ela. A troca de olhares era eminente e intensa nenhum de nos dois não parávamos de pensar em uma oportunidade, mas nesse dia não deu.

No dia seguinte me preparei todo, tomei banho passei um desodorante suave era proibido perfume. Chegando lá percebi que ela tinha caprichado também, as colegas até brincaram com ela porque estava bem mais arrumada que o habitual e eu só esperando o movimento cair um pouco pra buscar uma oportunidade.

Por volta de 10:00 hs o movimentou caiu e eu de pretexto fui ajudar a organizar o estoque e me dispus a organizar a área de volumosos, um pequeno cômodo nos fundos onde quase ninguém gostava de trabalhar por ficar muito isolado, imaginei que quando ela soubesse que eu estava lá iria direto para me ajudar, e não deu outra, passaram alguns minutos e lá estava ela, toda faceira com cara de menina sapeca, olhei para aquelas pernas, aqueles peitos e aquela bunda, partir direto pra cima dela, beijamos intensamente e quando sussurrava no seu ouvido percebia que ela arrepiava toda. O medo de alguém aparecer dava mais tesão ainda, tirei sua camisa, sutiã, causa, calcinha deixei toda nua como sonhava em vê-la e pensei comigo “uma gostosa dessas tem que ser bem tratada, faze-la gozar na preliminar”. Com ela toda nua comecei beijando seu pescoço e fui descendo lentamente, chupei seus seios, barriga, pescoço, coxas, bumbum, (ela tremia de tesão) não teve lugar no corpo dela que eu não passei a linga, a buceta tava tão molhada que escorria nas pernas. Quando iniciei chupando a buceta, ela nem esperou muito, me puxou pelo cabelo para que levantasse e disse:

“Agora é a minha vez!”

E olha que eu nem queria que ela me chupasse, tinha planejado de deixar ela doida de tesão e depois dá-lhe uma maderada de cara contra a parede e finalizar com ela mijando de orgasmo. Mas ela implorou e eu deixei até porque estava tudo muito gostoso. Ela tirou minha calça com tanta velocidade que parecida um cachorro desenterrando um osso, começou me chupando lentamente e aos poucos foi aumentando a velocidade e a força, me chupava como um bezerro desmamado, percebi que o tesão dela era tamanho que quando ela levava a mão na buceta e voltava na minha perna, tava toda ensopada de gozo e em um curto intervalo de tempo me disse que ela sente muito prazer em beber leite de macho. Depois de dizer isso voltou a chupar com mais vontade, sentia sua língua acompanhar os contornos do meu órgão e veio com uma gozada direto na boca sem que ela não deixasse escapulir nenhum pingo, bebeu tudinho me deixou limpinho e olhando para minha com cara de puta saciada.

Sem perder o tesão virei ela contra a parede e disse que iria matar minha vontade de pega-la por traz, coloquei direto na buceta que tava bem meladinha e mais quente que a boca, bombava cada vez mais forte sem almenos me importar com o barulho, falava no ouvido dela que aquele baixinho gordinho do marido dela não dava conta dela sozinho e por isso tava me dando ali no trabalho mesmo. As unhas dela riscavam a parede, tanto que quebrou 3, nessa posição soquei nela umas meia hora e quando gozei de novo suas pernas estavam toda lambuzada, tive que pegar papel toalha para que se vestisse e saísse de lá, gastou quase todo o pacote.

A satisfação da safada era tanta que quase não parava de me beijar, deu trabalha pra ela sair de dentro do deposito e durante toda a tarde via nos seus olhos a vontade de repetir e eu ainda mais.

Contos eróticos de incesto

Sexo entre pai e filha e madrasta

Asiáticas amadoras pagando boquete
Sexo entre família

Conto de incesto a louca relação entre pai filha e madrasta em um incesto porno real com papai safado de muita sorte. Sempre que temos novos contos de incesto reais nossos usuários adoram. Enfim confiram o conto de incesto a seguir que é realmente demais e totalmente verdadeiro.

Casei cedo, tive 5 filhos e a puta da minha mulher fugiu com outro. Ela já me traia a tempos e quando engravidou do amante e fugiu,largando os filhos e a mim, criei eles quase sozinho.
O tempo passou, os filhos cresceram alguns casaram outros ficaram, entre eles minha adorável filha Fernanda que é a mais bonita de todas.
Tive namoradas, elas sempre implicavam com as crianças. Decidi então ser seletivo, a mulher que quisesse ficar comigo tinha de respeitar meus filhos e eles a ela.
Claro que eu dava banho neles, os trocava, preparava mamadeiras e só tinha uns 20 anos.
Fernanda sempre foi a mais ligada a mim, e a que menos deu dor de cabeça.

Continuei minha vida, os negócios prosperaram, nos mudamos para uma casa maior.
Fernandinha já estava mocinha, e sempre curiosa, ela espiava furtivamente minhas transas com as namoradas.
Ela sempre sentava em meu colo e agora uma moça continuava a fazer. Era no escritório, na TV, na sala ou se deitava comigo na cama. Pensei que era minha impressão, mas a Fernanda estava ousando cada vez mais. Na sala de visitas ela se sentou no meu colo de pijama curto, short e blusa na frente da namorada que estava ao meu lado. Ultimamente ela sempre me deixava de pau duro e claro q ela sentia e sabia o que era, pois já tinha me visto fazendo sexo várias vezes.

No dia seguinte de novo sentou em meu colo e colocou minha mão em cima da boceta dela. Quando passou na Televisão cenas de sexo ela respirava mais forte e esfregava a boceta e a bunda no meu pau que já estava duro. Minha mão acariciava aquela boceta, ela gemeu aumentei o movimento da mão em sua boceta só que agora em seu grelinho. Ficamos nisso pois meu outro filho chegou e tivemos que parar. Mas tarde passei pelo quarto dela, estava fechado e entrei no meu, aí ouvi um barulho de chuveiro em meu banheiro. A porta estava aberta, fui olhar e vi Fernanda tomando banho, parecia um ensaio erótico, se esfregava com espuma de bucha, lavava seus mamilos, sua xoxota quase toda já depilada e seus cabelos. Quando ficou de costas pra mim e se abaixou pra eu poder ter uma visão por trás de sua bunda e sua boceta, quem olhasse acharia que era uma mulher de mais de 25 anos. Bati uma punheta ali e terminei no quarto pensando ela é uma mulher perfeita!

No dia seguinte, na poltrona vendo TV ela sentou em meu colo, usando um shortinho largo e uma blusa transparentes e decotados de onde via seus mamilos e parte de sua xaninha. Os irmãos já se acostumaram a ela fazer isso que nem notaram. Quando os irmãos foram se deitar, ela se ajeitou atravessada em meu colo, pernas para meu lado direito e cabeça do meu lado esquerdo e começou a ralar sua xana e bunda contra meu pau duro. Disse q estava com calor e tirou a blusa, na hora ataquei seus seios e chupei com vontade, ela ajeitou meu pau pela perna do short e o conduziu até sua boceta. Na primeira investida ele parou na entrada, meu pau tem cabeça grande e não entraria fácil ali; ela tirou o short e meu calção ficou de frente pra mim e tentou em vão que a comesse naquela hora.

Ela me beijou de língua como uma mulher experiente, e quando viu que não seria fácil meu pau entrar nela, me fez um boquete na sala até eu gozar em sua boca. Sem eu esperar ela engoliu e depois lambeu meu pau, aquilo me deixou louco de tesão.
Fernanda levantou-se nua pegou seu baby doll e subiu me dando um “boa noite”; foi uma visão incrível ver aquela mulher linda, fogosa e gostosa, nua subindo as escadas.
Resolvi ficar um pouco mais lá embaixo enquanto ouvia o chuveiro dela, tomei água, desliguei tudo e fui tomar uma ducha. Entrei, me refresquei e quando sai só de toalha vejo Fernanda em minha cama sob os lençóis, de susto a toalha caiu e fiquei nu, ela abriu meu lado da cama e vi que estava nua, e sedutoramente me falou:
-Vou dormir aqui hoje! Deixa vai! Não vai se arrepender!
Sob a insistência dela e meu tesão eu cedi a seus caprichos, deitei-me a seu lado. Passou pouco tempo, ela fez conchinha esfregando a boceta em minha bunda, enquanto com a mão direita pegava no meu caralho e o punhetava, falei a ela:
-Se você não parar com isso, vou sair já!
Ela me respondeu:
-Duvido!Você está gostando e sei que quer me foder!
-Doidinha? Sou seu pai!

-Um pai de pau duro, que bate punheta quando vê a filha nua, e está louco pra enfiar essa enorme rola cabeçuda em mim!
-Não fale assim parece uma vadia! Você não é a vaca de sua mãe! Quer que te trate como uma puta?
-É pai, eu quero!! Vem! e vem me foder como fodia suas namoradas!
-Vi quase todas suas fodas com elas, inclusive a última que te chamava de papai e você a chamava de filhinha, Vocês arrasaram! Quero você dentro de mim!
Ela já estava de pernas abertas e boceta arreganhada para mim. Enfiei o dedo em sua boceta e vi que estava apertadinha, então comecei a lamber sua xana seu clitóris, seus peitos, beijei-a de língua muitas vezes e diante de seus gemidos de tesão. Lambi bem a sua xana e grelo e quando ela estava pra gozar comecei a empurrar meu cacete em sua xoxota. A cabeça entrou, mas ela fez cara de dor, ela era virgem com certeza, mas como uma virgem tinha tanta experiência para conquistar um homem?

-Continue papai estoura meu cabaço, me faça mulher! Vai!
-Vamos devagar Fernandinha, não quero te machucar! Talvez seja melhor deixarmos o resto pra amanhã, irmos devagar!
-Sua garotinha só vai sair daqui como sua mulher!Quero ser sua mulher enfia tudo vai, estoura esse cabaço!
Isso me deixou puto e com um tesão que nunca senti antes, enfiei de uma vez! ela gritou! Doeu muito, e até deu pra ouvir o barulhinho do cabaço estourando, eu não liguei para mais nada, chega de falsos moralismos, ali estava uma menina que me pediu pra torná-la mulher. Por mero acaso era minha filha, e se não fosse minha filha certamente era a mulher de convicção que desejaria ter como esposa, bonita, charmosa, inteligente, sensual, auto confiança, era a mulher de meus sonhos e a estava possuindo naquele instante, pena que era a taradinha adoravelmente safada da minha filha Fernandinha.
-Vai papai! Fode sua filhinha putinha! Eu sei que está gostando…eu também! Agora sou toda sua! eu sou sua filhinha, sua vadiazinha, sua putinha e sua mulher! Mete mais forte pai!
-Ah! Estou adorando arrombar sua boceta filhinha! Você não sabe como estou feliz em ter você como minha mulher! Posso ir mais rápido amorzinho?
-Pode sim amorzão da minha vida! Estou feliz por ser sua mulher! Assim…que gostoso…
Ai comecei a socar mais rápido e ela gemia, gritava, falava coisas(acho q os irmãos ouviram, mas nunca tocaram no assunto)
-Fernandinha?
-Que é amor?
-Vamos gozar?
-Vamos papi! Mete mais rápido papai faça sua filhimha gozar!
-Papai vai atender seu pedido filha! Toma assim, assim, que delícia de boceta! Vou gozar…ahhhh…
-Ahhhh! Gozei.. que delicia que é foder papai! Agora sou sua filha, namorada, amante e mulher, não é maravilhoso?
-Muito Fernandinha, e o bobão aqui estava resistindo….
-Valeu a pena papai?
-Valeu e muito filha!
Quando o meu caralho estava sujo de porra e sangue dela, saiu bastante sangue até parar mas a porra continuava a escorrer da bocetinha dela.

Depois da trepada tanto desejada por ela e por mim com o tesão de minha filha, uma coisa me preocupou. Transamos sem camisinha e me preocupei em ter deixado ela grávida, mas ela me tranquilizou, tinha saído do período fértil há dias.
– Pai!
-Fale meu anjo!
-Eu gostaria de continuar a fazer sexo sem camisinha, o sr. se cuida?
-Claro Fernandinha! Você já me viu transando com as namoradas e com elas sempre uso camisinha!
-Ah! É mesmo, mas comigo não vai precisar , né?
-Tudo o que você desejar meu amor, farei qualquer coisa por você! Eu também gosto de sentir o seu contato íntimo direto!
Passaram 2 dias e fomos pra a cama mais cedo! Fernanda estava mais gostosa ainda, não pude resistir a aqueles lindos mamilos e os chupei, nos beijamos apaixonadamente, nossas línguas se devoravam, desci a sua boceta e comecei a lamber, senti o mel da sua bocetinha em minha boca. A lubrifiquei com 2 dedos e quando senti que estava no ponto, vesti uma camisinha e fui penetrando aquele lugar proibido, ela me olhou com desaprovação por ter colocado o preservativo, fiz sinal para acalmar, e comecei a bombar e ela a gemer, me beijar pedir mais, aí parei, tirei a camisinha e a penetrei novamente, entrou tudo e comecei a socar até o fundo, ela novamente gemia, respirava forte e aí lhe perguntei:
-Amor!
-Que é pai? Não para está gostoso!
-Só queria saber uma coisa….
-O que amorzão?
-Preferiu com ou sem camisinha?
-Gostei dos 2 jeitos, mas com você vai ser sempre sem camisinha amor, me fode agora com força!
Na mesma hora, comecei a meter em minha filha bem forte, e se ela ficasse com machucaduras na vagina, foi ela que pediu, e aquela boceta era toda minha!
-Vai,mete me fode papai safado! Come a sua filha, fode ela com força! Sua filhinha quer seu leitinho dentro dela! Que gostoso ! Aiiii…. vou gozar amor…goza comigo ah…que delícia…assim…soca seu caralho em mim, me enche de esperma papai! ahhh….uuuuiuuuu….. sssss…. gozei…!
-Eu também! Você mete muito gostoso! Tenho que fazer uma coisa amanhã!
-o que pai?

Você vai saber, primeiro deixa eu lamber sua bocetinha cheia de leite e mel, fiz isso e ela me beijou e com aquela língua safada tirava o produto de minha chupada de minha boca para a dela.
No dia seguinte liguei para a atual e ciumenta namorada e dei um tempo. Fernanda adorou!
Fernanda tinha uma amiga, que eu sabia que seu pai a comeu também, a Sônia, era linda e sempre me comia com os olhos, ela tinha a idade de minha filha.
E confesso, que sempre tive uma quedinha pela amiga dela, e foi numa minha investida bem sutil, que ela passou a me notar mais e a se interessar por mim. Isso foi antes de meu caso com minha filha. Agora com sexo rolando entre eu e Fernanda, parece que a Sônia ficou mais arrojada comigo, e falava abertamente com a Fernanda que estava apaixonada por mim! Perguntava se ela aprovaria um namoro dela comigo, se eu falava dela, e a minha filha me contava tudo!

A idéia de um relacionamento sério meu com a Sônia amadureceu na cabeça da Fernanda, e ela ao invés de ciúme, passou a ver a situação com outros olhos.
As transas com Fernanda continuavam a toda, e por mim não precisava de outra mulher.
Mas aconteceu da Fernandinha vir a mim com a idéia de me casar de novo, ao que respondi brincando:
-Com você? A lei não permite, não é crime , mas é proibido!
-Pai! Estou falando sério!
-Você já se encheu de mim?
-Não pai! Eu quero continuar a fazer amor com você! mas tem uma pessoa ideal pra você.
-E quem seria?
-A Sônia, minha amiga!
-Puxa! Ela tem a sua idade…

-E pelo menos 3 de suas namoradas tinham a minha idade e uma era 1 ano e meio mais nova que eu! Acho que idade não é o problema! Você não gosta da Sônia?
-Pelo contrário meu anjo, eu adoro a Sônia, admiro e acho uma menina sensacional, isso me pegou de surpresa!
-Meu papai, meu amor, não desperdice essa oportunidade, ela adora você, só fala de você, já disse que seria o homem ideal pra ela.
-Ela é sua melhor amiga, acho linda, interessante, meiga, gosto dela! e eu tinha receio de chegar nela e levar um fora! Acredita nisso? Os 2 se paquerando, se gostando e com medo de levar o fora!
-Então posso falar com ela pai?
-Falar com quem?
-Pai! Quantas Sônias com essa descrição o sr. conhece, ou é ela ou é ela! Vou falar com ela!
No dia seguinte Fernanda em tom de brincadeira, mas maliciosamente me chamou quando a Sônia chegou em casa, e brincou:

-Pai esta é a Sônia, que é gamada em você! Sônia, esse é meu pai que é gamado em você! Feitas as devidas apresentações, deixo os pombinhos a vontade e vou me mandar! Gritem se precisarem de ajuda!
Eu e Sônia ríamos do jeito que a Fernanda nos colocou frente a frente, e mesmo constrangidos tínhamos o que comentar:
-Sua filha é bem divertida…
-Põe divertida nisso Sônia, ela é incrível!
-Acho que vou gritar rsrsrs preciso de ajuda…
-Bom…eu ajudo…posso?
-Claro!
Peguei em suas mãos e olhando em seus olhos lhe falei:
-Sônia, a mulher de meus sonhos!

