Novinha fazendo stripper

Lá na empresa o numero de beldades é praticamente zero. Tirando uma ou outra estagiaria que vem recomendada por algum cliente e, portanto intocável, pra não perdermos o cliente, a coisa só melhorou quando meu sócio teve que buscar um reforço para nosso setor jurídico. Não acompanhei as entrevistas. Apenas o entra e sai de gostosas e outras nem tanto. Pois que pra sorte nossa, das quatro que ficaram três eram gatinhas muito lindas. Ok, uma era ótima e as outras duas ganhavam na simpatia. Mas eram bonitas. Não houve inveja das outras funcionarias porque elas trabalhavam em um único projeto e juntas em uma sala com nossa advogada, que a essa altura parecia-se cada vez mais com a madre superiora de um convento ou, como preferia meu sócio, com uma velha governanta alemã. Ela controlava a vida das meninas a ferro e fogo.

Mas chegou a festa de fim de ano da empresa e resolvemos nos reunir em um barzinho, um pub que havia perto. Todo mundo estava lá e aquela coisa de festa de empresa. Todo mundo meio sem graça porque os chefes estavam lá, mas pior ainda, os donos estavam lá. Os mais descontraídos eram os estagiários e as três temporárias. A Dama de Ferro foi e saiu rapidinho. Helena levou as mãos pro céu agradecendo que ela foi embora e disse que finalmente iriam relaxar. Com o passar das horas o pessoal foi saindo aos poucos. Mesmo com o grátis que rolava, já que pagaríamos tudo, nem todos podiam ficar até tarde. As três meninas ao contrário, foram ficando. Eu também, porque a conta era minha, ou melhor, da empresa. Meu sócio avisou que precisava ir:

– A patroa tá esperando e… – olhou pras três e no meu ouvido – cuidado com elas.

Recomendação desnecessária. Dei-lhe um tapinha no ombro e o vi sair. As três estavam animadas e a noite prometia ser longa. Sandy tinha ido para a casa dos pais cuidar da mãe, portanto eu estava tão sem horário quanto elas. Lena, uma morena de longos cabelos negros, Thaí­s, uma mulata alta com um corpão atlético e Paula, a loura da trinca, quase gordinha. Pois foi ela que falou:

– Vamos pra algum lugar dançar?

As outras concordaram e finalmente paguei a conta com o cartão da empresa e saímos. Ainda na porta, a Lena sugeriu:

– Vamos lá pra casa? Podemos dançar, fazer bagunça, o que quisermos. Só precisamos comprar cerveja e uns salgadinhos.

As outras aprovaram e olhando pra mim, Thaí­s disse:

– Vamos lá Edu? Precisamos de você pelo menos pra carona.

Claro que eu topava, mas não demonstrei o entusiasmo que sentia. Pegamos meu carro e parei em um posto de gasolina pra comprarmos o que precisávamos para continuar a festa. Claro que todos me olhavam. Um cara com três mulheres bonitas, bem vestidas, esbanjando charme chama muita atenção.

Quando chegamos no apartamento de Lena, ela e Paula foram arrumar as coisas e fui pra sala com Thaí­s. Ela então ficou um pouco sem graça por estar ali com o chefe e o véu da formalidade subitamente surgiu, pra ser pouco depois jogado longe quando elas chegaram com as latinhas de cervejas e os salgadinhos, que explicaram que era pra ninguém ficar muito bêbado. Bobagem, ela estavam usando isso como desculpa pra se soltarem. Lena colocou uma música Techno e as três começaram a dançar, ou pular, descontraídas. Me chamaram e pulei, ou melhor, dancei um pouco, mas era mais legal vê-las de longe e sempre arrumava uma desculpa pra me afastar.

Todas haviam soltado os cabelos e jogado os sapatos longe. Bebiam, dançavam, comiam um pouco dos salgadinhos e eu apenas observava. Do nada, sem nenhum aviso prévio, Paula começou uma dança sensual. A música não tinha mudado. Era música pra pular, mas ela se remexia como se fosse uma música lenta. As outras pararam olhando sua coreografia e a incentivavam:

– Dá-lhe Paulinha! – disse Thaí­s.

– Vai gostosa! – gritou Lena.

Eu sentei pra observar mais porque senti minhas pernas bambearem. Eu já tinha ficado excitado com o convite e agora estava novamente sentindo aquele calor característico do tesão.