-Obrigada! Você parece ser bem romântico, agora sabendo que você não vai me dar o fora ficou mais fácil falar.
-Falar o que?
-Que eu sempre gostei de você, mas achava que era inatingível, você é um homem lindo, romântico,educado e….
Calei a boca de Sônia com um beijo que começou normal e logo era de língua,nos abraçávamos forte, beijo após beijo, muito carinho até que fomos interrompidos por palmas, era Fernanda e 2 de meus outros filhos, que ainda gritavam:
-Beija!Beija! Beija!

E…, nos beijamos de novo na frente deles que responderam com aplausos e assovios.
Depois dessa farra ficamos a sós e Sônia me disse que queria um relacionamento sem mentiras, a que eu retruquei, “-e eu um casamento cheio de alegrias!”
Sônia adorou quando falei de casamento! Ela me contou do pai com ela, de namorados, e eu da mãe de meus filhos, das namoradas enciumadas.

No dia seguinte tivemos nossa 1ª transa, transa não, fizemos amor pela 1ª vez e foi em um hotel em uma cidade vizinha, e de lá, resolvemos que viveríamos em ritmo acelerado e para mostrar que não era brincadeira nos casamos em 1 Mês, a situação tinha melhorado e passamos nossa lua de mel no exterior por 28 dias.
Voltamos e fomos morar em minha casa, junto com Fernandinha e os irmãos. Fernanda nos recebeu aos beijos e quando me abraçou falou em eu ouvido:
-Papai safado! Agora tem outra bocetinha para meter não vai querer saber da minha!
-Vai ver se não quero minha linda…
Naquela noite Sonia dormiu de exaustão pela viagem de 13 horas de avião, aproveitei e fui ao quarto da Fernanda, estava acordadíssima e com um fogo.

Nos beijamos, nos chupamos, mas fizemos amor em silêncio, para não sermos escutados. Fernanda estava num atraso que quase me exauriu. Depois de 2 fodas ela me contou que teve um namorado por dias, que fez de tudo para sair com ela, e quando ela aceitou o cara comeu seu cu virgem e sumiu. Ela me mostrou o KY Gel, me pediu para passarem seu cu que estava arrombado. Nem se notava, ela me pediu anal, fui aos poucos, ela segurava os gritos , mas pedia para não parar, e entrou tudo nela, meu pau sumiu no cu de minha filha, comecei a socar e ela a se masturbar e logo gozamos juntos, era meu 1º sexo anal com minha filha, já amanhecia quando voltei para meu quarto.

Sonia já estava desconfiada do caso meu com a Fernanda, fez perguntas de pegada para Fernanda e percebeu algo no ar. Fernanda não me disse que ela queria saber se já tínhamos nos visto pelados, se não transamos, e se eu seria contra a intimidade delas. E ainda faria uma surpresa para Fernanda um dia!
-Amor! sua filha está louca para nos ver transando, você deixa?
Eu adoraria isso, mas tinha de fazer de difícil; ela tanto falou que acabei aceitando, mas combinei coisas com a Fernanda antes e ela topou!
Eram 01h do sábado para domingo quanto em nosso quarto estávamos Eu, minha esposa Sonia e minha filha Fernanda. Dado momento Fernanda se levantou e beijou longamente a Sonia, enquanto eu tirava a roupa das 2, aquilo virou chupadas, 69 e a briga de aranhas, até eu interromper dando um beijo em Sonia e começar a foder sua boceta na frente da minha filha que sorria e se masturbava.

Sônia falou todo tipo de sacanagem enquanto fodia sua boceta, mas não vou publicar, até eu gozar dentro dela, nisso ela chama minha filha para chupar meu pau, e ela veio me deixando louco de tesão e enquanto Fernanda me chupava Sonia dizia para mim:
-Está vendo amor! É gostoso ter uma filhinha chupando sua rola? Eu chupava a do meu pai assim! Vê? Ela é uma mulher como outras, foda essa mulher amor, quero ver você fodendo sua filha!
Eu prontamente meti meu pau na boceta da Fernanda e agimos como se fosse a 1ª vez, Sônia se masturbava em ver seu marido fodendo a própria filha, e quando gozei dentro da Fernandinha ela foi ao delírio, nos beijando e dizendo:
-Esse é um segredo para ficar só entre nós 3!

Nunca mais precisei ir ao quarto de minha filha para foder sua boceta ou cu, ela vinha ao nosso e isso durou até Fernanda resolver casar com o Ronnie.

Fernanda, seguindo os mesmos princípios de ter um relacionamento totalmente honesto,achou que era hora de Ronnie, que parecia ser confiável, saber de toda a verdade.
Vou relembrar que minha esposa Sônia, além de amiga super íntima de minha filha, foi namorada de Ronnie no tempo em que ele ainda estava casado no papel com uma ordinária, e Sonia contou a ele que transava com seu pai(ele aceitou numa boa) agora ele iria saber que sua noiva, minha filha, também transava com o pai!
Que sina!
Duas namoradas qu ele estava a fim de casar e as 2 tinham os pais como parceiros sexuais. Eu sabia que ele amava a Fernanda, mas percebia que ainda tinha uma “quedinha por Sonia; como será que agiria? E Fernanda contou tudo a ele, inclusive que as 2 iam muito além de madrasta, amigas e confidentes.

-Ronnie! Você tem desejo em transar c/ a Sônia ainda?

-Só curiosidade, se você é melhor e só teve seu pai, ela deve ter melhorado… no sexo, mas agora o assunto principal, você e seu pai! Quando a Sonia me contou sobre ela com o pai, eu me surpreendi, mas lembrei que tinha comido uma prima.
Ela deu um longo beijo nele, e disse para irem ao quarto “comemorarem o noivado”, Mas uma coisa me deixou com ciúmes, além dele foder minha filha, ele ainda queria foder minha esposa Sonia, sua antiga namorada-amante… levantei pouco depois, e fui ao meu quarto, e ao passar pela porta do quarto de Fernanda ouvi que já estavam começando a transa, ouvia minha filha-amante pedir para ele chupar mais, fiquei de pau duro, e fui procurar a Sônia e encontrei-a na cozinha:
-Sônia!!Preciso falar com você!
-O que é amor!
-Minha filha está transando no quarto, e com o seu namorado Sônia!

-Nossa filha está transando com o meu ex-namorado! Acho que é isso, não é?

-Obrigado pela “nossa filha”! Mas seu ex, não é tão ex assim, ele disse para a Fernanda sobre você: “as vezes ela ainda me dá tesão, confesso que transaria com ela se tivesse chance! Ela deve ter melhorado no sexo”. Ele ainda está sentindo vontade de te comer! Você transaria com ele?
-Para não mentir, se ele me cantasse e houvesse consentimento dos 4 envolvidos, transaria sim! Gostaria de sentir ele dentro de mim e saber se melhorou…
-Agradeço a sinceridade…
Nos beijamos, ficamos tesudos com as revelações, e fomos para o quarto; ao passarmos pelo quarto de Fernanda, Sônia parou para escutar pela porta e ouvimos:
-Vai pai me fode mais, mais…
-Ah! SONIA! A quanto tempo queria meter de novo em sua boceta! Você melhorou SONINHA… o Rodrigo te ensinou bem!

Eles estavam fantasiando serem eu e a Sônia, e Sonia ficou excitada com isso, entramos no quarto e transamos, com ela me chamando de Ronnie e entrei na brincadeira chamando ela de…Sonia mesmo! Eu sabia que mais cedo ou mais tarde, minha esposa acabaria dando pro Ronnie, só restava saber quando.

Dormimos fazendo sexo, e eu sonhei que Sonia dava pro meu genro e eu acordei de pau duro, parecia que aquilo me excitava.
Dias depois chegou minha filha após o meio da tarde, como trabalho em casa, estava lá, só eu, Sonia foi ao Super mercado e minha filha disse que Ronnie estava no trabalho na cidade vizinha, e num momento ao nos olharmos, nos beijamos e a levei no colo até seu antigo quarto, ela se despiu numa rapidez, e ainda me ajudou em tirar o resto da roupa me perguntando:
-Sonia saiu há muito tempo? A que horas ela volta?
-Já saiu há mais de uma hora, e deve voltar a qualquer hora!
-Não faz mal se ela nos pegar, ela participa, se eu sair antes, não conte pra ela que estive aqui!
E começou com aquele boquete maravilhoso e sem preliminares começamos a fazer amor…
-Ah! Que saudades pai! Saudades de sentir esse pintão em minha boceta, enfia de uma vez!
-Também estou com muita saudades de meter em você, mas sua bocetinha está mais apertada, não dá pra enfiar de uma vez e olha q você está bem molhadinha!

A Colcha tinha lavado, secado e já estava de novo na cama! Dá pra calcular quanto tempo essa minha possível traidora demorou além do previsto, e outra coisa, a quantidade de coisas q comprou estava a menos; ela chegou me dizendo q tinha algo a me contar mas, tratei de sutilmente ver sinais nela que evidenciassem a traição:
-Amor! agora não, estou muito suada, vou tomar um banho!
Assim q ela entrou no banho fui olhar e seu celular e cheirei meu dedo, não tinha cheiro de latex(camisinha)nem de porra, mas em seu celular encontrei: ela tinha ligado p/ o Ronnie e demoraram 45 minutos no telefone, nessa hora me ligou minha filha no meu celular que estava no silencioso e disse:
-Pai! pode falar?
-Posso! ela quis tomar banho…AÍ CONTEI TUDO QUE DESCOBRI..
-Caramba pai! Ele foi tomar banho também, e descobri muito esperma em sua cueca,um mínimo na calça, e no celular ela ligou pra ele e conversaram por 45 minutos. Então esses safados estão nos traindo! Por que telefonar quando não estamos perto, e pra que? E tudo leva a crer se não transaram ela fez um boquete nele e ele chupou ela! ah! ele falou q tinha novidades para me falar! Não vamos mais contar nada que fazemos a eles, e você devia transar com outras, e eu com outros e só nós sabermos, chifre trocado não dói!

Desligamos, e pouco depois sai a Sonia do banho, se veste e vem a sala falar comigo:
-Amor! Antes de fazermos qualquer coisa preciso te contar algo..
-O que foi!
-Eu te trai Rodrigo! Fui boba e nem me lembrei de falar antes q acontecesse.
-Lembre! Por pior que seja, sempre a verdade!
-Não vou mentir, nem te esconder nada….bom! Quando sai daqui pra fazer compras lembrei do comentário do Ronnie a meu respeito, e me deu tesão…Fui de carro até o estacionamento do super mercado e telefonei pra ele, eu ia usar como desculpa, convidar os 2 para passarem o dia conosco, mas depois que ele fez um comentário que eu estava uma delícia, a conversa descambou, e perguntei se ainda me achava gostosa; ele disse que sim e a coisa ficou mais quente e o resto você pode imaginar né. les farão o mesmo, depois deixar rolar a se der certo fazermos a troca, eu Isso é traição, não foi?
-Bem…., foi e não foi; foi porque você telefonou pra ele sem necessidade, você queria falar a sós com ele, já pensou se ele te convidasse para um motel?

-E agora? Vamos fazer o que? Ele sem dúvida está a fim de transar comigo, e eu, não vou mentir, fiquei com vontade de transar com ele de novo!
Eu coloquei uma pitada de bom humor na situação:
-Quer dizer que meu genro vai comer a sogra? Ou seria minha esposa vai dar para o marido de minha filha?hehehe…Vamos combinar em passar o dia com eles no sábado; lá estarão só eles e aqui estarão meus outros filhos. Então telefone para a Fernanda e combine para passarmos o dia lá!
-E como vamos fazer para realizarmos a “sacanagem”?
-Deixe rolar que a coisa aflora, você vai ver!

Eram 11 horas e iríamos almoçar as 13 horas, assistimos a um filme do tipo erótico soft, e após isso fomos almoçar, tomamos vinho, comemos a sobremesa e ainda depois do café conversamos sobre nossos pontos em comum, e acabamos indo a sala, onde Fernanda colocou um filme mais forte sobre um casal swinger, como o combinado Sônia sentou-se em meu colo, e começou a olhar provocantemente a Ronnie enquanto se esfregava em meu pau e me deu aquele beijo arrasador, eu passava a mão nela, nas coxas as deixando mais a mostra para Ronnie, ai que percebi que ela optou em ir sem calcinha, ela atravessada em meu colo e nos beijando, deixavam suas coxas nuas até a cintura e minha outra mão já abria o seu decote e acariciava seus bicos.

-Amor! Já estou super tesuda, posso me juntar a eles?
-Vai amor! o seduza bem, ele vai ver como vc está melhor no sexo, porque eu a fiz assim!
Ronnie mandava vara em minha filha, e Sonia o abraçou por trás, esfregou seus seios nas costas dele, depois a xoxota, foi p/ a frente colocando a boceta na boca de minha filha, enquanto, ora se beijavam e ora tinha seus seios chupados pelo seu genro-amante, minha filha tirou o pau do marido de sua boceta, o ajeitou na xoxota de sua amiga-namorada-madrasta e Ronnie a penetrou, e fodia Sonia com tanta vontade e minha filha ajudando q era lindo de ver, Sonia não se conteve nem quis fingir recato, preferiu se liberar de tudo dizendo:
-Ai Ronnie! que saudades desse pau em mim! Me fode querido! Não precisamos esconder nada, eu quero você todo em mim!
-Soninha! Vou fazer valer a pena o tempo que ficamos sem transar! Quero essa boceta engolindo meu pau inteiro! Quer ser minha putinha hoje?
-Eu já sou sua puta, sua cadela! Que delícia, e a gente perdendo tempo pelo telefone! Assim..soca, enfia tudo!Que gostoso…
Com cara de safada e de gozo Sonia me olhava e me mandava um beijo e deu pra ouvir quando ela disse baixinho pra mim: “Obrigada por ser o homem que amo! Obrigada por deixar transar com o Ronnie!”

Se há poucos anos, alguém me falasse que seria amante de minha filha, que me casaria com uma amiga dela com a mesma idade, e que o ex amante-namorado de minha esposa casaria com minha filha, e ainda meteria em minha esposa em minha frente, acharia que a pessoa era louca, tarada ou de imaginação exageradamente distorcida. Peguei na minha adorável Fernanda a fim de aproveitar aquele tesão, ao que ela deliciosamente maliciosa e brincalhona me disse:
-Até que enfim papy! Estava tão admirado de ver sua mulher sendo fodida, que pensei que tinha se esquecido de mim!
-Nunca Fernandinha! Você é o meu maior amor! E essa bocetinha que gosto de meter vai receber minha visitinha!
Atolei a vara na Fernanda de uma só vez, ela gritou, e começou a pedir mais, ela realmente sabia mais sobre como fazer sexo que a Sonia, mas Sonia melhorou muito e a prova disso rolava a meu lado!