Frente o incentivo das amigas, Paula começou a desabotoar a blusa branca. Eu gelei, mas o calor do tesão equilibrou a temperatura. Virou de costas, abriu o zíper da saia e a deixou escorregar até o chão. Pegou a saia e girou sobre a cabeça e jogou-a bem no rosto de Thaí­s e avisou:

– Só até aqui. Agora chega.

E quis parar, mas Thaí­s chegou junto dela rindo e falou:

– Nada disso, começou vai até o fim.

E tentou tirar a blusa de Paula, que resistiu, segurou, curvou-se e até ficou de cócoras pra impedir. Lena falou:

– Deixa de frescura. – mas Paula levantou o rosto pra mim e disse:

– Ele tá ali. – Thaí­s parou e com um jeito engraçado, com as mãos na cintura disse:

– E daí­, quer que eu tire a roupa dele?

– Antes a dele do que a minha. – respondeu Paula quase aliviada.

– Não, minha filha, antes a dele depois a sua!

E a mulata veio na minha direção. Ela parecia ainda maior. Era mais alta do que eu, mas me senti mínimo quando ela chegou perto e me mandou levantar. Fazer o que? Achei que era melhor participar da brincadeira e que acabariam não tirando minha roupa. Melhor do que resistir. Levantei e Thaí­s desabotoou minha camisa sem nenhum charme. Apenas a tirou como se trocasse a roupa de um sobrinho pequeno. Elas olharam meu peito e Lena falou:

– Taí­ o bom resultado da academia do Seu Edu.

Elas riram, Thaí­s passou a mão no meu peito, desceu até minha barriga e tirou meu cinto. Eu olhava pra ela e perguntei tentando ser afirmativo com a voz:

– Parou por aqui!?

Ela me empurrou pra sentar e tirou meus sapatos e meias. Depois virou-se pra Paula e ordenou:

– Pronto, agora você tira a blusa.

Não achei que Paula fosse fazer, mas ela se levantou e tirou a blusa, o que fez com que as outras aplaudissem e voltassem a dançar. A Paula era uma gordinha muito sexy. Era cheinha, não gorda. Relaxei e meu pau ficou duro vendo a Paulinha dançar só de sutiã e calcinha. Peças pequenas mas não diminutas como as de Sandy. Mas Lena, que era a mais animada, perguntou pra Thaí­s:

– Se eu tirar minha blusa você tira a calça dele?

Thaí­s fez que sim com a cabeça e com as mãos ficou pedindo a blusa. Lena então tirou-a e entregou-a para Thaí­s. Era uma falsa magra. Não esperava que os peitinhos dela fossem tão bonitinhos. Vestida até parecia não ter peito. Mas tinha e lindos. Jogando a blusa de Lena pro lado, Thaí­s virou-se pra mim e antes que chegasse perto avisei:

– É pouco! Tira a saia que eu deixo ela tirar minha calça.

Thaí­s virou-se pra ela esperando uma resposta e Lena não se fez de rogada diante do meu desafio. Tirou a saia e jogou-a com força no chão, fingindo raiva.

-Pronto, agora, Thaí­s, a calça.

Lena foi só surpresas. Sua bundinha também era muito mais gostosa sob a calcinha do que sob a saia. Thaí­s chegou junto. Eu já estava de pé com os braços abertos pro lado. Thaí­s abriu minha calça e abaixou-se tirando-a e me ajudando a sair de dentro dela. Ficou novamente em pé segurando-a e sem me tocar, olhado-me nos olhos como uma loba olha sua presa disse baixinho:

– Espero que isso aí­ dentro não esteja te incomodando.

E virou-se rindo para as outras, deixando-as então me ver. Era uma sensação diferente. Talvez as mulheres se sintam assim quando observadas pelos homens. Eu estava em minoria e os elogios a meu corpo soavam distantes. Meu pau sob a cueca boxer é que me trazia à realidade.

– Olha o corpão dele! – falou a até então recatada Paulinha.

– Que coxas! – disse Lena.

As três me comiam com os olhos e antes que fosse atacado, ou melhor amtes que fosse presa delas, resolvi usar a melhor defesa, o ataque. Virei pra elas e disse:

– Agora eu tiro a roupa da Thaí­s.

Ela levou um susto, fez como quem não ia deixar, mas não resistiu quando comecei a desabotoar os botões do casaquinho fino. Por baixo apenas um sutiã e mais além dos seios enormes, fartos. As outras brincavam dizendo:

– Tira, tira, tira! – enquanto eu abria e tirava a calça do conjuntinho de Thaí­s.