Ronnie e Sonia, pararam um pouco e ficaram nos observando, eles constataram que eu e minha Fernandinha éramos insaciáveis no sexo, e Fernanda estava com novos truques que os deixou atônitos, ela praticou pompoarismo, e seus movimentos internos vaginais deixavam qualquer homem louco. Eu e a Fernanda gemiamos, falávamos obscenidades, frases incestuosas. Até que ela pediu:
-Papy! Mais rápido, goze comigo, eu quero que goze dentro de mim! aiiii…que delícia de foda! aaaaa…. que loucura gostosa!
Eu gozei dentro dela sob os olhares de Sônia(q já tinha visto isso muitas vezes) e Ronnie que presenciou pela 1ª vez na vida aquilo que tanto queria ver um pai gozar dentro de sua filha, que gozou de prazer. Eu ví em seus olhos umedecidos uma lágrima de felicidade, enquanto Sonia caia de boca para lamber a boceta de Fernanda, Ronnie a penetrou por trás e começou a meter forte e com vontade, eu ajudava deitado chupando os seios dela que balançavam, e de lá tinha a visão da rola de Ronnie entrando e saindo da boceta de minha esposa, que começou a falar:

-Era isso que eu queria! Me fode meu tesão, eu queria que meu marido visse a putinha dele ser a puta de outro macho! Mete Ronnie!
Fernanda oferecia sua boceta pro Ronnie lamber o que sobrou de minha porra e seu delicioso melzinho e ele a lambia sem ligar para moralismos, e Sonia me pediu:
-Amor! Chupa meu clitóris enquanto ele enfia em minha boceta! Ele está lambendo a xana da Fernanda com sua porra, você não vai lamber o pau dele, vai! Lambe meu grelinho! Era uma ordem que parecia hipnótica, lambia o grelo de Sônia enquanto o caralho de Ronnie que a penetrava passava a milimetros de meu rosto, e Sônia pegou fogo:

-Meus 2 homens me façam gozar! Mais rápido em tudo! vai amor, me fode, vai amor me lambe!
Deu para sentir em seu clitóris quando ela gozou e Ronnie também, a porra que ele descarregou dentro dela foi tanta que escapou e escorreu em meu lábio, sai, a beijei e limpei meus lábios. Paramos para descansar e conversar, Ronnie e Sonia me agradecendo por permitir que eles voltassem a transar(isso significava que queriam mais vezes). Minha filha, foi até meu pau e o chupou e quando estava duro pediu para eu comer a Sonia de 4 enquanto, chupava a pica de seu marido que chupava o grelo de Sônia, com meu pau esbarrando nele muitas vezes, e quando íamos gozar, a putinha da Fernanda me deu a xoxota pra eu chupar, nem lembrei que outro pau esteve ali a pouco. Senti a linguá de Ronnie lamber meu pinto quando Sonia fez um movimento inesperado, ela queria uma DP!
Eu fiquei por baixo fodendo sua boceta enquanto meu genro agora também era dono do cu de minha esposa, e fizemos o que parecia impossível, uma DP com gozo simultâneo dos 4, pois eu chupava a xoxota da filhinha e ela gozou em minha boca.
Novamente descansamos, e fomos tomar um lanche, era para voltarmos pra casa, mas por insistência dos 3 íamos dormir lá, (eu também queria, mas tinha dúvida se era melhor os 4 juntos, cada um com sua esposa, ou esposas trocadas. Eu estava com vontade de transar mais com a Fernanda e Sonia queria foder mais com o Ronnie então eu consenti).

Tomamos um banho os 4 antes de nos recolhermos para “dormir” e pelo nosso acordo minha esposa Sônia e meu genro Ronnie passariam a noite juntos, sem limites para fazer no quarto maior, e eu, Rodrigo e minha filha Fernanda ficaríamos juntos no quarto menor, mas todos de portas abertas, caso alguém desejasse mais alguém.
Todos dormimos nus e logo todos estavam transando, eram gemidos, respiradas fortes, gozos durante quase toda a noite. Notei que Fernanda estava cansada e deixei-a dormir ficando em conchinha com ela, enquanto escutava a voz de minha esposa que parecia insaciável, gemidos, gozos, chupadas, eles estavam matando a saudades, mas aquilo me deixava de pau duro, e em certo momento Sonia apareceu na porta, e mesmo com a pouca luz do banheiro acesa, ela viu que Fernanda dormia e fez sinal pra eu acompanhar ela ao quarto, Ela queria outra DP só que dessa vez eu faria o anal.
Para encurtar: Eu e Ronnie fodemos nossa puta até ela cair no sono, Ronnie dormiu e eu fui para o quarto onde estava Fernanda, linda, perfeita, ao deitar ela acordou confusa e disse:
-É você Ronnie?
-Não amorzinho é o papy!
Ela se virou me deu um longo beijo, dizendo:
– Ufa!, ainda bem ! Me fode de ladinho até eu dormir….
Comecei e quando gozei, ela estava dormindo, e eu devo ter dormido em seguida.

histórias eróticas – casal bissexual com travesti

Casal amador com travesti novinha

Para quem acompanha nossos contos sabes que temos muitos fetiches, sonhos e fantasias … uma delas desde que começamos foi transar com um travesti.
Chegamos a fantasiar isso inúmeras vezes quando fazíamos inversão … Ela me comia me falando num traveco, em saborear uma pica de verdade (sentindo o gosto, cheiro e sabor) isto sempre nos excitou muito, pois como ela mesmo diz … “hoje sou tarada por um cuzinho”

Depois de quase 2 anos analisando escolhendo falando de como seria (queríamos um trans de pica normal para pequeno, pois queríamos sentir o prazer na sua plenitude e não dor) resolver através de um site fazer a nossa busca. Foi escolhida uma loirinha, branquinha e toda depilada, parecia uma boneca que passava facilmente por uma mulher. Fizemos toda uma preparação onde minha mulher fez mais um de seus fetiches … depilou todo o meu cú … deixou ele lisinho para ser enrabado por uma pica de verdade.

No dia combinado pegamos ela em um lugar previamente acertado e fomos para um motel. No caminho antes de chegar ao encontro da trans o grau de excitação e cumplicidade entre n´s era imenso, sabia que estava toda molhada e eu estava de pau duro, sem contar com os cús que estavam piscando. Quando a trans entrou no carro surpreendentemente minha mulher sem falar nada foi para o banco de trás e começou a beijar a nossa amiga. Os beijos foram evoluindo para caricias e em pouco tempo uma chupava o peito da outra. Até que ela não aguentou levantou a saia da trans e tirou sua pica para fora começando a chupar, falava que era muito gostoso e se esticava para poder me beijar (sentia por tabela o gosto da pica da nossa amiga. Nessa hora estava a mil, não via a hora de chegar no motel … pois corria sério risco de bater o carro).
Quando finalmente chegamos no motel as duas putinhas já estavam só de calcinha fomos para a cama e lá ficamos nos beijando a 3, sendo que em cada mão eu acariciava os peitos e buceta da minha mulher, a pica e os peitos da trans, assim como minha mulher revessava as caricias nas nossas picas e no peito da trans. A trans também acariciava a minha pica (as vezes saco e tentou pegar no meu cu) assim como a buceta e peito da minha mulher. Então minha esposa começou a chupar de novo a pica da trans e com isso me pegou pelo pescoço para ajudá-la nessa “difícil” tarefa. Ficamos chupando com tanta vontade sua pica e saco até ela gozar em nossas boquinhas.
Para não perder tempo coloquei a trans de 4 e fui comer o seu cuzinho, enquanto bombava minha esposa se meteu por baixo e começou a lamber nos 2. Não satisfeita foi colocar a sua sinta com uma pica maravilhosa que tem e foi atrás de mim me comer … ahhiiii … em pouco tempo não resisti e gozei.
Nisso faltava a minha putinha gozar e pica do trans já estava em plena função então foi a vez dele enrabar a minha mulher e eu ir para baixo chupar os 2 … ver bem de pertinho a pica dele ficar revessando no cu e na buceta dela … ao gozar escoria esperma em mim … não me fiz de rogado e lambi toda a buceta dela para deixar limpinha.
Após um descanso merecido voltamos a nos esfregar e acariciar e logo minha putinha chegou no meu ouvido e disse “corninho está na hora de sentir uma pica de verdade pulsar dentro desse seu cuzinho” só com as palavras minha pica foi a mil e meu cú não parou mais de piscar. Então ela me preparou (lambei muito meu cú e passou um creme e acariciou com seus dedinhos maravilhosos) depois lambeu a pica da trans e aos poucos foi controlando a penetração, fazendo com que cada cm fosse entrando com muito prazer, nisso ela ia me lambendo o cú e o saco … até que finalmente o saco dele encontrou o meu … nossa estava nas nuvens. Minha putinha no início me deu seu cú para fazermos um trenzinho, mas depois disso que iria experimentar outro cú, então voltou a colocar a sinta e foi comer o viadinho que estava comendo o dela. A cada bombada que deva no trans e ele empurrava em mim … nesse sincronismo gozamos todos ao mesmo tempo … então ela foi lamber meu para aliviar a dor …
Para encerrar a noite ela quis o desejo de toda mulher … uma dupla penetração … depois de uma sessão de muito chupação e dedo no cu para reanimar as picas. Ela sentou na pica do trans e me escancarou o cu o qual comi com muito prazer até voltarmos a última gozada da noite.
Saímos do motel (sem tomarmos banho – pois queríamos manter o cheiro dessa aventura – leiam em nossos contos que amamos cheiro), deixamos a trans e fomos para casa com um olhar de satisfação e cumplicidade. No meio da noite devido o cheiro que estávamos voltamos a transar com um casal de forma bem gostosa.
Essa foi o nosso conto com trans espero que tenham gostado. Não esqueçam de votar e principalmente COMENTAR, pois isso nos incitava a sempre está narrando nossas aventuras …

Contos de incesto, Comendo a buceta da irmã

incesto real comendo a irmã
incesto real comendo a irmã

Aqui em casa sempre fomos uma família normal como qualquer outra. Vou omitir os nossos nomes verdadeiros, vou me chamar de Paulo e minha irmã de Mariane.

Ela é mais velha que eu, loira, olhos verdes, branquinha, corpo lindo e sempre fui muito protetor com ela, ela sempre estudou comigo, volta e meia a gente brigava como qualquer irmão, mas depois faziamos as pazes.

Nossos pais acabaram se separando, foi uma barra para nós dois, mas depois disso eu e minha irmã começamos a nos unir, um apoiando o outro depois que nosso pai saiu de casa pra morar com a amante.

A gente acabou passando no vestibular e iamos juntos para a faculdade, e minha irmã começou a namorar com um colega mais velho que estudava com ela, o que me deixou com bastante ciúmes, eu não conseguia nem tratar o cara bem.

Depois de um tempo, ela terminou com o cara porque ele era um galinha e ficou muito mal, ela chorou, eu abracei ela, dei conforto mas fiquei com muito tesão sentindo a proximidade dos seios dela encostando em mim com os biquinhos arrepiados.

Ela resolveu que a gente devia sair para curtir uma balada, eu topei e como era sexta, saímos da faculdade e fomos curtir. Ela encheu a cara, ficou mais carinhosa comigo, dançava com as amigas e olhava pra mim com cara de safada, eu não queria acreditar que minha maninha tava me dando mole.

Fui ao bar da boate, peguei mais drinks e enchi a cara olhando pra ela também e fiquei com tesão assistindo ela descer até o chão e os homens todos olhando.
A gente curtiu a festa inteira com essa troca de olhares, fomos pra casa, ela meio bêbada e eu também, fiquei doido de tesão, fui até meu quarto e comecei a me masturbar, quando ouço a porta. Era minha irmã safada que tava pedindo pra usar o meu banheiro. Entrou no chuveiro, me chamou pra pegar uma toalha pra ela e quando entrei, vi ela peladinha, com a bucetinha lisa, seios bem durinhos e fiquei até nervoso.

Ela me chamou pra entrar com ela, tive medo mas acabei aceitando. Meu pau tava bem duro, ela olhou e disse:

– Como seu pau é bonitinho e grosso, nunca imaginei que seria desse jeito, posso pegar?

Eu disse que sim, ela começou a fazer carinho, a lavar meu pau e enquanto lavava, a safada começou a tocar uma punheta pra mim.

– Aii porra, que tesão!
– Tá gostando irmãozinho?
Ela disse e caiu de boca na minha vara, deu beijinhos, e de joelhos com a água escorrendo em cima da gente, ela começou a me mamar gostoso,

oi delicioso, xinguei pra caralho, chamei ela de putinha, de tudo, ela dava risada e me olhava com cara de safada.

Depois de um tempo me chupando, ela foi subindo, beijou meu peito, subiu e enfiou sua língua na minha boca, comecei a chupar apertando ela inteira, segurando sua bunda gostosa, passando os dedos pelo seu reguinho e brincando com seu cuzinho bem apertadinho, que piscava quando eu encostava os dedos.
Ela então interrompeu, desligou o chuveiro, saiu e pegou uma toalha. Fiquei puto pensando que ela só ia me provocar e cair fora, mas ela me chamou com cara de safada, fomos pra minha cama, ela me empurrou. Nessa hora fiquei nervoso, minha experiência com mulher era quase nula.

Ela me beijou novamente, sentou em cima do meu pau e começou a roçar. Eu doidinho pra ela encaixar ele todo na buceta e ela aproveitou mais um tempinho pra me provocar, quando eu não aguentei mais, ela foi encaixando a bucetinha no meu pau, abriu bem as pernas e começou a sentar arreganhada, quicando até o talo.

Sua buceta gostosa subia e descia, da cabeça até o talo da minha pica, ela quem comandava, eu ficava só olhando sua bucetinha aberta ali com minha rola entrando e fiquei com o pau mais duro e latejando.

O ritmo foi acelerando, ela foi sentando com tanta força que o atrito dos nossos corpos fazia um barulho alto, sorte a nossa que nossa mãe dormia com a TV ligada no último volume.
Não aguentei mais e comecei a me mover, pra bombar com força, mas ela reclamou e mandou eu ficar bem quietinho, que ela mandava em tudo. Ela deu uma cavalgada gostosa eu me segurando pra não gozar, ela mudou de posição, virou a bunda pra mim e começou a rebolar gostoso.

Nessa hora não aguentei, ela se virou, uma mão apoiada em meu peito e outra pra frente, só rebolando gostoso no meu cacete. Eu passava a mão pelo seu reguinho gostoso, ela levantou, me fez tirar o pau e começou a roçar o seu reguinho nele. Só com essa provocação eu não aguentei e gozei no seu rego, deixando sua bundinha toda melada de porra.

Depois de um tempo namorando na cama, não aguentei e acabei cochilando, super satisfeito de ter comido minha irmã.


Conto Eróticos de Virgens: Sexo com crente safada

crente safada, contos eroticos de virgens
crente safada, contos eróticos de virgens

Tem uma garota da igreja que eu frequento, que deve ter uns 18 anos, bem linda, cabelos negros, magrinha, bem filézinha, rostinho de boneca, olhos grandes e negros, e um corpinho bem feito, bundinha pequena mas bem empinada e seios durinhos.

A gente se conheceu na igreja e descobrimos que estudamos na mesma faculdade, por isso ficamos amigos. Eu tenho 20 anos e nessa época tava solteiro. Nós começamos a estudar juntos, ela faz enfermagem e eu medicina, por isso algumas matérias dava pra gente ver juntos.

O nome dela é Flor, ela é bem tímida até hoje, e isso me deixava mais a fim de traçar essa gatinha. Ficava imaginando tudo com ela e como a gente passou a ser bem íntimos, eu perguntei se ela já tinha tido intimidades com algum cara. Ela respondeu que era virgem, que achava sexo um pecado e só faria quando casasse.

Isso me deu mais vontade ainda de pegar ela e passei o resto dos dias sutilmente tentando, dando um jeito de deixar ela interessada.

Um dia convidei ela pra ver um filme comigo depois dos estudos, sentamos na cama, coloquei um filme de romance, e ela de repente deitou a cabeça no meu ombro, comecei a acariciar seus cabelos, beijar sua cabeça, bem coisa de casalzinho mesmo, mas aquela proximidade fez meu pau ficar duro rapidinho.