A mulata surgiu em todo seu esplendor, com um conjunto branco enlouquecedor de sutiã e calcinha. Estávamos em pé de igualdade e como em um ritual pagão qualquer, fizemos uma roda dançando ao som da música que não parara. Foi aí­ que ao virar o rosto pra Lena, ao meu lado, ganhei o primeiro beijo de muitos que viriam. Paulinha na minha frente parecia não desviar os olhos do meu pau sob a cueca. Virei pra Thaí­s e ela me beijou, mas ao contrário de Lena, agarrou meu rosto e enfiou a lí­ngua na minha boca. Seu í­mpeto era tanto que fui caminhando para trás e sentei novamente no sofá, com ela em cima de mim e sem desgrudarmos nossos rostos, lí­nguas e bocas. Senti ela ajeitar o corpo sobre o meu, sua vulva buscando meu pau e quando desgrudou seus lábios dos meus, ainda segurando meu rosto, falou:

– Gostos! Que beijo gostoso, seu safado!

– Safado eu? – e fui calado novamente por sua lí­ngua.

Lena surgiu do nosso lado, de joelhos ao meu lado no sofá dizendo:

– Também quero experimentar ele!

Thaí­s me soltou pra que beijasse Lena, mas continuou em cima de mim esfregando sua buceta no meu pau. Paulinha. Onde estava Paulinha? Em um relance pude vê-la perto de nós com a mão dentro da calcinha. Thaí­s saiu de cima de mim para ficar entre minhas pernas e olhando pra mim, segurando minha cueca pelo cós, falou:

– Vamos ver como é esse pau grandão que tá escondido aqui.

Foi baixando minha cueca e antes que a tirasse, Lena já pegava em meu pau. Paulinha aproximou-se e foi a vez de me beijar. Outros lábios, outra lí­ngua, um beijo diferente, quente, quase apaixonado. Suas mãos no meu peito, minha mão nas costas de Lena descendo em direção de sua buceta. Senti o rosto de Thaí­s no meu colo e logo eram duas lí­nguas a me explorar. Lena mais delicada, Thaí­s mais voraz. Chupava e lambia como se esperasse por isso a vida toda. Quando Lena colocava meu pau na boca, Thaí­s descia para meu saco e a região logo abaixo dele. Com a outra mão e alcançara a bucetinha de Paula. Molhada, encharcada. Ela deu um jeito de subir no sofá e enquanto as duas me chupavam, ela ficou em cima de mim, com a buceta na altura do meu rosto. Podia chupa-la mas não via mais nada, só seu sexo molhado na minha frente. Senti os dedos de Thaí­s próximos a meu anus e ela começar a enfiar um deles quando Lena disse:

– Faz de novo? Você mete aí­ e levanta aqui.

Era verdade. Quando Lena colocou o dedo, senti meu corpo se retesar e meu pau enrijecer. Paulinha se apoiava na parede e abria as pernas descendo seu corpo sobre minha boca. Caralho, eu estava sendo violentado pelas três. Que delí­cia. Me entreguei sem me descuidar de Paula, que gozava gostoso, rebolando na minha boca sem a menor cerimônia.

Mas elas eram três. Como dar conta de três mulheres sedentas? Já é complicado com duas. Só que na hora eu não pensava em nada disso. Queria era aproveitar. Estava uma orgia como nenhuma dos meus melhores sonhos. Paulinha saiu de cima de mim, me beijou e pensei que ia disputar meu pau com as amigas, principalmente a Lena, que com meu dedo na sua buceta, estava mais inclinada e arrebitada. Mas ela falou:

– Vamos levar ele pra cama.

Thaí­s se levantou de imediato e foi pro quarto. Paulinha ficou esperando Lena parar de me chupar ou eu de meter os dedos nela.

– Vamos Lena, larga ele. Vamos amarrar ele na cama – disse puxando a amiga que concordou.

– Vamos lá.

Amarrar? Que negócio é esse? Fui levado pra cama por elas que me deitaram de costas. Usaram meias pra amarrar meus puslos na cabeceira e meus pés na peseira. Tentei argumentar:

– Assim vocês vão perder parte da diversão.

Mas não era com elas. Thaí­s ficou de pé em cima de mim, uma perna de cada lado do meu corpo e enquanto se livrava do sutiã discordou:

– Nem um pouco senhor, nem um pouco.

Desceu com pontaria perfeita para o meu pau, com um detalhe cruel: não tirara a calcinha. Paulinha, que parecia a menos excitada agora depois da gozada que deu, pediu pra ela esperar e com um puxão arrebentou a calcinha deixando a mulata completamente nua. Aí­ sim, desceu sobre meu pau e entrei na sua doce, molhada e quente buceta. Ela era mais alta do que eu e foi fácil oferecer seus peitos pra que eu chupasse. Porra eu queria abraça-la. Fuder assim não estava tão bom quanto poderia ser. Falei:

– Porra, me solta que eu quero te fuder com força.

Ela olhou nos meus olhos, lá no fundo e disse:

– Quer força? – e fez um movimento com os quadris que enterrou minha pica dentro dela – Também quero força e porra, porra.

Ela se esfregava e eu mexia meus quadris um tanto sem apoio. Lena ficou de frente pra Thaí­s sobre minha cabeça e segurando o rosto da amiga falou:

– Será que ele consegue fuder nós duas? – e desceu sua buceta no meu rosto.

Eu chupava uma, metia na outra e sentia Paulinha alisando minhas pernas. Talvez a bunda de Thaí­s, porque as vezes suas mãos mexiam em meu saco. Thaí­s estava tão molhada quanto Lena e já não sei mais quem sugeriu para trocarem, mas Paulinha protestou:

– Eu quero pica porra, ganhei só linguinha e quero algo grosso na minha buceta.

– Vai, senta aí­! – disse Thaí­s levantando e dando o lugar para a amiga, que sentou de costas pra mim enterrando meu pau na sua buceta. Lena trocou com Thaí­s que ficou de joelhos no meu rosto. Aquelas coxas grossas e deliciosas apertando minha cabeça. Com Thaí­s no meu rosto, Paulinha no meu pau, só sobravam as mão de Lena. Era ela que segurava e lambia meu saco, com certeza lambendo a buceta de Paulinha, pois ouvi:

– Tua buceta continua gostosa Linha.

E as duas deviam estar se beijando e se tocando enquanto eu fodia. A movimentação era intensa e finalmente senti minhas pernas livres. Dobrei-as e levantei meu quadril, indo fundo em Paulinha, que começava a gozar, outra vez. Sentia Lena também entre minhas pernas, mas o gozo de Thaí­s não me deixou ouvir e muito menos ver mais nada. Lena tomou o lugar de Paulinha e Thaí­s sentou do meu lado, liberando minhas mãos antes disso. Pude ver uma cena linda: Lena e Paulinha beijando-se sensualmente enquanto eu metia na primeira. Pude finalmente segurar as ancas daquela falsa magra. Que bunda. Que coisa linda. Com os dedos de Paulinha e meu pau na sua buceta ela logo gozava, enquanto do meu lado, Thaí­s acariciava meu rosto e me beijava. Lena gritou e gozou. Apesar de tudo, meu controle era total.

Quando Lena saiu de cima de mim, meu pau estava vermelho e parecia inchado. Thaí­s o tocou com uma das mãos e perguntou:

– Tadinho, quer descansar um pouquinho?

E me deu outro beijo antes que eu respondesse. Ela não queria resposta nenhuma. Já sabia o que queria e foi direta:

– Mete na minha bunda?

Não percebi se era uma pergunta ou uma ordem. Minha cabeça zumbia. Mas quando a vi ficar de quatro na minha frente, com a bunda arrebitada e a mão puxando uma nádega de lado, nada mais me interessou. Era uma bunda linda, enorme, com uma marca microscópica de calcinha. Deveria ser um espetáculo e tanto essa mulata na praia. Mas o espetáculo que meus olhos viam com certeza era muito melhor. Ajoelhei atrás dela e ali com as pernas abertas me esperando a altura era ideal pra penetra-la. Lena apareceu com um tubo de lubrificante e passou na Thaí­s, que disse não precisar e depois no meu pau. Ela e Paulinha ficaram do meu lado me punhetando com o creme e abrindo a bunda da mulata pra me receber. Excelentes ajudantes.

Brinquei com o cuzinho de Thaí­s com os dedos, imitado por Paulinha que se mostrava tão putinha quanto as outras. Aos poucos fui metendo meu pau enquanto Thaí­s fazia os relatos:

– Gostoso! Assim, devagar! Mete seu puto! Fode a minha bunda!

Lena segurava minhas bolas e Paulinha o mexia no clitóris de Thaí­s.

– Vocês tem que sentir isso. Caralho! É muito bom! – gemia a mulata enquanto meu pau entrava e saí­a.

Lena sussurrava no meu ouvido outras palavras de incentivo:

– Fode ela bem gostoso, porque depois você inda vai ter dois cuzinhos pra comer!