Eu não resisti, dei um beijo nela, a gatinha pensou em recuar mas depois de eu insistir ela deixou e começou a relaxar com o beijo. Enfiei minha língua na boca dela, comecei a chupar a língua dela e vi ela se arrepiar inteira, os biquinhos dos seios dela ficaram tesos e eu sabia que embaixo, provavelmente ela tava bem molhadinha.

Eu fui acariciando suas costas, depois passei a mão pelos seus seios, ela deixou, então continuei, fui descendo, alisei suas coxas, depois eu passei minha mão na sua bucetinha por debaixo do vestido e senti que a calcinha dela tava ensopada. Isso me deixou bem excitado.

Eu afastei a calcinha dela e comecei a brincar com sua bucetinha, e ela ficou louca.
-Ai que delícia, nunca fiz isso antes, não sabia que era tão bom.

Ela disse e abaixou a cabeça meio envergonhada, mas eu não parei, tirei seu vestidinho, seu sutiã rosinha e me deparei com seus seios gostosos bem rosadinhos, me convidando pra chupar, não me contive, cai de boca, dei uma chupada gostosa, mamei com força nesses peitos e ela não augentou mais, perdeu a vergonha e começou a gemer bem safada, um gemido gostoso parecendo uma putinha.

Eu fiquei doido quando vi sua bucetinha levemente peludinha, linda, rosadinha também, o grelinho bem gostoso, me ajoelhei e comecei a chupar sua bucetinha bem gostosa.

-Ai, aiiiiii, que gostoso!

E eu chupando, lambendo esse grelo, sugando, e ela se contorcendo, respirando forte, gemendo, com uma corrente elétrica passando pelo seu corpo, e logo ela deu uma gozada gostosa na minha boca.

Eu tava babando por ela, com o pau perto de explodir, então eu disse:

-Flor, tô doido pra gozar também, deixa eu meter o pau nessa bucetinha gostosa, vai!

Ela me disse que tinha medo por ser virgem, eu já sabia disso, tentei acalmar ela, falei que se ela relaxasse não doeria tanto e logo ficaria bem gostoso.

Fui introduzindo meu pau, senti ela tremer de leve, me apertar com as mãos, fui colocando, mandando ela se acalmar enquanto eu enfiava.

– Aiii, aiii, para, tá doendo, vai devagar!

Eu então tirei o pau, ela disse pra não tirar, coloquei de volta e comecei a meter devagar. Ela começou a gemer e logo ela tava mais arreganhada e mais relaxada, então começou a ficar gostoso pra ela.

Quando vi ela mais relaxada, mandei ela ficar por cima, ela veio devagar, encaixou meu pau na sua bucetinha com dificuldade, eu segurei na cintura dela e ensinei como se cavalgava.

Ela rebolava meio desajeitada no meu pau, mas mesmo assim tva muito gostoso, eu rompi o lacre da safada a poucos minutos e ela já tava quicando no meu pau, com força das minhas pernas eu ia forçando cada vez mais a entradinha do meu pau naquela bucetinha linda e arranquei mais gemidos dela até gozar gostoso dentro da sua bucetinha.

Depois disso a gente ficou namorando o resto do dia e ela voltou pra casa toda arrombada.


Contos eróticos de incesto entre mãe e filho

Seduzindo meu filho safado

Incesto amador mãe e filho
Incesto amador mãe e filho

Depois de ter estado com o Tiago e o Marcelo não conseguia deixar de pensar no Rui, não como meu filho mas como um jovem atraente e desejável, comecei a andar vestida em casa de forma a exibir o meu corpo, saias e calções curtos, blusas com decotes atrevidos e tops justos, de forma a exibir as minhas coxas e rabo e a realçar ao máximo as minhas atraentes e avantajadas mamas ( 42D ), o esquema começou a resultar, várias vezes o apanhei a comer-me com os olhos, o alto entre as suas pernas também o denunciava, tenho a certeza que mais que uma vez se retirou para o WC para se masturbar, preparei-me para dar o passo seguinte, pedi ajuda ao Tiago, que ficou doido de tesão só de pensar que me veria ser comida pelo meu filho, a oportunidade surgiu num sábado em que o António ( o meu marido ) estava para fora. Estiveram toda a manhã a estudar, como estava um dia quente fiz um pequeno churrasco e comemos cá fora, estava vestida de forma bastante provocante, uma saia jeans bastante curta e justa e um top branco, como roupa interior apenas um fio dental, chamei-os para ajudarem a por a mesa, foi um show, quando me inclinava a virar a carne a saia subia e quase que se via o fio dental, ao sol viam-se perfeitamente as mamas por baixo do top, como eu já estava bastante excitada os mamilos quase que furavam o fino tecido que os cobria, o Tiago estava divertidíssimo e o Rui muito vermelho e nitidamente incomodado, ambos vestiam calções e exibiam um belo volume entre as pernas, como a saia era muito justa quando me sentei subiu imenso revelando a totalidade das coxas, as mamas balançavam livremente com os meus movimentos, os paus deles pareciam ir rasgar a roupa, o Rui procurava manter um braço em cima das pernas para esconder a sua ereção, conforme combinado o Tiago iniciou o jogo -Dª Anabela, com todo o respeito tenho que dizer que está linda- o Rui olhou-o espantado -eh pá olha que é a minha mãe, tás parvo ?- exclamou, dando-lhe um murro no braço -ora filho o teu amigo está só a ser simpático comigo- respondi sorrindo, de forma casual coloquei a mão na coxa do Tiago, que continuou o jogo – a sério Dª Anabela, a senhora é muito atraente- o Rui olhava embasbacado, ele continuou o teatro -não estejas assim, se não fosse tua mãe pensavas o mesmo, eu não quis ofender – o meu querido filho ficou muito vermelho, na sua atrapalhação já não estava a tapar a virilha, onde se via um volume enorme e uma pequena mancha, «já está com a ponta do pau molhada» pensei divertida -oh pá, não é isso, não é próprio, eu- o Rui gaguejava sem saber o que dizer -bolas filho eu sei que já não sou nova, mas achas que sou assim tão mal jeitosa ?- perguntei levantando-me, coloquei as mãos na cintura, dei um rodopio e fitei-o sorridente de ombros direitos, as mamas esticaram-se ainda mais contra o top, o infeliz não sabia onde se havia de meter, devia estar quase a vir-se nos calções -não é isso mãe, tu és muito boa…desculpa quero dizer, porra és minha mãe- explodiu desesperado, cheguei-me a ele e coloquei a mão no seu pau, fitava-me hipnotizado incapaz de reagir -é por causa da mãe que ele está assim ?- perguntei docemente, a minha mão alisava-o suavemente por cima da roupa -eu, desculpa, oh mãe não, está errado,olha o Tiago, pára, oh, oh mãe, não- ele protestava sem grande convicção, enquanto eu lhe tirava o pau para fora o Tiago veio por trás e puxou-me o top para cima expondo as minhas tetas, sem lhe dar tempo de reagir baixei-me e abocanhei o pau do meu querido filho, ele já não protestava, inclinou-se para trás e fechou os olhos -oh mãe sim, sim, é tão bom, sim, sim, sim, URGGGG, URGGGG- quente como estava começou a vir-se em menos de nada, engoli aquele esperma delicioso, o Tiago já tinha enrolado a minha saia na cintura e masturbava-me com uma mão, enquanto a outra me bolinava as mamas, tive um pequeno orgasmo -sim Tiago sim, é bom, sim- o Rui tremia com os nervos e a excitação, sentei-me no seu colo -então querido, não gostaste ? eu sei que já te excitava á muito- estava nitidamente dividido -oh mãe gostei, gostei muito, mas é errado, sou teu filho- encostei-me a ele e puxei-lhe as mãos para as minhas mamas, o Tiago beijava-me o pescoço e juntou as mãos ás do Rui -não sejas tonto filho, eu gosto de vocês, e vocês acham-me atraente, porquê errado ?- foi-se acalmando, as suas mãos começaram a explorar as minhas mamas, o seu pau estava de novo erecto -oh mãe, sim, ah és tão boa, adoro as tuas maminhas, oh mãe quero ter-te, quero- levantei-me tremendo de excitação -vamos queridos, vamos para a cama- corremos para dentro, o Rui tinha perdido todas as inibições, a minha saia e o top foram desfeitos em menos de nada, não chegamos ao quarto, o Rui puxou-me para o chão ainda no corredor e penetrou-me de um só golpe -URGG, ah mãe és boa, que cona tão quente, és tão boa- gemia o meu queridinho enquanto me fodia com um ritmo infernal, O Rui trepou-se em cima, entalou o pau entre as mamas e começou a masturbar-se nelas -ah que ricas tetas, sim, sim, á putinha boa, sim, sim- a onda de prazer começou a subir e eu tive um orgasmos maravilhoso -URGGGG, URGGGG, venho-me, venho-me, fode filho, força mais força, URGG- os meus gritos foram abafados pelo pau do Tiago, agarrou-me subitamente a cabeça, enfiou a rola até ao fundo e começou a encher-me a garganta de esperma -URGGGG,engole boazona, engole, tudo, tudo, URGGGG- engoli o que pude, mas uma parte saiu e escorreu até ao queixo, de súbito o Rui começou a lançar o seu gozo dentro de mim -toma mãe toma, puta, puta, és uma puta, és a minha puta, toma, toma, URGGGG, URGGGG- os insultos eram excitantes, a minha anca movia-se de encontro a ele, tive novo orgasmo, ficamos os três deitados no chão durante uns minutos -vamos queridos a cama espera-nos- convidei levantando-me e seguindo para o quarto dos hóspedes, não se fizeram rogados. O Rui parecia possesso, sem nenhuma contemplação mandou-me para cima da cama, agarrou-me o cabelo e introduziu violentamente o caralho na minha boca -mama puta, vais ser a minha puta, mama minha vaca- eu estava chocada mas ao mesmo tempo muito excitada, coloquei as minhas mãos nas suas nádegas e comecei a mamar, chupar, lamber, de quando em vez tirava a rola para fora e lambia-lhe os tomates, O Tiago afastou-me as pernas e penetrou a minha coninha e introduziu dois dedos no meu cu, gemi deliciada -sim Tiago sim, fode a mãe do teu amigo fode- durante algum tempo só se ouviram os sons dos paus a entrarem e a saírem dos meus buraquinhos e os nossos grunhidos e arquejos, depois explodimos os 3 num festival de orgasmos, o esperma do Tiago banhava o interior da minha cona e o Rui vinha-se na minha cara, mamas, cabelos -oh mãe, oh mãe, sim, sim, adoro-te, URGGGG, URGGGG- deitaram-se ao meu lado, durante uns minutos nada disseram -oh mãe és tão boa, á tanto tempo que tinha tesão por ti, bati tantas a pensar no teu corpo- disse de súbito o meu filho com ar atrapalhado, fiz-lhe uma festa na cara -eu sei querido, não tem mal, eu adoro fazer amor com rapazes bonitos e tu és lindo- olhou-me espantado, calmamente contei-lhe como tinha seduzido o Marcelo e o Tiago, contei igualmente como tinha planeado aquele dia – a tua mãe é uma coroa boazona e felizmente para nós muito puta, com todo o respeito claro- riu o Tiago dando-lhe uma palmada amigável na cabeça, o Rui riu e devolveu-lhe o tapa -vocês são uns falsos amigos, andavam a comer a minha mãe e não me convidavam- rimos com gosto, eles começaram a apalpar-me e a lamber-me toda, estavam prontos para a ação -filho queres comer o meu cuzinho ?- perguntei com voz roupa, ele ficou a mil -sim mãe, sim, quero, oh se quero- voltei-me para o Tiago, unimos as nossas bocas, o Rui colou-se a mim por trás, o pau do Tiago já ia entrando na minha xana, guiei o pau do Rui para o meu cuzinho -devagar filho devagar, isso, isso querido, já está- entrou sem dificuldade, os minutos seguintes foram maravilhosos, os meus dois machos bombeavam dentro de mim sem parar, a minha língua e a do Tiago enrolavam-se numa dança molhada, quatro mãos amassavam deliciosamente as minhas tetas, o meu filho mordia-me a nuca, lambia-me a cara e as orelhas, eu pedia mais e mais -fodam-me, sim, sim, fodam-me seus viadinhos, mais depressa, isso, isso, mais depressa – eles respondiam martelando-me mais e mais, o Rui ia-me dando palmadas nas nádegas, os seus insultos ainda me entesoavam mais -puta, putona,és uma vaca mãe, vais dar para todos, vais ser a puta da universidade, grandes tetas és mesmo uma vaca, arrebento-te o cu todo,todo, etc,etc…- comecei a ter orgasmos contínuos, parecia que ia morrer de gozo, finalmente os dois despejaram os seus sacos, primeiro dentro de mim em jatos quentes e deliciosos, depois tiraram os paus para fora e continuaram a masturbar-se para cima de mim regando-me de langonha. Fomos tomar banho, eles queriam mais festa, mas já eram quase 6 da tarde e o António devia estar a chegar pelo que tive que acalmar as coisas. Felizmente o meu corninho vinha cansado e não quis “brincar”, estava dorida e cansada, deitada na cama dei por mim a pensar nas possibilidades maravilhosas que os novos fatos me iriam proporcionar, já não precisava de disfarçar em frente do meu filho e poderia ter carne jovem sempre que quisesse.

Contos lésbicos reais

Primeira transa lésbica

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lésbicas gostosas se chupando

Bom, minha história começa quando eu tinha apenas 14 anos. Sempre fui muito quieta e tímida e raramente saía de casa pra algum local diferente, geralmente era de casa pra escola e vice versa. Numa tarde voltando da escola eu parei na farmácia pra comprar algodão e sem querer esbarrei numa garota q estava na fila…me desculpei e ela sorriu, naquele instante eu paralisei diante daqueles olhos e daquela boca perfeita. Nunca antes tinha tido atração por meninas, mas quando olhei pra ela senti uma coisa muito louca dentro de mim. Ainda na fila ela tentou puxar papo comentando das promoções, eu muito tímida e sem jeito não consegui me soltar e respondia apenas ” aham, uhum , sim …” Fui embora e segui minha vida, quando um belo dia voltando novamente pra casa, a vejo na esquina próxima

ao sinal ,pensei ” destino fdp” haha me aproximei e a olhei, ela olhou de volta e pareceu me reconhecer, abriu aquele sorriso maravilhoso e por alguns segundos eu fiquei ali parada sem reação, admirando aquela boca, aquele rosto… Perguntei pra onde ela estava indo e por coincidência era caminho pra minha casa fomos conversando banalidades sobre o tempo e então de supetão perguntei o nome dela, seu nome era Suzana, elogiei e disse q era um lindo nome ,ela agradeceu e perguntou o meu, nisso trocamos contato e nos despedimos com dois beijos no rosto e pude sentir o cheiro dela e a maciez daquela pele mesmo que por míseros segundos! Na manhã seguinte fui normalmente para a escola e quando cheguei minha mãe disse que uma tal de Suzana havia me ligado, naquele momento meu coração disparou e tive q respirar fundo umas vinte vezes antes de retornar a ligação, mas liguei… Ela atendeu com aquela voz gostosa e eu disse ” alô sou eu Suzana, a… ,tudo bem? Minha mãe me disse q você ligou” ela então confirmou e disse q havia ligado pra me convidar pra caminhar um pouco ,eu obviamente disse que sim e fui ao encontro dela. Ela estava tão gostosa, vestia shortinho jeans e uma blusa amarela de alcinha sem sutiã, os seios dela era pequenos e pela primeira vez na vida eu me imaginei chupando aqueles seios passando a língua naquele mamilo… Que loucura eu estava pensando! Me condenei mentalmente por aqueles pensamentos! A caminhada seguia agradável, ela era muito divertida e falava muito, o oposto de mim q sempre fui quieta, falamos de vários assuntos e demos boas risadas. O tempo passou e estávamos cada dia mais próximas e surgiu uma amizade, as vezes ela ia na minha casa e ficávamos assistindo tv ou apenas papeando sobre a vida, ela era muito carinhosa e estava sempre me abraçando colocando as pernas em cima de mim ,ela gostava de contato físico e eu ja estava ficando louca com aquilo tudo, até q um dia chegamos da praia e estávamos na minha casa, ela pediu uma muda se roupa emprestada e disse q queria tirar a Areia do corpo antes de ir, nisso me pediu pra ajuda-la a desamarrar a parte de cima do biquíni, eu trêmula e cheia de tesão fui, lentamente toquei na costas dela e vi q ela se arrepiou, ela riu e disse ” tô arrepiada…olha só ” eu sorri e disse q estava vendo, nisso minhas mãos começaram a fazer uma leve massagem e ouvi ela gemer baixinho, pensei q aquilo era um sinal de q ela estava gostando e continuei… Foi então que tomei coragem beijei o pescoço dela, princípio ela recuou assustada,mas não sei o q me deu, eu puxei e a beijei na boca, e nossa.. Pqp! Q boca realmente gostosa, eu senti ela querendo recuar e ao mesmo tempo senti que ela queria aquilo tanto quanto eu. Após vários minutos de um beijo delicioso eu ousei tirar o short dela e comecei a acariciar a buceta que ja estava molhadinha, minha boca desceu até os seios e ouvi ela gemer, aquilo me enlouqueceu e comecei a chupar lentamente, passei a língua ao redor do mamilo e ela gemia e me apertava… Levantei a perna dela e coloquei em cima do vaso, me posicionei em baixo e pela primeira vez senti o quão gostoso é chupar uma buceta, aquele grelo pequenino, nossa eu chupava e ela gemia baixinho e rebolava na minha cara, minha boca na buceta dela e meus dedos na minha buceta, ja estava doida… De repente ela me puxa e me beija, nisso deitamos ali mesmo no chão e começamos a nos esfregar, meio sem jeito, claro… Mas estava muito gostoso, os meus dedos dentro da buceta dela num movimento de vai e vem bem lento , nossas bocas coladas , me sentei e ela veio por cima sentou nos meus dedos e era beijo na boca e dedada na buceta dela que estava tão molhada mas senti ela gozar porque ela deu um gemido mais forte e mordeu minha boca, eu que ja estava pingando de tesão comecei a me tocar enquanto ela beijava e gozei também… Essa foi a primeira ,mas tivemos várias e várias outras transas …


Conto de incesto filho e mãe

incesto mãe chupando filho

Bom esse história já relatei em outro site e agora vou contar aqui, vou me anunciar como Fernanda, quer dizer Nanda, sou uma mulher de 38 anos, tenho 1,65 de altura, bum bum médio, peitos similarmente, faço academia para preservar a ótima maneira, e castidade parte chamo a atenção dos homens por no qual passo.
Sou casada com Claudio, um homem de 42 anos, que constantemente me satisfez bastante na cama, e também me satisfaz, como diz o atributo, o que vou alegar é sobre no momento em que dei para meu filho..

A partir de nova, constantemente fui uma mulher safada, engravidei de Claudio com 20 anos, nasceu desse relacionamento André e Jessica (gêmea de André, que estuda no exterior pela estação, porém estou aqui para abordar de meu filho), um cachopo que com o tempo foi virando um belo rapaz, e me deu varias noras, rsrsrs’.  Com o tempo comecei a abrigar-se mais em meu filho, e abrigar-se como mulher, não somente como mãe, ele tinha 17 anos, era um homem que chamava atenção, sarado, com 1,85 de altura, olhos azuis, pode ser que por causa disso comecei a olhar ele com mais olhos, e no momento em que deitava na cama sozinha e lembrava dele começava a abalar uma siririca, era meio que uma coisa automático. Comecei a achar que aparecia ficando paranoica, aparecia desejando meu filho, porém, lá no fundo aparecia gostando, resolvi dirigir-se para a internet ler contos eróticos, especialmente sobre o apresentação incesto, e sobre coito entre mãe e filho, isto apenas me deu mais atração, e desejo de fazer sexo com André, eu queria permitir para meu próprio filho.

Mas como eu saberia se meu filho me olhava com outros olhos, se ele pensava em me comer, se ele sentia tesão pela mãe? Eis que começou o meu jogo de sedução rsrsrs’, comecei a me aproximar mais de André, fazer mais carinho, e as vezes aquela mão boba, mas tentava disfarçar ao máximo, e vi que ele foi se soltando mais comigo, me abraçava por trás e passava a mão em minha bunda. Mas eu sentia que ele ainda tinha certo receio, e eu queria acabar com isso, queria deixa-lo louco de tesão, queria provoca-lo antes de ele me ter em seus braços.

Como André estuda de manhã e só esta em casa no período da tarde e a noite, e meu marido trabalha o dia inteiro e só volta pra casa tarde da noite, meu filho saiu para escola certa manhã, me deu um abraço por trás e foi, e lá fui eu ao computador, ler algum conto de incesto e tocar uma siririca pensando em André me fudendo.
Eu queria que André percebe-se que eu queria dar de fato para ele, então deixei o histórico do navegador com o acesso a esses contos de incesto e pedi para André limpar meu computador, ver se tinha algum vírus ou algo do tipo, era certeza que ele iria ver o histórico do navegador e ver que eu tinha lido sobre incesto e em um desses contos dizer que eu queria dar para meu filho. Bingo, a minha ideia deu certo, após André mexer em meu computador ele estava bem mais safado comigo.

Passou os dias e nos estávamos naquela provocação e safadeza, certa tarde resolvemos olhar um filme, eu queria provoca-lo, estava com um vestidinho curtinho, e deitei com ele no sofá, e ao decorrer do filme, pude sentir seu membro ereto, pulsando no calção que usava, e comecei a roçar minha bunda e disse: “Tem algo animado ai hein filhão” e ele deu uma risada e disse: “Ta bem animado, ainda mais com esse bundão roçando nele.” Para provoca-lo pausei o filme, tirei minha calcinha pro baixo do vestido e dei a ele, dizendo: “Pega e vai lá no banheiro e da uma relaxada menino, rsrsrs’.” ele pegou minha calcinha e foi. Eu queria ver o que ele iria fazer com a calcinha, se iria guardar, se iria me trazer de volta… Cerca de 15 minutos depois, ele volta e me trás a calcinha encharcada de porra, e me dá, e diz: “Ta ai uma recordação, mamãe.” Eu a fim de deixa-lo louco, lambi minha calcinha com seu leite e disse: “Hummmmm que leitinho delicioso!!” Ele foi mais longe e disse: ” Se quiser tem mais” e deu uma risadinha, eu também ri de uma forma bem safada. Continuamos olhando o filme, deitados juntos, eu roçava minha bunda naquela pica, que estava quase pulando para fora do calção enquanto, as mãos de meu filho buscavam meus peitos, o filme terminou e fomos ao mercado. Durante a noite, com a presença de meu marido, nos agimos como se nada tivesse acontecido. Na mesma noite meu marido disse que teria que viajar e iria ficar uma semana fora a trabalho, pensei comigo: “É a minha chance!”
Meu marido saiu na manhã seguinte e por acaso André entrou em férias no mesmo dia que Claudio viajou, pela manhã combinei com André para ele me ajudar no período da tarde a fazer alguns exercícios na piscina, pois não estava a fim de ir a academia e queria ficar mais perto dele, e ele bem safado, é claro topou.

Ao irmos para a piscina de tarde, coloquei um biquini curtíssimo e que deixava minha bunda bem amostra e minha xoxota carnuda bem marcada, entramos e começamos a fazer alguns exercícios, e aos poucos fui ficando mais ousada, pedia para ele vir para trás de mim, e ir me auxiliando, e dentro da água fui passando a bunda em seu pau, que pude sentir que estava duro como pedra, mas fingi não ver, e continuamos os exercícios por mais um bom tempinho, até que sem querer querendo rsrsr’ tirei a parte de cima de meu biquini e fiquei apenas com a parte de baixo, meu filho ficou meio espantado, mas dei a desculpa para que ficasse mais confortável nas piscia e que eu tinha decidido parar e ele meio bobo concordou, disse que ia dar uma mergulhada na piscina, e ele disse que faria o mesmo. Comecei a mergulhar e ele também, até que parou e ficou lá um pouco no quanto, fui mergulhando até ele e quando cheguei perto peguei no seu pau por fora do calção e subi, e disse: “Que isso hem garoto, tu tem um fogo ai em baixo rsrsr’.” Ele riu e disse: “Vendo uma gosto…” e parou, eu disse: “Uma o que? Continua menino rsrsr’.” Ele continuou: “Ah mãe a você é muito gostosa, e mostrando esses peitões eu fico louco, não consigo controlar, e tem esse rabão ai também, sou louco por comer um desses.” Retribui dizendo: “Humm como é bom se sentir assim, vendo que sou desejada, mas filho, agora vou ter que sair, tenho que resolver uns negócios, depois a gente continua.” Fui me despedir dele e lhe dei um selinho e sai da piscina, e fui ao shopping comprar uma lingerie nova, pois estava bolando como ia fazer meu último jogo de sedução e então ter o filho me comendo.
Comprei um lingerie vermelha, de seda, coisa para deixar qualquer homem louco. Cheguei em casa ao anoitecer e André estava assistindo TV, olhamos um pouco de TV, e fui preparar a janta, preparei a janta, fomos a mesa e jantamos, olhamos mais um pouco de TV, e disse a ele que iria dormir, pois estava cansado. O safado disse que queria que eu ficasse mais e olhasse um filme com ele, e que queria continuar vendo o que viu na piscina. Lhe respondi que outra hora iriamos fazer isso, pois eu iria sim dormir, estava muito cansada. Ele ficou meio triste mas concordou.

Fui para meu quarto, coloquei minha lingerie, esperei um pouco tirei uma foto com meu celular, e mandei para ele dizendo: “Vem aqui no quarto filho querido, mamãe ta carente, vamos olhar o filme que você quer.”
André praticamente voou para meu quarto entrou, e ficou me olhando, seu membro quase saltou do calção que usava. Perguntei qual filme ele queria olhar, ele disse um pôrno, e então colocou e começamos a olhar, ficamos deitados juntos na cama, abraçados, e foi então que com uma mão boba fui subindo por sua perna e perto de chegar eu seu pau eu disse: “Desliga essa TV garoto!” Ele perguntou o por que já que estava chegando a melhor parte? Lhe respondi: “Você se contenta em apenas olhar sem nem tocar isso? Vamos fazer o que é bom filhinho!” Peguei o controle de sua mão e desliguei a TV.

Começamos a nos beijar loucamente, tirei sua camisa, e seu calção, deixando ele apenas de cueca, e voltei a beija-lo, ele me beijou no pescoço e fiquei louquinha rsrsr’. Tirei sua cueca e seu pau saltou para fora, era enorme, maior que de seu pai, chegava a entorno de uns 21cm, era grosso, então comecei a punheta-lo, beijei a cabeça, e fui chupando devagar, e alternando entre as bolas, meu filho não aguentou e encheu minha boca de leitinho quente. Ele veio me beijando e foi tirando minha lingerie, começou a chupar meus seios, enquanto chupava um, massageava o outro com a mão, até chegar em minha buceta e fazer um oral espetacular, gozei gostoso! Seu pau estava a ponto de bala, ele mirou em minha xoxota carnuda, lisinha, e meteu sem dó, não tive como não gritar, gritei e comecei a gemer, gemia como uma cadela no cio, estava muito bom, meu filho metendo em mim, mudamos de posição fiquei de quatro, meu filho bombava forte, até que disse que ia gozar, não aguentei e gozei junto. Meu filho ensopou minha buceta, ficou meladinha, e ainda chupou ela de novo, e foi chupar meu cú, que chupada deliciosa. Meu marido era louco por comer meu cú, mas nunca deixei, meu filho queria, e chupava ele de uma maneira inexplicável, não resisti e deixei ele comer atrás. Ele chupou bastante e colocou primeiro um dedo, depois dois e até quatro dedos, era uma dor grande até que tirou os dedos e colocou a cabeça do seu pau, doia bastante, ele ia colocando com jeito, colocou até a metadade, fez um vai-e-vem e quando percebeu que eu estava gostando enfiou tudo de uma vez, fazendo eu gritar de prazer! Ele bombou forte, arrombou meu cuzinho e inundou de porra. Terminamos e começamos a nos beijar até dormimos.

No outro dia acordamos e tomamos banho juntos, transamos mais uma vez, e resolvemos conversar. Conversamos e decidimos que aquilo seria um segredo nosso, e que iriamos transar sempre, se possível todos os dias.

Esse foi o meu primeiro conto aqui pessoal, espero que gozem, ops… Gostem, ah sei lá também rsrsrsr’. Meu filho faz aniversário logo, o que sugerem que eu posso dar de presente a ele na cama haha? Beijos da Nanda, e até o próximo conto.

Contos Eróticos de gordinhas safadas


Fodendo a minha vizinha gorda
Gordinha tomando porra

Tenho uma vizinha de nome Renata, ela tem 35 anos é casada com uma pessoa muito importante da cidade. Ela é loira de olhos verdes gordinha, peitos gostosos e uma bunda enorme. A safada passou no meu ponto marcou uma corrida para Goiânia, passei o preço e ela disse que tudo bem. Da minha cidade até lá são 7 horas de viagem, seu compromisso era as 9h da manhã.
Saímos as 2h da manhã onde ela foi dormindo no banco de trás, chegamos em GO as 8:30h, ainda tinha meia hora pro seu compromisso. Ela estava com fome então passei em uma lanchonete parei e fiquei esperando dentro do carro, assim que ela desce me chama pra tomarmos café juntos. Começamos conversar e ela me disse que se o compromisso não desse certo iria precisar ficar até o dia seguinte. Ela perguntou quanto era a minha diária pra ficar 2 dias, passei o preço ela disse tudo bem.

Deu o horário levei ela até o endereço do compromisso era um hotel, ela mandou eu esperar disse que poderia demorar muito. Ela demorou 4 horas saiu a 1 da tarde, ela perguntou se já tinha almoçado, eu disse que não porque estava na expectativa que ela saísse e não me encontrasse. Ela disse me leva em algum restaurante pra comer alguma coisa, disse a ela que não conhecia nada na cidade, então ela entrou no carro sentou-se no banco da frente, ela usava um vestido amarelo um pouco acima do joelho onde dava pra ver bem suas coxas brancas um decote generoso onde mostrava bem seus seios tamanho grandes.