Era um incentivo e tanto. Nem me preocupei se daria conta. Estava me sentindo super. O Super pica, com um pau de aço. Ardido, mas um pau de aço. Thaí­s começou a gemer alto e a avisar:

– Mete seu puto que eu vou gozar! Jorra essa porra no meu cu seu tarado!

Quando ela gritou enterrando o rosto na cama:

– Porra!!

Eu gozei junto com ela. Gozei mesmo, de ter aqueles arrepios que percorrem a espinha e vão sair pelo pau. Meus orgasmos anteriores não eram nada perto daquilo. Abracei-a por trás e ela se deixou ficar na cama. Senti sua mão procurar meu corpo e um fiapo de voz sair da sua boca dizendo:

– Muito bom!

Lena e Paulinha passavam as mãos pelos nossos corpos e fiquei ali, acariciado e enfiado no cu da mulata. Quando meu pau diminuiu, ela deitou de costas e me olhou:

– Tu fode bem pra caralho, hem?

Não era pra responder. Lena segurou minha mão e me puxou dizendo:

– Vem que eu vou te dar um banho. Você precisa se recuperar.

Fomos para o banheiro. Ela ligou o chuveiro e entrou primeiro. Pegou um sabonete e começou a me ensaboar. Apesar de nos beijarmos bastante, toda a sua atenção era pro meu pau. Estava quase mole. Claro que ela ajoelhou e o chupou, mas não teve muita reação. Só quando Paulinha apareceu no box é que a coisa novamente esquentou, ou melhor, endureceu. Com quatro mãos não há pau que fique mole. Paulinha tantas fez que Lena concordou que ela levasse no cu antes. Ali mesmo no box, diante de Lena enfiei no cuzinho da Paulinha que se arrebitava na ponta dos pés pra mim. Thaí­s apareceu silenciosamente pra ver a foda da amiga. Eu a segurava, metia e mexia no seu clitóris, enquanto beijava Lena com a água caindo sobre nós.

Um flash espocou no banheiro e vi Thaí­s com uma máquina. Olhamos pra ela que disse:

– Isso está muito tesudo. – e começou a se masturbar encostada na pia.

Paulinha gozou e Lena me puxou pra fora do box, do banheiro de volta à cama, mas debruçou-se sobre ela, com os joelhos no chão e fez dois pedidos:

– Mete. Fotografa.

A safada queria que a amiga tirasse fotos da foda. Nada que me preocupasse. Não tinham a menor chance de me chantagear. Era por puro prazer delas mesmo. Ainda molhados e com o sabão que estivera no cuzinho de Paulinha, meti na bundinha de Lena. Ela gemia gostoso, baixinho, mordia o lençol e pedia mais:

– Mete tudo meu gostoso. Mete na tua putinha! Mete. Come a minha bundinha! Tá gostando da minha bundinha?

Muitas palavras de incentivo, que foram aumentando de intensidade, mas não de volume. As amigas à nossa volta queriam mais e agora eu podia ver a todas. Cada uma com a cara mais safada que a outra. Cada uma mais puta que a outra. Lena mandava:

– Goza, caralho, goza na minha bunda porra!

E um grito incontido me sinalizou que ela gozou. Jogou os braços pra frente e disse:

– Adoro fuder.

Eu também, ainda mais naquela situação. Foi Thaí­s que reparou que meu pau ainda estava duro.

– O puto ainda tá de pau duro. Vamos fazer ele gozar pra nós.

Subimos todos de volta pra cama e com elas ao meu redor, iniciamos outra rodada, com elas me chupando, alisando, enfiando dedinhos no meu anus, até que eu avisei:

– Suas putas, eu vou gozar na ara de vocês.

E elas ficaram, como possí­vel, na minha frente pra levarem porra na cara. Senti mais um gozo vir. Antes um orgasmo e o sinal de que vinha porra. Gozei outra vez e vi a porra sair em jatos, disputados por elas. Era muita mulher pra pouca porra, porque era muita mulher. Não me lembrava de ter ejaculado assim. Elas se lambuzaram e se fartaram. Se lamberam e se beijaram, mas estava todo mundo meio morto. Lena foi pegar água pra nós e voltou com meu celular na mão.

– Tem ligação pra você.

A putinha sabia de quem eram as ligações, mas não sabia nem esperava pela minha reação. Peguei o telefone e com os corpos delas junto ao meu, liguei pra Sandy:

– Oi gatinha, você não imagina onde estou e o que aconteceu depois que saí­ do pub com três gatas.

3 meses ago

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