Andamos um pouco avistamos um restaurante ela me chamou pra almoçar com ela então decidi entrar no local.
O garçom nos levou no andar superior onde as mesas eram bem reservadas, som ambiente bem tranquilo. O garçom trouxe o menu, dona Renata escolheu seu prato e mandou escolher o meu a hora que vi os preços quase cai de costas tinha prato mais caro que o preço da corrida, disse a ela um bife com salada e arroz, ela deu risada e disse: – Isso meu querido comemos todos os dais, escolhe algo mais saboroso. Disse a ela que não queria explorar ela, respondeu-me. Querido hoje é tudo por minha conta ou seja “por conta do meu marido”. Eu vou escolher. Ela escolheu um prato bem caro e delicioso, perguntou se tomava vinho. Disse a ela que
estava a serviço não poderia beber.
– Relaxa querido preciso ficar até amanhã, hoje quero sua companhia.
Meti gostoso com aquela gordinha

Almoçamos tomamos vinho ela ficou alegre e disse, querido vamos dar uma volta na cidade quero conhecer Goiânia.
Saímos e estávamos passando em frente a um shopping ela mandou entrar, entrei ela me disse me acompanha.
Entramos no shopping ela quis ir no cinema tava passando um filme romântico , nós entramos ela comprou pipoca guaraná o filme começou dona Renata ficou deslumbrada com filme numa cena que o casal se beija ela começa a suspirar, no filme tinha cenas eróticas mas bem suave, dona Renata em dado momento me abraça e encosta a cabeça no meu ombro, nessa altura já tinha acabado a pipoca e o guaraná, ela começa a suspirar e disse baixinho no meu ouvido.
Querido você me acha feia, seja sincero.
Não senhora, a senhora é bonita elegante e charmosa.
Diga a verdade.
Estou dizendo a verdade.
Sabe porque perguntei, meu marido disse que sou gorda uma baleia, ele não me procura mais, faz mais de seis meses que não faço amor com ele.
Não é verdade dona Renata.
Sim querido, seis meses sem ter um pinto entrando na minha periquita.
Nisso ela passa a mão no meu pau por cima da calça, meu pau começa a ficar duro ela abre o zíper tira meu pau pra fora e começa a bater uma punheta, disse a ela:
– Senhora cuidado, pessoas podem ver a gente isso será um escândalo.
Vamos pra outro lugar mais tranquilo.
Saímos do cinema, pegamos a saída e avistei um motel ela mandou entrar e mandou escolher uma suíte porque ficaríamos até o dia seguinte. Escolhi uma suíte e entramos, dona Renata foi tomar banho na volta mandou eu tomar banho, tomei banho rápido e voltei dona Renata estava vestida com baby dool azul todo transparente, uma tanguinha também azul bem transparente, sua buceta bem volumosa a testa não cabia na minha mão, seus seios grandes sua bunda bem grande cheio de estrias, mas a gordinha é bem cheirosa, uma boca com lábios bem grandes, a xoxota tem uns lábios que nunca tinha visto.
Ela me coloca na cama deitado, meu pau ainda meia bomba ela caiu de boca e começa a mamar na minha pica, que chupeta gostosa a gordinha fazia, meu pau ficou duro feito rocha a gordinha deita na cama e disse.
A gostosa adora porra na boca

– Vem gostoso, fode minha xereca mata minha saudade de rola.
Apontei meu companheiro naquela buceta tadinha dele. A filha da puta tem uma buceta apertada que o coitado teve dificuldade em entrar, fui forçando aos poucos e minha rola entrou naquela xoxota, fiquei metendo bem devagarinho a cachorra gozava feito uma doida ela deve ter gozado umas quatro vezes.
Anunciei meu gozo e ela mandou eu gozar dentro da sua buceta, disse que ela poderia ficar grávida.
Ela me disse que tinha feito laqueadura.
Mandei vara nela, enchi sua buceta de porra. Ela chorava e falava.
– Nunca traí meu marido mas não teve jeito, o filha da puta não quer me comer mais, agora você me come.
Caímos na cama, dormimos e acordamos por volta das 10h da noite, ela pediu o jantar, jantamos e ficamos assistindo filme pornô, tinha uma cena que o cara comia o cu da atriz, ela me disse baixinho…
– Querido, nunca ninguém comeu meu cu sou doida pra dar o cu, faz essa gentileza come meu cu.
– Dona Reanata pode doer muito, meu pau é grande e grosso, a senhora não aguenta.
– Se doer eu mando você parar.
Dona Renata ficou de quatro, peguei uma pomadinha passo na cabeça do meu pau e no seu cu. Que cuzão, vou colocando devagarinho e ela fala…
Devagar caralho, ta doendo, pára vai.
Nisso dou uma forçada e a cabeça do meu pau entra, dona Renata da um grito e começa a chorar, dou uns beijinhos em seu pescoço e ela cede, fui colocando mais um pouco até que meus 19 centímetros estava todo dentro, dou uns tapas em sua bunda e falo…
– Rebola sua puta gorda gostosa, toma vara não é isso que você queria.
Dona Renata rebola e começa a massagear seus clitóris, ela vai a loucura, eu bato mais em sua bunda, sou meio tarado quando tô comendo um cu, ainda mais o cu de uma bunduda, seguro em seus peitos aperto eles, fodo com vontade aquele cu, em dado momento a safada contrai seu cu com meu pau dentro e goza. Fui a loucura, seguro ela firme e gozo dentro daquele cuzão gostoso. Deitamos, ela com o cu arrombado disse…
Quero ser sua amante, nunca gozei na minha vida como gozei com essa vara dentro do meu cu.
Só vou ser seu amante se você fizer uma garganta profunda sempre pra mim.
Ela me deita na cama começa uma chupeta que vou a loucura, ela com a buceta na minha cara meti a língua naquela xoxota, a filha da puta gozou com meu pau todinho em sua boca, acabei gozando em seguida dentro de sua boca, no começo ela quiz cuspir mas soquei tudo em sua boca e ela acabou engolindo toda minha porra.
Passamos a noite no motel na manhã seguinte depois do seu compromisso seguimos pra minha cidade, ainda paramos no caminho e ela pagou outro boquete onde gozei em sua boca.
Chegando na cidade ela mandou passar na empresa do marido pra receber, recebi o dobro do combinado, seu marido me disse que estava pagando o dobro porque fui atencioso com sua esposa e que na semana seguinte voltaria com ela para gyn.
Pelos menos 2 vezes ao mês levo dona Renata para cidade, até hoje não descobri o que ela faz naquele hotel todas as vezes que levo ela, uma coisa é certa eu fodo a gordinha em toda viagem. Você que nunca comeu uma gordinha experimenta você vai querer comer sempre.
Comi e recomendo…

Contos eróticos incesto

Comendo minha tinha gordinha safada
Gorda Safada da cu e corno filma
Gorda Safada da cu e corno filma

Tudo começou num dia em que meus primos resolveram ir para a praia e me convidaram para passar o final de semana junto com eles.Iriam meus dois primos:Marcos de 19 anos,Ricardo de 15 e a minha tia de 48 anos.Minha tia(Neuza) tem mais ou menos 1,60m e uns 70 kg……é bem cheiinha,mas com seios fartos e uma bunda enorme…..e com cabelos lisos na altura dos ombros..sempre foi muito caseira e sempre usou roupas “reservadas”,ainda mais pela idade… No primeiro dia na praia,todos fomos pegar um sol enquanto a minha tia ficou no apartamento preparando o almoço.Eu estava tomando um sol,quando de repente lembrei que teria que ligar para a minha namorada que havia ficado em são Paulo e então resolvi ir até ao apartamento pois havia deixado o meu celular na mochila…..ao entrar no apartamento não vi sinal de minha tia e então fui a sua procura.Ao me aproximar do quarto ouvi uns gemidos ,mas como sabia que o meu tio estava trabalhando em são Paulo,imaginei que a minha tia pudesse o estar traindo.Achei muito ousadia dela pois a praia ficava perto e os seus filhos poderiam chegar a qualquer momento.Quando dei uma espiadinha pelo vão da porta,pude constatar que ela estava sozinha e ao contrário do q eu pensava,assistia a um filme pornô que provavelmente era do Marcos pois havíamos assistido no dia anterior quando chegamos.Ela estava com uma camisola azul claro,com um dos seios pra fora e sem calcinha…….olhava fixamente pra tela enquanto passava sua mão pra cima e pra baixo na sua buceta gordinha.Pelo jeito que ela fazia pude imaginar que ela não tinha muita prática pois era um jeito inocente de se masturbar.Talvez na hora de arrumar o quarto de Marcos ela tenha mexido em seu vídeo e na curiosidade assistido um pouco e se empolgando.Aquela cena me deixou muito excitado e com o pau muito duro…..cheguei a me punhetar vendo ela deitada na cama do meu primo.Então resolvi voltar pra trás e bater a porta da sala para que ela pudesse se recompor e não ficar numa situação constrangedora diante de mim.Foi então o que eu fiz, e ao ir em direção ao quarto novamente,ela já tinha se levantado e estava fingindo que arrumava a cama.Com o rosto vermelho e suado ela olhou pra mim e falou meio que ofegante….”Já voltou Julio?!Eu nem preparei o almoço ainda”…..Disse então a verdade a ela …que tinha que ligar para a minha namorada e então ela se retirou do quarto dizendo que estava indo preparar o almoço…..Depois que falei com minha namorada,me sentei na mesa da cozinha e comecei a conversar com ela e ela me disse que ficaria até o próximo final de semana pois havia brigado com o seu marido e que portanto já tinha até chamado umas amigas pra visita-la na segunda-feira já que seus filhos teriam que voltar pra são Paulo no domingo devido aos estudos e ao trabalho.Nunca pensei em nada com a minha tia em termos de sexo,mesmo porque ela não é uma mulher tão atraente…..Porém aquela cena havia me deixado muito excitado e então resolvi que iria arriscar para conseguir apagar o meu fogo.Foi então que disse a ela que iria ficar também se me permitisse pois estava de férias no Banco onde trabalho.Quando disse a ela,na hora concordou dizendo que seria ótimo ter um homem em casa já que viriam duas amigas dela da mesma faixa de idade e portanto se sentiria mais segura com um homem em casa.Porém o problema agora seria me livrar de suas amigas que com certeza ficariam o dia inteiro na segunda-feira grudadas nela(o meu consolo é que elas iriam embora na terça).Resolvi não pensar muito e deixar acontecer.Chegou então o domingo,meus primos foram embora as 20:00 e as amigas dela chegariam no dia seguinte de manhã.Pensei então que seria a minha oportunidade de tentar algo com a minha tia.Mas como faria isso se nunca sequer havia conversado sobre assuntos mais picantes com ela já que se tratava de uma mulher muito recatada e até então pra mim uma mulher pouco “fogosa”.Depois que os meus primos foram embora,fui tomar um banho e resolvi ficar só de short em casa enquanto ela estava com uma camiseta regata e um short de lycra bem grudado na sua bunda enorme..Ela fez o jantar e depois se sentou na sala pra ver TV.Me aproximei então e resolvi puxar um papo com ela ao mesmo tempo que reparava no corpo gordinho dela.Tentei levar a conversa pra um lado mais ousado,mas ela sempre mudava de assunto.Numa das vezes,perguntei se o motivo da briga com o meu tio seria o sexo e ela muito envergonhada disse que não ….os motivos eram outros.Foi o máximo que consegui aquela noite em termos de assunto com ela.Porém resolvi fazer uma pergunta mais ousada:”Tia…a gente tá na praia e vc fica usando esse negócio apertado…pode ficar a vontade ta?!não fique encabulada com a minha presença tá?!Juro que não vou ficar olhando…(disse em tom de brincadeira).Ela sorrindo disse:”Imagina Julio……só não coloco outro tipo de roupa pois realmente não me sentiria a vontade mesmo…..na hora de dormir eu tiro essa coisa”……Ao falar isso já imaginei no que poderia ver na madrugada pois fazia muito calor e provavelmente ela não dormiria coberta.Foi então que ela bocejando me disse:”Boa noite Julio…durma bem..preciso dormir agora pois a Raquel e a Márcia chegam amanhã de manhã….”Resolvi então ir para a minha cama,mas não conseguia dormir direito pensando nela..quando eram umas 1:30 mais ou menos resolvi espiar no quarto dela e então fiquei de pau duro na hora que vi a minha tia totalmente apagada já e com a bunda enorme apontada pra cima….ela usava a mesma camiseta regata ,mas agora tinha tirado o short de lycra e estava só de calcinha que pelo tamanho da bunda estava toda enfiada no rego.Logicamente ela tinha celulite ,mas aquele corpo havia me deixado com muito tesão.
Bati uma punheta na porta do quarto,mas dessa vez gozei e gozei muito perto da porta………..fui então pegar um papel no banheiro para limpar aquilo e quando voltei ela estava olhando para a minha porra no chão e eu sem jeito disse que havia deixado cair um pouco de leite que estava tomando e como passei pra olhar se ela estava bem no quarto acabei derrubando no chão.Não sei se colou essa história(provavelmente não),mas não teria outra desculpa naquele momento.Ela havia se levantado pra ir ao banheiro e acabou vendo o liquido derramado no chão…….Bem..passado o susto,fomos dormir .Na segunda feira de manhã chegaram Raquel e Márcia .Raquel era uma mulher de mais ou menos 53 anos e bem gordinha também….uns 1,68m e 80kg…com cabelos curtos e um rosto simpático…..o q mais chamava atenção naquela mulher eram os seios que era enormes..Márcia já era mais nova…..tinha seus 40 anos e bem magrinha,mas com uma cara de safada….tinha os seios pequenos e bunda pequena também…toda miudinha e com os cabelos ondulados.Fui apresentado a elas e me pareceram muito legais.No primeiro contato foi aquela “história”:”Nossa!!É o seu sobrinho?!Como ele cresceu……..lembro dele pequenininho nas fotos….”…e eu sorria pra não ficar chato…….Bem …as três conversaram muito e nos primeiros dias fiquei meio que isolado pois os assuntos delas eram muito diferentes e eu não queria atrapalhar,…….porém acabei pegando uma certa intimidade com a Macia que assim como eu gostava de beber uma cerveja e até coisas mais fortes.Na quarta feira a noite nós 4 estávamos em casa quando a minha tia deu a ideia de jogar baralho…resolvemos então jogar cacheta sentados no chão da sala…..Eu e Márcia começamos a tomar cerveja e caipirinha junto com uns petiscos e de tanto insistir para a minha tia e para a Raquel.elas acabaram tomando também……..as duas não estão acostumadas a tomar álcool,mas no meio das risadas forma tomando e se soltando …Minha tia estava muito vermelha e a essa altura virava fácil um copo de caipirinha… …..Raquel também…bebia como se fosse água……Todas davam risada e então resolvi dar a ideia de se fazer um castigo para quem perdesse em cada rodada do jogo……assim foi….castigos inocentes do tipo fazer cantar,pular numa só perna 50 vezes……..Como vi que todas estavam bem alteradas,resolvi arriscar tudo dizendo em tom de brincadeira:”Que tal a gente brincar de tirar uma peça de roupa quando perder?!”(disse rindo)………a Raquel rápido respondeu:”Olha só o menino!!!hahaha!!Show de celulite agora?!!”…e todas caíram na gargalhada…..então eu disse:”Pois é!!!Se vcs acham isso tão ruim,considerem como um castigo…..”…elas falavam muito alto e davam risada e no meio das risadas concordaram brincar…..A primeira eu perdi e a Márcia mandou eu tirar a camiseta…..depois foi a Raquel….teve que tirar o short…….Todas riam muito e ela até chegou a desfilar na sala dando risada..Reparei na bunda dela que não era enorme,..mas um detalhe me deixou com muito tesão……os pentelhos dela saindo pela lateral da calcinha…..fiquei com o pau completamente duro……..a brincadeira foi indo até que minha tia ficou de sutiã e calcinha me deixando ainda mais louco,a Raquel também de sutiã e calcinha e a márcia estava intacta.Resolvemos então através de olhares fazer de tudo para a Márcia perder e tirar a roupa ….e assim foi….a medida que ela foi perdendo e tirando as peças de roupa fiquei ainda mais com tesão pois a Márcia era muito gostosa…tinha os seios pequenos mas empinadinhos…sem barriga nenhuma….Porém..quando ela estava só de short e sutiã,perder novamente e eu mandei ela tirar o short…..prontamente ela recusou e então todos quisemos saber o por que pois todos já estavam só com as roupas de baixo…..foi quando ela revelou que estava sem calcinha…Nessa hora quase explodi de tesão ao pensar na xana da Márcia sem calcinha….Porém…de tanto ela se recusar a tirar resolvemos deixar ela tirar o sutiã e foi o que aconteceu….ela ficou com os peitos de fora e eu já morrendo de tesão naquela situação…..Como todas estavam bem acordadas e não havia mais nenhuma peça de roupa pra tirar a não ser as calcinhas e os sutiãs,sugeri que fizéssemos castigos de tocar as partes do corpo,mas com todo respeito(essa foi a minha alegação)Minha tia já foi logo dizendo:”chega!!Chega!!Ta na hora de dormir(dizia rindo da situação),mas eu insisti e a Márcia que era um pouco mais ousada também deu uma força…acabamos por convencer as duas…….Na primeira rodada a Raquel perdeu e as duas disseram como castigo eu beijar o pescoço dela….achei uma ciosa inocente demais,mas tive que concordar e dei um beijo no pescoço dela….ela ficou meio “dura”,mas depois caiu na gargalhada………depois foi a vez de Márcia perder e então ela foi obrigada a dar um selinho na boca da minha tia….mais um motivo pra todas caírem na gargalhada….a brincadeira foi indo…..a bebida também…eu já tinha dado um selinho na boca de Raquel e tocado os seios de Márcia…..Raquel já havia beijado as minhas pernas e o pescoço da minha tia ,Minha tia já havia sido beijada pela Márcia e assim por diante…coisas inocentes mas que estavam mexendo com a minha imaginação.Nós estávamos muito bêbados e num determinado momento disse que iria mudar as regras do jogo para quem ganhar fazer um pedido e assim foi….elas ganhavam e faziam pedidos do tipo….”Julio!!dança sensualmente!!”…..”Julio!Me dá um selinho na boca!”…e essas coisas…..Aí chegou a hora…foi a minha vez de ganhar e então tomei a coragem e disse…”quero beijar os seios da minha tia!!”..todas ficaram meio que paralisadas,mas depois caíram na gargalhada pensando que eu estava brincando…e aí eu disse:”Mas é verdade..posso tia?”…..ela prontamente disse não,mas as amigas delas ficavam gritando e rindo:”Deixa!!Deixa!!Deixa!!”…..e ela dizia :”Vcs tão malucas??Acho que estamos indo longe demais!!”..e a Márcia dizia:”Pára com isso Neuza….ele é seu sobrinho e isso é só uma brincadeira….ninguém vai saber!”…..meio que sem graça então ela tirou um dos sei pra fora do sutiã….eu me aproximei e segurando com a mão direita comecei a passar os dedos no mamilo dela e aí coloquei a pontinha da língua na pontinha do biquinho do seio…….as outras duas caiam na gargalhada enquanto ao olhar para o rosto da minha tia,vi ela suspirando e fechando os olhos…colocou suas mãos sobre a minha cabeça e de repente empurrou tirando a minha boca do seu biquinho…..Raquel e Márcia riam e diziam:”Poxa Neuza!!!Ele que ganha a partida e vc que ganha o premio?!”……a brincadeira foi indo……elas com os pedidos inocentes quando de repente a márcia resolveu ser mais ousada e pediu depois de ganhar a partida:”Quero segurar no pênis do Julio”……minha tia e Raquel não acreditavam no que acabavam de ouvir e eu rapidamente aceitei…..dando risada ela pediu pra mim ficar de pé na frente dela…ela abaixou a minha cueca e meu pau já estava muito duro e grande……a reação delas ao verem o meu pau nas mãos da Márcia foi coincidentemente igual:”Nossa!!!O que é isso!!”….Márcia pegou ele com a mão direita passou o polegar na cabeça do meu e ameaçou bater uma leve punheta……..as duas estavam paralisadas vendo a cena…..Márcia ficou me acariciando o meu pau e olhando para o meu rosto…aí então ela fez algo totalmente inesperado……..deu um beijo na cabeça do meu pau e o colocou pra dentro da cueca de novo….as duas não acreditavam na cena vista….o jogo continuou e a Raquel se empolgou também…fez o mesmo pedido ao ganhar,mas segurou o meu pau com mais firmeza dizendo:”Essa brincadeira vai acabar me deixando doida heim menininho?!’Quando eu ganhei fiz um pedido bombástico…….:”Quero passar a minha língua na buceta da minha tia”…todas ficaram mudas e apenas Márcia deu uma risadinha…….minha tia então ameaçou se retirar,mas foi só insistir um pouco que ela ficou….Raquel resolveu ajudar a convece-la e então minha tia disse:”Nossa gente!!Não acredito que vou fazer isso!!!”…..e então me deitei na frente dela….puxei a calcinha para o lado e senti o cheiro daquela buceta gostosa…..comecei a passar a pontinha da minha língua nos lábios vaginais dela e senti ela respirando forte…..as outras duas estavam em silencio,mas quando olhei com o canto do olho para a Márcia,ela estava se tocando com as mãos enquanto olhava a cena….O gosto da buceta da minha tia era muito bom e apesar dela até tremer ao ser chupada eu não parei….coloquei as pernas dela sobre os meus ombros e comecei a chupar com vontade……..como estávamos sentados no chão,ela segurava no sofá enquanto eu enfiava e tirava a língua pra dentro e pra fora dando leves mordidinhas no clitóris……num determinado momento ela começou a empurrar a minha cabeça ao mesmo tempo que ela puxava contra a sua buceta….senti que ela estava prestes a gozar……..ao mesmo tempo eu ouvia uns gemidos…….quando olhei pra trás vi as duas se masturbando enquanto olhavam a cena……..minha língua subia e descia naquela buceta gordinha e macia…ela tinha umas coxas bem grossas que nesse momento estavam sobre os meus ombros,……e ela dizia:”Pára com isso Julio!!Pára por favor!!”…mas eu não parava…continuava a chupar aquela buceta que estava encharcada…..era possível ouvir o barulhinho da buceta dela…era uma delicia………de repente ela começou a se contorcer e senti um liquido na minha boca……no começo achei que ela estivesse até fazendo xixi,mas depois pude perceber pelo próprio gosto que se tratava do gozo dela…..ela estava ejaculando na minha boca ….chegava a espirrar na minha cara e ela começou a gritar bem alto….a essa altura eu estava só de cueca e meu pau estava quase explodindo de tanto tesão…….senti uma mão percorrendo as minhas pernas e ao olhar pude constatar que era de Márcia……..ela alisava as minhas pernas e ao olhar para Raquel pude perceber que ela muito excitada se tocava por cima da calcinha discretamente ao ver a cena……eu estava com muito tesão e sozinho puxei a minha cueca pra baixo para ver até onde iria aquela brincadeira…..meu pau estava muito duro e na hora que abaixei a cueca já senti uma mão segurar o meu pau e ao contrário do que eu pensava ,a mão não era de Márcia e sim da coroa Raquel que começou a me punhetar com vontade e lamber os lábios…..eu continuava chupando o mel que escorria da buceta da minha tia e a Márcia a essa altura estava sentada encostada no sofá com as pernas escancaradas e enfiando dois dedos na buceta…metia bem rápido os dedos e tirava como se estivesse fodendo……Tudo aquilo estava me deixando maluco e sem pensar duas vezes disse:”Raquel….coloca ele na boca…chupa o meu pau…..ela continuou punhetando ele e olhando pra minha cara com cara de vontade…….aí começou a dar uns beijinhos na cabeça e de repente engoliu tudo….até o final….começou a fazer um vai e vem com a boca que quase me fez explodir num gozo fulminante…..tudo isso acontecia ao mesmo tempo que chupava a minha tia e por incrível que pareça ela parecia anunciar o gozo de novo……jamais imaginei se quer tocar no assunto de sexo com a minha tia,mas nesse momento não só chupava a buceta gordinha e macia dela como também tava sendo chupado pela amiga dela de 53 anos……No meio daquela chupação,senti que Márcia tinha saído da sala ….depois de alguns segundos vi pelo canto do olho ela retornar e para a minha surpresa com uma camisinha na mão…….daí ouvi a voz dela dizer:”Licença um pouquinho miga(se referindo a Raquel)….nesse momento Raquel tirou a boca do meu pau e então a Márcia começou a colocar a camisinha…..depois pediu para eu ficar deitado de barriga pra cima….então deitei no chão puxei a minha tia pra sentar com a buceta na minha cara e ela sentou sem cerimônia…….colocou aquele bucetão inchadinho na minha boca e continuou a gemer com a minha língua toda dentro dela…..foi quando então senti a Márcia segurar o meu pau já com camisinha e ao olhar pra baixo vi ela começando a sentar nele……mirou o meu pau naquela bucetinha magrinha e foi enfiando….o meu pau foi entrando,entrando até o final…….quando chegou até o fim ela começou a subir e descer sem parar….a buceta dela estava muito molhada meu pau deslizava fácil pra dentro dela….ela estava em cima de mim sem nenhuma roupa…com os cabelos amarrados com um “rabo de cavalo”e apoiada com os joelhos envolta do meu corpo…apenas mexia o quadril pra cima e pra baixo e era uma delicia sentir aquela bucetinha quente e molhada…….Raquel a essa altura apenas olhava tudo….fiquei metendo na Márcia por uns 5 minutos…….De repente resolvi fazer algo que estava com muita vontade…pedi para a Márcia sair um pouco de cima e então saí de baixo da buceta da minha tia…….ela ameaçou levantar e então eu disse:”Não levanta agora não tia….espera que agora é a minha vez de ter prazer”…….ela ficou com os braços apoiados no sofá e a bunda grande apontada pra cima….peguei meu pau extremamente duro nas mãos,abri sua bunda para poder enchergar a entrada da buceta e enfiei tudo pra dentro….ela começou a gritar e morder uma almofada que estava em cima do sofá e eu fiquei segurando sua bunda e metendo sem parar….bem rápido e ritimado..meu pau ia até o final e saía com muita facilidade pois ela estava muito molhada…o tapete da sala estava todo molhado por causa do gozo da buceta da minha tia de quando eu a estava chupando…..ela começou a gemer alto e então percebi que ela estava prestes a gozar de novo……acelerei o ritmo e com as fortes bombadas , a bunda dela que já era grande e um pouco flácida,balançava muito e de repente ela começou a gozar da mesma forma que a primeira vez…..sua porra começou a espirrar no meu peito e ao tirar o meu pau nas estocadas podia ver o seu mel escorrendo nas suas coxas grossas e branquinhas…..parece até que desta vez ela gozou ainda mais…..Eu segurava o máximo para poder ainda foder com a Márcia……..Depois que a minha tia gozou,tratei de coloca-la em cima da cama e ainda respirando forte acabou encostando e apagou de cansaço……foi quando então veio a Raquel e disse:”To melada de tesão garotinho…….não vai me deixar assim né….então me deitei no chão e ela veio em cima de mim..posicionou a buceta grande e peluda e então encaixou….começou a fazer um vai e vem bem gostoso…….ela era bem gordinha e pelo jeito não tava costumada a meter pelo jeito que cavalgava,mas aos poucos ela foi encaixando legal ……..era maravilhoso ver aquela mulher de 53 anos com os peitos enormes e já flácidos cavalgando no meu pau que já estava a ponto de gozar…….foi quando então chamei a Márcia para sentar na minha boca e ela veio rapidinho…sentou e começou a esfregar a bucetinha magrinha na minha boca…roçando o grelinho na minha língua…..em pouco tempo Márcia começou a gozar na minha boca e gritar como uma puta…..ela segurava nos meu cabelos com força e gemia muito……eu queria retardar mais ainda a minha ejaculação para poder quem sabe meter de novo com a Márcia,mas aquela coroa cavalgando no meu pau estava me deixando com vontade de gozar…….foi quando de repente senti que algo estava errado….talvez pelos movimentos meio desordenados da coroa ao cavalgar ou pelo peso dela ao sentar no meu pau…senti que a camisinha havia estourado e prontamente disse:”Pera…sai de cima um pouquinho……acho que estourou a camisinha,…pera”……….mas então ela disse:”Ah não neném…..calminha…to gozando….to gozando…….to gozando…mete….”……..eu ouvindo aquelas palavras dela e com o meu pau agora sem a proteção da camisinha foi inevitável…(para a minha tranquilidade depois fui saber que ela já havia feito a operação para não ter filhos)….ela desceu com o meu pau até o talo e encostou o corpo no meu ……apertando com a buceta o meu pau com uma técnica que só uma mulher de 53 anos poderia ter……e aí foi……comecei a ejacular ao mesmo tempo que ela gozava……..senti que eu estava ejaculando muito e muito forte e mesmo com o meu pau todo enterrado nela pude ver a minha porra escorrendo e saindo da buceta dela……senti nas minhas pernas a minha porra quente escorrendo com a porra dela que acabara de gozar também…….todas estavam exaustas e inclusive eu,porém não seria legal deixar as três dormirem na sala e acordarem nuas na manhã seguinte….foi quando resolvi leva-las uma por uma até os quartos…..apenas Raquel que estava acordada que não foi preciso levar até a cama…..levei primeiro a Márcia,depois a minha tia…coloquei ela na cama e não resisti e dei mais uma chupadinha naquela buceta molhada e gozada….ela nem esboçou reação pois a essa altura já estava sonhando…….no dia seguinte,ficou uma situação meio estranha……a minha tia sequer conseguia falar comigo,porém a Raquel e a Márcia davam risadinhas sacanas ao me ver na casa….Porém a noite elas foram embora.Raquel chegou pra mim e disse”Tchau menininho…foi muito legal te conhecer…espero poder ve-lo novamente(dando uma risadinha)….já a Márcia veio no meu quarto e pegando no meu pau disse:”Vc ta me devendo uma foda heim garotão?!!Anota o meu tel que a gente marca lá em São Paulo!!”……….depois que elas foram embora eu e minha tia ficamos numa situação meio que complicada e ela nem tocou no assunto…apenas coisas referentes à janta ou a seus filhos……….porém na mesma noite fui no seu quarto de madrugada e ela fingindo dormir deixou rolar tudo de novo……foi muito bom……..mas deixo pra contar numa próxima oportunidade.Isso aconteceu a mais ou menos 6 meses e foi muito marcante na minha vida…..sempre gostei de mulheres mais velhas e depois desse acontecimento passei a gostar ainda mais…..Gostaria de trocar confidencias com mulheres mais velhas se possível…..

Contos eróticos lésbicos

Formanda na putaria lésbica

Suruba entre novinhas lésbicas
Suruba entre novinhas lésbicas

Sou Thaysa 24 anos baixinha magrinha de seios durinhos e que mexem com a imaginação.

Minha primeira visita a uma casa de praia liberal foi nada do que imaginei que seria foi muito melhor a dois anos atrás quando conheci o meio através de um casal de amigos eu era santinha inocente,

Mas sempre desejei mulheres só não tinha a experiência então meu primeiro dia na casa meu casal resolveu meu problema jhe e luh assim os chamo resolveram comentar sobre meu desejo em mulher,

E não ter realizado ainda isso desperta a curiosidade e desejo em algumas lindas que estavam na casa sem saber de nada entrei na piscina usando apenas um biquíni fio dental cravado enquanto mexia com os hormônios dos cavaleiros que se encontravam ofegante porque eu era novinha durinha e de seios lindo

Mergulhei e quando tornei a superfície mim deparo com uma cena chocante e que mim deixou de água na boca 5 mulheres lindas sem roupa a beira da piscina estavam mim esperando para minha primeira experiencia e sem demora uma delas mim puxa para se é mim tasca o maior e mais suculento bj feminino que não tinha recebido ainda

Isso mim deixou excitada enquanto minhas mãos percorre seu corpo tocando seios até descer para sua doce xoxota que estava molhada de tesão enquanto as demais se tocavam a beira da piscina meu primeiro toque feminino mim arrepio ainda só em lembra.

Desço pra água novamente enquanto ela senta a borda da piscina uma morena de 1.65 corpo violão pernas grossa seios arrebitados com uma boca vermelha e carnuda encostei em sua xoxota meladinho de desejo é abocanhei com todo desejo é senti o seu líquido delicioso em minha boca suguei aquele doce grelinho safado em minha boca e enquanto minhas mãos acariciava seus seios,

Em questão de minutos ela anuncia um gozo no qual mim lambuzei por completa delicia de gozo mal termino de limpar a aquele grelinho lindo mim puxa para o lado uma loirinha linda que tinha uma bruxinha tatuada em sua pepeca rosinha totalmente excitada bem molhada a espera de minha boca.

Logo abocanhei aquela pepeca rosa e comecei a sentir seu sabor deliciosa como a dona aquilo mim deixava louca de desejo queria ver e senti o gozo daquela loirinha gostosa e não demorou muito para sentir ela gozar em minha boca que tão freneticamente engolir todo aquele gozo tornando a minha doce amante e assim foi até a quinta neste dia mim senti realizada e logo após veio os rapazes para complementar o desejo de gozo de minhas doces garotas

Contos eróticos mulher com travesti

travesti novinha gozando gostoso
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Na hora de ir para casa convidei o travesti para ir com a gente, pois podia ser perigoso ele ir para casa sozinho naquele horário, no começo ele não aceitou o convite mas depois de muito insistência acabou aceitando.

Ao chegar em casa tomamos mais algumas cervejas todos juntos no nosso quarto de casal até que o clima começou a esquentar e a minha mulher junto com sua amiga travesti começaram a dançar sensualmente para mim.

Transamos, eu minha mulher e um travesti

Fiquei bastante excitado com elas dançando então me levantei e fui dançar com elas, foi quando a travesti tirou a minha roupa e ela junto com minha mulher bateram uma punheta em mim.

Dali em diante a putaria foi intensa, em um determinado momento a travesti comeu minha mulher de quatro e eu comi o cu dela por trás, aquilo foi delicioso pra caralho, ouvir as duas gemendo foi demais.

No sexo também rolou de as duas fazerem um boquete em mim, de minha mulher chupar o pau da amiga, de eu e a travesti fazer dupla penetração na minha mulher e várias outras coisas que fizeram aquela noite ser inesquecível para todos nós.

Recomendo a todos homens que eles parem de frescura e se abram para novas experiências, eu tinha preconceito mas depois desde dia não tenho mais, transar com sua mulher e uma amiga com pênis é extremamente delicioso.

Esta foi a história da nossa primeira vez, mas já aconteceu da gente repetir a putaria diversas outra vezes

Meu nome é Jefferson, sou um morena alto, tenho 27 anos e hoje vou contar como foi o dia em que transamos, eu minha mulher e um travesti.

Certo dia saímos para a balada, eu, minha mulher e um travesti que é colega de trabalho dela. A balada foi maravilhosa, dançamos e bebemos muito até as 4 horas da manhã.

Contos eróticos Sexo no trabalho

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chupando pau bem gostoso

Eu mantenho um relacionamento com um rapaz que é casado e alem de tudo eu trabalho com ele. Estamos juntos a 9 anos e sempre que possível no final do expediente ou durante o dia ficamos juntos. Eu e o S.V criamos uma conta no hotmail onde exploramos nossas vontades e eu tb fico baixando nudez pra ele. Praticamente todos os dias tc muito com muita safadeza onde colocamos todas as nossas vontades e assim por diante, e sempre qd finalizamos no final do dia acabamos ficando juntos. No 17/06 iríamos completar 08 anos que estávamos juntos, porem no dia 21/05 eu recebi um e-mail do S.V me dizendo que não dava mais para mantermos o nosso relacionamento pois ele não estava sendo correto com a mulher dele e nem comigo. Eu qd abri aquele e-mail e vi que ele queria terminar tudo nossa pra mim meu mundo tinha acabado naquele momento, chorei muito feito uma criança, porem, tive que aceitar pois mais cedo ou mais tarde isto iria acabar acontecendo. Ele tinha pedido para eu deletar todas as fotos que tinha no e-mail dele e as minhas tb para não cair em mãos erradas porem eu não fiz aquilo pois queria continuar olhando a foto do pinto dele e um vídeo que gravamos chupando o pinto dele pois aquilo me dava muito prazer então resolvi não apagar naquele momento. Ficamos quase duas semanas conversando por e-mail onde eu entendi o lado dele e ficamos como amigos explicando o pq de pararmos. Eu fiquei triste ainda mais pelo fato que eu tinha feito umas encomendas pela internet de umas lingeries maravilhosas para fazer uma surpresa pra ele no dia que completássemos 08 anos de muitas loucuras e safadezas. Pois ele é muito louco pelas minhas lingeries.. Eu sei que ele é apaixonada por calcinhas fio-dental então de propósito eu resolvi trocar todos os tipos de calcinhas que eu tinha somente para calcinhas fio-dental pois assim eu provocava ele com as roupas que eu uso e mexia com a imaginação dele em imaginar que tipo de calcinha que eu estava trabalhando. Sabe o que é vc ficar louca de desejos e vontade imensa de transar com um rapaz só pelas coisas que ele me dizia pelo skype, pois é assim que eu fico quando tc com ele, aquela vontade louca de invadir a sala dele e la mesmo fazer loucuras. Ele é tão bom que toda vez que eu tc com ele minha buceta fica extremamente molhada de tanto tesão tambem não tem nem como não ficar com a buceta molhada depois de tudo que ele faz comigo, ela fica assanhada só de ver ele passando do meu lado rs.. Bom no dia 18/06 eu tinha vindo trabalhar com um body diferente e ele resolveu me chamar para tc no skype e perguntou se a blusa era de mulher aranha rs e eu falei que era um body diferente q eu tinha gostado e comprei, ai ele me perguntou se eu estava com ou sem calcinha e eu respondi que estava com calcinha, nossa a hora que eu li aquilo meu coração disparou e logo imaginei será se o S.V voltou e com isto fiquei mais animada pois eu estava andando triste em ver aquele homem maravilhoso passando ao meu lado e não fazer nada. Neste dia tc muito relembrando de como que tudo tinha acontecido mas não vou escrever tudo pois a conversa foi longa rsrs. Até que chegamos a um assunto interessante, resolvemos falarmos das nossas vontades e coisas que seriam possíveis de realizar. Até que chegou uma hora ele falou que queria fazer uma cena de um filme que ele tinha visto no site porno e eu mais do que de pressa perguntei como que era o filme e ele falou que a mulher chupava o saco do cara e depois ele colocava o pinto para baixo e ela mamava feito um bezerro e eu mais de que de pressa falei e porque não fazer? e ele falou você topa mesmo e eu falei que sim. Resumindo passamos hora tc até que fosse a hora dos funcionários irem embora e nós aproveitarmos o momento. Quando deu 18:05 hrs eu falei para ele que os funcionários ja teria ido embora e ele perguntou se eu poderia esperar por ele no banheiro dele e eu pedi para ele ir depois de 5 minutos. Eu corri e coloquei uma calcinha super fio-dental que é fio na frente e atrás que eu tinha dentro da minha bolsa e esperei por ele no banheiro dele. Quando ele entrou e deu de cara comigo esperando por ele no banheiro com aquela calcinha ele ficou louco e pediu para eu virar para ele poder olhar a calcinha. Quando eu virei de costa ele ajoelhou e começou a beijar a minha bunda, eu ia arrepiando por inteira, ele pediu para eu colocar uma perna em cima do vaso sanitário e a outra perna no chão e abriu as minhas pernas. Ele puxou a calcinha com a boca pro lado e começou a me chupar bem gostoso, eu fui ficando louca com o jeito que ele estava me chupando, minhas pernas iam ficando bambas, depois ele me pediu para ficar de 4 para me chupar melhor, eu de 4 ia olhando para a boca dele toda molhada e aquela língua subindo e descendo deliciosamente. De repente ele enfiou a língua no meu cú e aquilo me levou ao delírio, ele chupava meu cu e depois voltava para a minha buceta de novo. Ele chupava meu grelinho com tanta vontade, eu delirava e gemia bem baixinho pois eu estava na Empresa e não podia gritar de desejo. Ele sabe que eu fico louca quando me morde até que ele veio e deu uma mordida muito gostosa entre minha coxa e minha bunda nossa que delírio, depois eu pedi para ele me dar uns tapas na bunda e ele com força veio e me deu umas palmadas, nossa e que palmadas, minha buceta estava molhada de tesão ao extremo e mais ele me chupada digamos que ele ficou uns 15 ou mais minutos me chupando… Até que ele me puxou e me virou de frente para ele e eu falei? Não era eu que ia te chupar igual ao filme e ele me falou agora é a sua vez.. Eu comecei a beijar o peito dele pois é maravilhosos dei uma mordidinha de leve afinal eu não poderia deixar marcas no corpo dele rs e fui descendo até chegar naquele pinto grosso e gostoso que estava na minha frente pois eu simplesmente sou louca por ele. Comecei bem suave a chupar o pinto dele, passava a língua pela cabeça e depois descia pelo saco, apertava gostoso aquelas bolas e chupava novamente. Eu pedi para ele colocar uma perna na banheira e sentei no chão. Eu olhei pra cima e vi aquele pinto grosso e comecei a chupar as bolas bem gostoso, ia passando pelo rego e uma passadinha pelo cu dele “e que cu gostoso”, minha boca salivava de tão molhada que estava, o pinto dele parecia que deslizava na minha boca e eu ia chupando cada vez com mais gosto. Ai eu ajoelhei e comecei a cuspir no pinto dele, passava a mão deixando todo molhado e caia de boca novamente, com o pinto dele eu ia brincando pois ele estava ali todinho só pra mim, comecei a bater o pinto dele na minha cara, colocava e tirava a boca dele, cuspia e a minha baba ia caindo sobre os meus seios, ele deu uma ajoelhada e eu comecei a passar o pinto dele entres os meus seios que são grande e ia deslizando aquilo ia dando muito prazer pra ele e pra mim claro. Me deu vontade de fazer garganta profunda, eu engasgava muito porem não tirava o pinto dele da minha boca e que delicia que foi sentir aquele pinto grosso todinho na minha garganta. E depois eu voltava a chupar o pinto dele novamente. Teve uma hora ele baixou o pinto dele para baixo e me deu para mamar igual ao filme que ele tinha comentado eu ia mamando bem gostoso, sugava o pinto dele com a minha boca e ao mesmo tempo eu apertava o pinto dele com a minha boca e depois voltava a mamar novamente e olhava para a cara dele, ele ia ficando louco quando eu olhava nos olhos dele e mostrava o quanto eu estava gostando de mamar no pinto dele feito uma bezerra como ele tinha me pedido. Teve uma hora que eu senti que ele queira gozar ai eu ia chupando e batendo uma punheta bem gostosa, até que eu percebi que era hora dele gozar, eu pressionei o pinto dele com minha boca de uma maneira inexplicável e senti toda aquela porra descendo pela minha garganta e que delicia de porra não deixei cair nenhuma gotinha pra fora pois eu queria tudo pra mim. Ele me apertava muito com aquela vontade louca de gritar até que soltou aquele gemido maravilhoso depois que gozou. As pernas dele iam ficando estremecidas e não parava de tremer e olhando com aquela cara de puta para ele, até que eu ouvi dele que delicia de chupada foi esta e eu falei gostou e ele nossa e muito e perguntei e ai fiz igual ao filme e ele me respondeu bem melhor que o filme. E assim foi comemorado 8 anos que fico com ele e o nosso retorno com alta classe. Ah detalhe este dia foi apenas com chupadas não teve sexo, foram quase 40 minutos chupando um ao outro. Espero que tenham gostado do meu conto que só de ficar escrevendo e lembrando deste momento minha buceta esta literalmente molhada. Assim que tiver um novo encontro maravilhoso como este eu venho contar para vocês…Beijinhos

Top real contos eróticos amadores

maridos corno mansos

Gozando na boca da casada
Gozando na boca da casada

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Minha esposa me fez ser corno e acabei que adorei tudo que aconteceu e hoje sou um corno manso da minha esposinha. Enfim confiram mais um dos contos eróticos de cornos aqui no site.

Depois de alguns anos de casado, passei a ter algumas desconfianças que estava sendo traído. Minha esposa se conectou a um rapaz, e ele iria passar a frequentar a faculdade a título de seminário e quando eu chequei perto e só pude ler. É ele, o meu marido.

Dias depois ela me pergunta se é verdade que tem pílulas que se coloca na bebida e pra acordar é difícil. Ela me mostrou um tablete de pílulas e diz que uma amiga deu a ela e que o tal amigo havia chegado e viria ele e um casal de amigos em casa.

No fim de semana eles chegaram e depois de apresentados ficamos tomando umas bebidas e mais tarde o casal iria embora e iria ficar só o novo amigo da minha esposa. E foi quando ela disse:

– Amor, sobe e pega na gaveta as fotos que fizemos nas férias!Lá em cima notei que as pílulas que ela tinha guardado não estavam na gaveta.

E desço com as fotos e a vejo na cozinha com as pílulas. Ela olha pra mim sorri e diz que derrubou meu copo de bebidas e veio lavar e já encheu meu copo.

Ela subiu pro quarto e pequei o copo jóquei fora a bebida e levei as fotos pro rapaz. Quando ela voltou estava empurrando Montilla em min, vi que ela estava forçando, pois perguntou se eu estava com sono e entrei no jogo, e vocês podem perguntar, mas se eu desconfiava que ela queria me fazer de corno porque fingir dormir?

E pouco tempo depois fingi abaixar a cabeça na mesa e fingi dormir. Pronto o que faltava? Eles se decidirem!

– Silêncio acha que ele dormiu. Disse ela

– Mas vamos esperar mais um pouco será que ele não acorda? Disse o garoto.

No que ela diz, vamos fazer ele de corno. Logo escuto sons e abri os olhos e vejo minha esposa com o pau na boca e ela olhou pra mim. E quem já viu a esposa olhar com o cacetão na boca sabe que da vontade de bater uma, mas na minha situação eu não podia.

Depois de chupar o rapaz a vadia passou a dar sua buceta. Ela na cadeira de costas pra mim já levava na bucetinha. E eu estava virando mais corno vendo minha mulher da à boceta, e é quando ela diz:

– Nós, as casadas quando queremos ser puta, somos as melhores e percebe agora o tamanho da vadia que sou.

Ela levantou e ficando parada com as mãos nas coxas, e o pau entrou só na boceta, sem tocar em outra parte do corpo dela. E assim eu me torno mais corno, pois ela ainda diz, a partir de hoje vou dar pra um monte de macho e esse corno nem desconfia porque corno de um corno de vários.

Ela se levantou e disse caralho tá escorrendo porra e quer um rabinho? E ela se aproximou de mim e fechei os olhos e logo ela retornou a falar. Vou de mostrar que cu de casada é difícil de arrombar, mas quando arromba a esposa safadinha vai nas nuvens.

Quando tomei coragem pra ver a vejo na cadeira de costas e o rapaz pincelava o pau no cuzinho da minha esposa e ela parou e disse:

– Vêm comigo e me abraçou por trás na cadeira e disse, assim vai ser mais gostoso se abraçar esse corno.

E eu ouvia os gemidos de minha esposa tendo o cu fodido e arrombado. E foi quando eu me mexi, pois estava parado na mesma posição e não tinha como ficar parado. Eles então comentaram algo como:

– O corno vai acordar! Ela colocou a calcinha, o shortinho e veio até mim e disse:

– Tá acordado amor?

Logo pensei: Que mulher ordinária, jura que me drogou e estava dando a bunda e na cara de pau ainda me chamar de amor?

Fingi acordar, dizendo que estava com sono e queria dormir. E a vadia no gesto de carinho pediu que a ajudasse a me levar pra dentro e me colocar no sofá. E fui colocado no sofá e ela me da um beijo na boca e diz:

– Calma minha paixão, vou levar ele até a porta e nesse instante fingir logo dormir e eles foram até a porta e escuto uns sussurros:

– Vamos ainda tem tempo pra foder e gozar no meu cuzinho.

E se eu já era corno, arisco olhar e a vejo encostando-se a parede com o short e calcinha até os joelhos e com as mãos abrindo a bunda com safado empurrando cacete em seu brioco.

Assim minha mulher praticou o último passo do manual do corno. Esposa pede pra meter tudo e ela da o cuzinho dela bem gostoso. E quando ela parou de reclamar que estava doendo e se acostumou com caralho abrindo o brioco, ela pediu como uma devassa pra ele meter na rosca que quando o maridão corno quiser meter não tem nenhuma prega pra ele.

Nisso ele soca com força e goza jatos de porra no apertadinho da minha esposa e a safada ainda ri e rebolava enquanto ele enchia o cu dela de leite, e por fim ela ajeita a calcinha e deu um beijo nele e se despedem e ela ficou fazendo algo na TV e não puder ver o que era.

Ela vem até mim e eu fingindo sonolência, ela se agachou e puxou meu short e salta um pau bem duro e ela sorriu pra mim e disse:

– Meu marido dorme de pau duro, porque será?

A vagabunda iniciou uma acelerada punheta e gozei muito com a punheta dela.

É quando percebo no bolso de minha camisa tabletes inteiros de pílulas e os controles do DVD e da TV na minha mão. Nesse momento descobri que minha esposa tinha planejado tudo aquilo. Minha esposa me fez ser corno voyeur. Eu achando que estava a enganando quando na verdade tudo era parte de seu planto. Ela me fez pensar que queria me drogar para me trair quando na verdade ela queria que eu fizesse exatamente tudo oque fez.

Desde esse dia em diante acabei me tornando um bom corno para minha putinha e hoje somos um casal liberal que curtem boas aventuras sexuais juntos. Espero que tenham gostosa do meu conto erótico ” Minha esposa me fez ser corno ” pois terei mais.

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